Categoria: Dicas

10 dicas para uma melhor arrumação dos seus livros

Às vezes, temos muitos livros, de diferentes tamanhos, assuntos, autores e cores, mas não sabemos a melhor forma de arrumá-los e organizá-los, para que fiquem bonitos e sempre à mão. No post de hoje, daremos dicas de dez diferentes formas de arrumação de livros, pra você se inspirar, escolher a que mais gostar e fazer na sua casa. Confira!

  1. Para trás: armazenar os livros com a ‘coluna’ encostada num móvel e as folhas viradas pra frente garante uma arrumação chique e fácil. Porém, dessa forma fica mais difícil de encontrar algum, então, só é aconselhada para quem conhece bem os livros que tem.
  2. Galeria: exponha seus livros como objetos de decoração, enaltecendo as capas que achar mais bonitas. Uma dica é usar prateleiras flutuantes em todo o comprimento de uma parede. Essa é uma opção sofisticada.
  3. Closet: aproveite o espaço que seria para guardar roupas (desde seja um closet walk-in, ou seja, que você consiga entrar nele), ou um pequeno cômodo para criar uma ‘biblioteca em casa’. Encha de prateleiras e/ou estantes e capriche, também, na iluminação. Se houver espaço, complete com uma boa poltrona.
  4. Por cores: organizar os livros pelas diversas cores da capa é uma opção muito divertida e que pode dar um charme todo diferenciado à decoração do cômodo, não só dos livros. Separe por cores e organize os livros de formas diferentes (em pé, deitados, empilhados etc.).
  5. Lareira: caso tenha uma lareira quebrada ou que não use em sua casa, aproveite o espaço interno vazio dela para guardar seus livros. Assim, fugirá da tradicional estante e dará novo uso ao espaço.
  6. Escada: usar uma escada ‘portátil’ de madeira (como as de obra), apoiada à parede ou sozinha, caso seja dupla, pode ser ótimo na decoração de um ambiente, dando um ar descolado e jovem. Os degraus dela se tornam prateleiras, onde você pode colocar objetos de decoração e seus livros, claro.
  7. Adega: aproveitar a parte superior da adega climatizada como uma ‘estante’ pode ser uma forma diferentes de mostrar e organizar alguns de seus livros, caso ela não seja embutida na sua cozinha ou sala. Além do que, ela já é, por si só, um ponto de destaque no ambiente, né?!
  8. Flutuante: uma forma já conhecida de dispor seus livros é em prateleiras flutuantes, certo?! Porém, além das prateleiras tradicionais, sua parede pode abrigar hastes de tubos industriais, por exemplo, canos de PVC, entre outros materiais, que podem ser presos à parede e usados para abrigar livros.
  9. Revisteiros: sabe aqueles revisteiros de parede?! Eles são ótimas soluções para abrigar livros e, ao mesmo tempo, decorar o ambiente. São uma boa ideia para quem tem pouco espaço no cômodo.
  10. Greenhouse: aproveite pequenas plantinhas para espalhar num móvel ou prateleira e mesclar com os livros, formando uma decoração fofa, fresca e leve.

Bom, agora que você já leu todas essas dicas, ficou bem mais fácil se inspirar para organizar seus próprios tesouros, né?! Então, o que tá esperando? =)

Atitudes que evitam desperdício nas reformas

Muitas vezes, começamos uma reforma esperando fazer tal coisa e gastar x. Daí, imprevistos, mudanças no projeto, desperdício por falta de cuidado, entre outros fatores, acabam fazendo o custo da restauração ser . No post de hoje, falaremos sobre algumas atitudes que evitam o desperdício nas reformas.

Em alguns casos, ao ver o desenvolvimento bagunçado de uma obra, o dono da casa ignora e deixa pra lá. O problema aí é que organização e limpeza são essenciais numa obra. Portanto, exija que o trabalho seja feito de forma correta e ordenada. Essa atitude simples, de ‘fiscalizar’ o andamento das coisas, evita muita dor de cabeça!

Além disso, é importante se mostrar participativo na sua obra, mesmo que tenha profissionais destinados a te ajudar no gerenciamento do projeto. Então, visite sua obra com frequência, assumindo o controle dela. Para isso, é necessário disposição! Você precisará destacar os bons profissionais, para poder contar com eles na execução do projeto.

Também é necessário buscar projetos de arquitetura e complementares (de hidráulica, elétrica e estrutural). Com projetos bem elaborados fica mais fácil fazer o cálculo da quantidade dos materiais a serem comprados, evitando o desperdício. Além disso, é essencial saber quando comprar, pois, assim como os alimentos, alguns materiais de construção têm validade.

Sobre o armazenamento dos materiais da obra, precisa-se de um lugar coberto, que ficará conhecido como canteiro de obra. Independente do seu tamanho, deve ser um lugar de fácil acesso, limpo, bem localizado e sem obstáculos para o transporte dos materiais e equipamentos. E se deve ter muita atenção na hora de empilhar os itens, para que não sofram nenhum dano.

A qualidade dos materiais adquiridos é de suma importância, pois um material de baixa qualidade pode prejudicar todo o resultado, por mais insignificante que você o considere no projeto. Por isso, escolha os materiais com cuidado, preferindo os certificados, além de optar pelos sustentáveis. Dentre as opções mais conhecidas, estão as luminárias de LED, por exemplo.

Outra dica importante é se manter fiel ao projeto inicial. É comum, durante a execução de uma obra, o proprietário querer mudar a ideia inicial, fazendo alterações (achando, muitas vezes, que são coisas muito simples). Mudar de ideia no meio da obra gera gastos desnecessários e não esperados, desperdiçando tempo e dinheiro.

Por isso, tenha certeza absoluta do que quer fazer, e do caminho que seguirá, as etapas etc., antes de iniciar a obra. Reduzir os desperdícios otimiza o tempo e o dinheiro investidos naquele projeto. Então, quando for começar uma reforma, fique atento nessas dicas que demos hoje! E boa sorte!

Como lidar com a inadimplência no seu condomínio

A inadimplência é um dos principais motivos de desavenças e antipatias entre os condôminos e o síndico, que tem, entre suas funções, a (chata) tarefa de cobrar dos inadimplentes o que estão devendo ao condomínio. No post de hoje, falaremos um pouco sobre esse assunto delicado e desconfortável. Acompanhe…

Infelizmente, a inadimplência aumentou muito nos últimos meses, devido à crise político-econômica enfrentada pelo Brasil. Por causa dela, muitos funcionários foram demitidos e, por causa do desemprego, muitos condôminos ficaram sem ter como arcar com sua taxa condominial (e outras cobranças).

Para se ter uma ideia, em março deste ano, o número de ações judiciais de cobranças de condomínio cresceu 40,2% em relação ao mesmo período de 2015. Só a partir desse dado já podemos imaginar a gravidade da situação.

O síndico, muito cobrado pelos outros moradores (que acabam arcando com as despesas não pagas pelos vizinhos inadimplentes), pode exercer esse papel de ir conversar com o condômino devedor, mas é importante enaltecer que seu poder, em relação a esse assunto, é limitado.

Destaca-se que o fundamental, nessas situações, é que a cobrança seja realizada muito rápida. Ou seja, assim que passou o vencimento, caso o pagamento não tenha sido feito, deve ser enviado um email ou feita uma ligação telefônica para quem está devendo. Em casos mais críticos, sim, é aconselhado ingressar com uma ação judicial (que ficou mais rápida com o novo Código de Processo Civil).

Outros pontos que devem ser salientados são que 1- o síndico não tem a liberdade de conceder descontos para o devedor; 2- mesmo que os condôminos (e/ou o próprio síndico) fiquem revoltados com a situação, é proibida qualquer medida que cause constrangimento ao condômino devedor, como, por exemplo, expor no quadro de avisos do prédio os nomes dos devedores ou impedir que ele use as áreas comuns.

Dentre as consequências para o inadimplente, podemos citar algumas, como:

  1. A penhora de sua conta bancária (a Justiça pode fazer a penhora online, resgatando dinheiro de sua conta) ou de bens (como um carro ou o próprio imóvel), para que a dívida seja paga;
  2. Multas de 2% e juros de 1% podem ser acrescidos à sua dívida, dependendo da convenção condominial;
  3. Seu nome pode ficar sujo/negativado nos sistemas de proteção ao crédito (o que o impedirá de conseguir um financiamento em banco ou comprar coisas parceladas);
  4. O inadimplente pode ser vetado de participar de votações das assembleias e até mesmo estar presente nelas, mesmo que sejam tópicos importantes.

Conclusão, ninguém quer nenhum desses aborrecimentos para a sua vida, né, principalmente um combo deles! Se você estiver achando que não conseguirá pagar a próxima taxa condominial ou já tem um problema de taxas atrasadas, procure o síndico e a administradora e tenha uma conversa franca, buscando uma solução para isso.

Agora, caso seja um condômino, paga sua taxa em dia e sabe que seu prédio tem caso(s) de inadimplência, converse com o síndico e indique para ele esse post. Já se você é o síndico, respire fundo! Faz parte dos seus deveres cobrar dos devedores uma atitude, porém, não há muito que você, sozinho, possa fazer. Se a conversa não adiantar, pode ser a hora de acionar a Justiça para tentar sanar o problema. Boa sorte!

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