Categoria: Dicas

Verão sem dengue

Como o verão está quase batendo à nossa porta, uma preocupação recorrente desse período é com o aedes aegypti, ou mosquito da dengue (e da zika e chikungunya…). Pensando nisso, falaremos, no post de hoje, sobre algumas medidas de prevenção que podem ser feitas no seu condomínio.
Os condomínios são ambientes propícios para o surgimento e proliferação do aedes, pela quantidade de lugares onde ele pode se reproduzir (calçadas, jardins, piscinas, entre outros). Por isso, as medidas de prevenção e de combate ao mosquito precisam da participação de todos os moradores e funcionários. Confira algumas abaixo!

  • Para ralos internos de esgoto, providencie tampa abre-e-fecha ou tela de nylon (de um milímetro), colocando, semanalmente, duas colheres de sopa de sal (no mínimo).
  • Nos ralos externos e canaletas para água da chuva, bote, novamente, uma tela de nylon e/ou coloque um pouco de sal semanalmente.
  • Nas lajes e marquises, mantenha sempre o escoamento de água desobstruído, impedindo o acúmulo de água.
  • Com as calhas, mantenha-as sempre limpas e sem pontos de acúmulo de água;
  • Verifique, semanalmente, se os fossos de elevador estão tendo algum acúmulo de água, e, caso tenha, deve ser escoado por bombeamento.
  • Nas caixas d’água, mantenha-as sempre vedadas (sem frestas), e com a limpeza sendo feita regularmente.
  • Para as piscinas, garanta o tratamento adequado com cloro.
  • Ao optar por plantas, evite as bromélias, que acumulam água.
  • Nos pratos e pingadeiras de vasos de plantas, deve-se substituir a água por areia grossa até a borda.
  • Caso haja entulhos de obra sem a adequada destinação, cobri-los bem, até que sejam tirados.
  • Para os vasos sanitários, manter sempre as tampas fechadas e, caso não sejam frequentemente usados, dê descarga ao menos uma vez na semana.

Viram, só?! São, na realidade, medidas simples, que ajudam a impedir a proliferação desse mosquito, que pode causar tantas doenças. Além disso, é importante que o síndico divulgue folhetos e converse com os condôminos sobre o tema, aumentando a conscientização e garantindo uma maior participação de todos. 😉

Pequenos espaços com móveis funcionais

Como cada vez mais os imóveis estão ficando menores, mobiliá-los e decorá-los pode ficar difícil, especialmente se os cantinhos e espaços pequenos não forem bem aproveitados. Por isso, no post de hoje, falaremos sobre móveis funcionais como solução para espaços pequenos. Acompanhe!

Os móveis funcionais otimizam o espaço disponível no cômodo, tendo a possibilidade de maximizar o ambiente, através da sensação de amplitude, aliada à funcionalidade, que eles geram. Móveis com mais de uma função, que podem ser feitos sob medida ou comprados prontos, são, também, opções excelentes para espaços reduzidos.

Vamos ver algumas ideias, divididas por cômodos:

  • No quarto: use e abuse das camas que possuam gavetas em suas bases, ou, também, das camas-baú, que levantam e abrem espaço sob o colchão para guardar tanto objetos pequenos, como grandes.

Existem poltronas, como a Flop, por exemplo, que ao serem abertas, viram camas. São ótimas soluções para fazer o espaço render.

Há, também, as chamadas camas de parede, que podem ser “fechadas”, livrando um grande espaço, que pode ser, momentaneamente, usado para outra coisa. Posteriormente, apenas se “abre” a cama de volta, e, pronto!

Também já se tornam conhecidos os sofás que tornam camas (não sofás-camas), tanto de solteiro, como de casal, e até mesmo beliches. Aproveitando, na mesma linha das camas de parede, o espaço livre quando a cama não estiver sendo usada.

  • No banheiro: armário de coluna para caixa acoplada é uma boa alternativa para aproveitar o espaço vertical perdido sobre o vaso sanitário. Devem ser usados somente com vasos que tenham caixa acoplada, que deixa o assento mais afastado da parede e certa profundidade, que será aproveitada pelo armário.

Aproveite, também, o espaço embaixo da pia para encaixar gabinetes que possuam gavetas e portas, usando o espaço para armazenar toalhas, papel higiênico, produtos de beleza, entre outros. Existem modelos acoplados (pia+gabinete), e outros modelos que apenas encaixam nos lavatórios, dispensando maiores investimentos.

  • Na sala: existem mesas de centro que podem ser elevadas, transformando-se em mesas de jantar. Dessa forma, você economiza no espaço da sala, que tem função tanto de estar, como de jantar, e também no móvel, com função dupla.

Nessa mesma onda, estão disponíveis, também, aparadores que se transformam em mesas de jantar.

Viram só?! Existem muitos móveis, super funcionais, que podem ser utilizados em espaços pequenos de uma forma super prática e organizada. Esperamos ter te ajudado com essas sugestões, mas existem muitos outros por aí! Dê uma breve pesquisada e conheça mais opções! 😉

Medição individualizada de água: o que você precisa saber?

A medição individualizada do consumo de água pode ajudar consideravelmente na redução do orçamento do condomínio, já que, quando cada unidade paga somente aquilo que consome, há uma maior conscientização e baixa no consumo.

No post de hoje, falaremos sobre alguns aspectos do funcionamento da medição individual. Confira esses pontos abaixo e esclareça suas dúvidas sobre a implantação desse método:

  • Principal objetivo: distribuição justa do consumo. Cada um vai pagar pelo que consumir.
  • Vantagens: a medição individualizada induz um uso consciente da água, o que gera, também, economia nas contas.
  • Todos têm que participar? É aconselhado que todas as unidades consumidoras façam, sim, parte do projeto.
  • É possível em prédios antigos? Sim, é possível. Um especialista terá que analisar os métodos e materiais a serem usados.
  • Onde são instalados os medidores individuais: normalmente, próximo aos registros já existentes.

Estima-se que seja percebida uma economia de água nas contas do condomínio já nos primeiros meses, que pode variar em torno de 20% a 40%, dependendo de cada caso, do tamanho do condomínio, número de unidades e, é claro, postura dos condôminos.

A instalação da medição individual, por si só, não gera redução nos gastos de água, porém, como afirmado anteriormente, motiva a conscientização (e também o desejo de gastar menos, financeiramente falando) e, por conseguinte, a economia.

Agora, que tal conversar com o síndico do seu prédio e com seus vizinhos sobre a implantação da medição individualizada? Discuta a ideia e fale dos seus benefícios e dos fatores que a rodeiam com os condôminos. Boa sorte!

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