Categoria: Dicas

Segurança das crianças no condomínio durante as férias

Com a época das férias escolares chegando, os condomínios costumam ficar repletos de crianças, cheias de energia, e sem muito o que fazer. Por isso, para evitar imprevistos durante esse período e garantir a brincadeira segura da garotada nas áreas comuns, resolvemos fazer o post de hoje com algumas dicas.

Como já sabemos, morar em condomínio exige que regras de boa convivência sejam seguidas. Na maior parte dos casos, a questão é mais de bom senso e respeito ao próximo mesmo, sabendo que seu espaço termina quando começa o do outro. Além, é claro, do quesito segurança, que deve, sempre, ser levado em consideração.

Quando existem muitas crianças no condomínio, pode ser um pouco mais difícil fazer com que as normas sejam seguidas, garantindo a segurança e tranquilidade de todos os moradores. Mas é uma tarefa possível, principalmente contando com alguns princípios básicos. Confira!

  • Caso as regras para uso dos espaços comuns do condomínio não estejam agradando, uma conversa numa reunião de condomínio pode servir para editá-las e criar novas normas. Dessa forma, todos têm um parâmetro a seguir e fica mais fácil estipular limites e obrigações.
  • Uma sugestão interessante é eleger, no condomínio, um mini-síndico. As crianças votam num representante, que, obviamente, não ficará responsável por nenhuma burocracia do prédio, mas deverá supervisionar as outras crianças. Dessa forma, as crianças se sentem representadas e tendem a responder melhor e mais facilmente às regras existentes.
  • É recomendável que as crianças estejam sempre acompanhadas no uso das áreas comuns, como piscinas e playgrounds. E é importante lembrar que os funcionários do condomínio não têm qualquer obrigação de cuidar dos filhos dos condôminos. Crianças menores de 10 anos não devem nem andar sozinhas nos elevadores, por exemplo. Já as escadas não devem ser locais para brincadeiras, podendo ser muito perigosas.
  • As férias são o período ideal para organizar brincadeiras coletivas dentro do condomínio. Gincanas, campeonatos de jogos de tabuleiros, competições aquáticas… Há muitas opções, que devem sempre ser supervisionadas por adultos. Nessa mesma onda, pode-se aproveitar e, caso não exista, criar uma biblioteca no condomínio, contando com doações dos próprios condôminos! Ela pode ser montada numa sala pequena, com a ajuda das crianças.
  • Em relação aos horários de utilização das áreas comuns, normalmente, estipula-se entre 09h e 20h. Mas pode haver diferenças, dependendo do regulamento interno de cada prédio. Dentro das unidades, o barulho de brincadeiras e afins não deve ultrapassar às 22h.

Com essas dicas, fica mais fácil garantir a tranquilidade e, principalmente, a segurança, não só das crianças, como de todos os condôminos. Outras regras podem ser discutidas e implementadas, sabendo que a conscientização contínua delas é muito importante. É dever de cada condômino não só seguir as normas, como também garantir que seus filhos as respeitem e obedeçam. 😉

Manter uma casa de veraneio requer planejamento para evitar transtornos

Quando o assunto “casa de veraneio” surge numa roda de conversa, uma máxima é inevitável entre os interlocutores: “esse tipo de imóvel traz duas alegrias. Uma na hora compra e outra na hora da venda”. Mas, como toda regra tem exceção, quem sonha com um refúgio no campo ou na praia não precisa desistir. Com planejamento, dá para evitar prejuízos e garantir o sonhado refúgio.

Como define Paulo Pôrto, professor do MBA Gestão de Negócios Imobiliários e da Construção Civil da Fundação Getulio Vargas, a compra de um imóvel envolve uma carga emocional muito forte. E, numa casa de férias, isso fica ainda mais latente, porque o foco está no lazer.

— Como nem todo mundo é matemático, às vezes, a racionalidade fica de lado — observa ele.

Antes de fechar o negócio, é importante avaliar uma extensa lista de questões. Só para citar as principais, Pôrto recomenda avaliar os custos de condomínio, IPTU, manutenção, vedação e até mesmo a renovação do ar-condicionado.

— Se a pessoa compra um imóvel de R$ 1 milhão, terá que investir entre 0,3% e 0,6% deste valor (até R$ 6 mil) mensalmente na manutenção — calcula ele.

Quando a casa não é mobiliada, o gasto é ainda maior. Entre comprar móveis, cuidar da climatização e instalar cortinas, o proprietário gastará mais cerca de 20% do valor da compra. Dentro do exemplo anterior citado por Pôrto, seriam mais R$ 200 mil a serem levados em consideração.

VISTORIA COMPLETA

Outra dica é levantar toda a situação estrutural e legal do imóvel. No primeiro caso, o professor recomenda pedir ajuda de um arquiteto ou de um engenheiro para avaliar questões como as condições elétricas e hidráulicas da casa. Já no segundo, o foco deve a situação cadastral do imóvel, verificando o pagamento de taxas e regularizações cabíveis.

— Em geral, o comprador está adquirindo algo em um lugar onde ele não conhece as pessoas. Então, tem que tomar cuidado — diz ele

Para quem vai levantar uma construção do zero, a dica é zelar pela simplicidade. O conselho é da paisagista Sonia Infante, que já assinou, ao lado de arquitetos, cerca de 15 casas entre serra e mar.

— As pessoas já entenderam isso e buscam projetos de conservação mais simples. Entre os meus projetos, vários foram feitos com madeiras muito antigas e tratadas, que exigem manutenção apenas de quatro em quatro anos — ilustra ela.

Na parte interna, Sonia usa recursos como fiação e rede hidráulica externos para facilitar consertos. Também costuma incorporara vidros para a luz do sol entrar nos espaços, evitando mofos.

A simplicidade também vale para o paisagismo. Segundo ela, tem que ser algo muito bem pensado para durar “o resto da vida”.

— Não adianta colocar uma planta de serra na praia ou vice-versa. Isso vai dar um trabalho enorme — prevê Sonia.

PARA MINIMIZAR OS CUSTOS

Entre os sabores e os dissabores que uma casa de veraneio pode oferecer, há quem encontre boas saídas para equilibrar os gastos. A empresária Patrícia Aragão, que mora em Nova Friburgo, é um desses casos.

— Queria investir em um imóvel e resolvi comprar um apartamento de três quartos em Cabo Frio, em vez de adquirir algo na minha cidade — conta ela, sobre a aquisição feita há sete anos.

Com a compra, Patrícia ganhou um endereço usado por ela, o marido e os filhos ao longo de todo o ano para passeios e festas. Só não é habitual ocuparem o apartamento na alta temporada, quando a cidade fica muito cheia. E é aí que está “o pulo do gato”.

— Nestas datas alugamos a casa para terceiros. Com o dinheiro, amortizamos o condomínio do ano inteiro — conta ela.

Um solução parecida foi encontrada pela empresária Lígia Schuback. Ela mora no Rio e tem uma casa em Angra, que já foi o principal destino de férias e feriados da família. Com o passar dos anos, porém, os filhos de Lígia cresceram e as viagens começaram a ficar menos frequentes. Como ela nem pensa em vender a propriedade, encontrou uma alternativa.

— A casa sempre teve uma boa relação custo-benefício, porque usufruíamos muito. Mas com as visitas menos frequentes, virou só custo. Então, tive a oportunidade de alugá-la por um ano, e assim fiz — relata Lígia. — Nunca me arrependi da compra, porque fizemos ótimas amizades e vivemos muitos momentos prazerosos la. Hoje consigo mantê-la cuidada e ainda sobra dinheiro.

PROJETO DE VIDA

Para o vice-presidente do Secovi-Rio, Leonardo Schneider, uma casa de veraneio precisa ser vista como um projeto de vida. O comprador deve imaginar como ele se vê frequentando aquele ambiente ao longo dos anos.

— Até porque esses imóveis não costumam ter muita liquidez. Não é um investimento que será muito valorizado com o passar do tempo — comenta ele. — E quando não é frequentado, se deteriora.

Schneider também recomenda que, antes de fechar negócio, o interessado faça um “test drive”:

— Alugue o imóvel durante uns três meses e passe uma temporada com a família e amigos no local. Veja se realmente vale a pena.

E a atenção não deve se limitar apenas ao imóvel em si. Todos os aspectos práticos precisam ser levados em consideração.

— É importante observar também como é o deslocamento até o local. Algumas regiões podem concentrar grandes engarrafamentos em determinadas épocas do ano. Então, o proprietário precisa saber se vai conseguir se locomover em datas e horários alternativos — diz ele, acrescentando as forças da natureza à lista. — Se é praia, tem maresia. Se é serra, tem o risco de cupins. Nada disso pode ser esquecido.

(O Globo)

Você já ouviu falar sobre Teto Verde?

Você conhece a ideia de tetos verdes? Essa é uma novidade que, cada vez mais, vem tomando conta das casas e prédios brasileiros. Continue lendo a matéria porque, no post de hoje, falaremos sobre essa tendência. Confira abaixo!

Os tetos verdes são alternativas ecológicas, que ajudam a melhorar a qualidade do ar e a amenizar o calor e, enquanto isso, podem até gerar economia de água e energia – em longo prazo. Mas como funciona?! Vamos descobrir…

De acordo com especialistas, a ideia é cobrir telhados e lajes com algum tipo de planta. Assim, além de promover o reequilíbrio ambiental, você também embeleza o ambiente. Dentre as vantagens de utilizar esse método, podemos destacar, segundo vários estudos:

  • Diminuição do número de enchentes – ele absorve a água da chuva, diminuindo a quantidade de água que chega ao sistema pluvial.
  • Redução da conta de energia elétrica – com a melhoria na temperatura ambiente, a sensação de calor tende a diminuir.
  • Economia de água – caso opte por reaproveitar a água da chuva, com um reservatório especial para isso.

A instalação do teto verde custa, aproximadamente, R$500 o metro quadrado. Mesmo não sendo complicada a colocação, é preciso ter cuidado com a estrutura, verificando se ela suporta a nova carga a ser colocada.

Outro ponto importante desse processo é a correta impermeabilização, evitando infiltrações. Para fazer a manutenção de tudo é simples. É como se existisse um gramado no telhado: precisa de poda e adubo, esporadicamente, mas não de muita terra.

Portanto, além dos ganhos estéticos, na temperatura e até no bolso, essa solução é ecologicamente correta, garantindo mais uma forma de fazer o bem ao meio ambiente. Gostou desse conceito?! Espelhe esse post para os amigos, para que mais gente queira participar dessa onda verde. 😉

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