Categoria: Dicas

Você já conhece as tintas térmicas?

Você aí, já usou ou ouviu falar da tinta térmica? Pois fique sabendo que, além do ar condicionado e do ventilador, existem outras opções para aliviar o calor dentro de sua casa ou prédio/condomínio. Continue lendo o post de hoje e saiba mais sobre essa novidade.

A maioria dos brasileiros sofre com o calor excessivo na maior parte do ano, mas, principalmente, durante o verão. Por isso, os ventiladores e aparelhos de ar-condicionado se tornam melhores amigos do homem, bem ao contrário das contas de energia elétrica, que vão às alturas nesse período.

Desenvolvida pela Nasa, a tinta térmica é feita à base de água e microesferas de vidro, refletindo até 99% os raios solares incidentes sobre a superfície. Além de refletir a luz solar, elas (microesferas) contribuem para reduzir a condutividade térmica dos revestimentos.

Segundo a empresa brasileira WC, a tinta pode reduzir em até 15ºC a temperatura da telha e até 30% da temperatura ambiente. Com tudo isso, a tinta reduz o uso de certos aparelhos elétricos, diminuindo em até 60% o consumo de energia elétrica em edificações, residenciais ou não.

Ela pode ser utilizada em qualquer superfície (sendo mais eficaz nas partes que recebem maior incidência solar) e, pasme, custa apenas cerca de metade do poliuterano, muito usado para isolar temperaturas.

Constatou-se, então, que um ambiente bem ventilado e protegido pela tinta térmica pode, inclusive, substituir o uso do aparelho de ar condicionado – faça as contas e verifique a economia na sua conta de luz!

E aí, o que achou dessa novidade? Que tal experimentar?! No Brasil, podemos encontrar essa tinta em alguns fornecedores. Pra facilitar, vale uma busca no Sr. Google. Depois conta pra gente! 😉

Com calor intenso no Rio, veja cuidados com a saúde dos cães

O Rio de Janeiro começou o ano com 11 dias seguidos de sensação térmica acima dos 40ºC. Se a vida cotidiana está difícil para os seres humanos e seus poucos pêlos, para os cães a sobrevivência no clima quente é ainda mais complicada. O G1 ouviu donos de animais e veterinários em busca de dicas de cuidado para evitar, entre outros problemas, a hipertermia – a elevação da temperatura interna do corpo.

Em locais com grande circulação de animais, como no Parcão da Lagoa Rodrigo de Freitas, os donos trocam dicas sobre como amenizar os efeitos da temperatura.

“No calor, a gente tenta deixar eles em casa no período de 10h às 17h, que é muito quente para eles. E quando a gente volta da rua, a gente tenta umedecer, passar um paninho molhado para eles refrescarem, além de deixar o ar ligado o maior tempo possível”, explicou a advogada Fernanda Mattos, que cuida de Bebel, Mag e Thor.

“Diferente da gente, os cães não transpiram como nós. A gente transpira, está suando, a gente troca calor. Esfriando o corpo pela perda de água. O cão também perde água, mas de uma forma diferente, através da respiração. Ou seja, ele transpira, basicamente, pela língua. Não é uma transpiração, é uma troca de água, uma troca de calor. O animal tem que respirar bem para ter uma troca de calor definida e bem feita”, explica o veterinário Rubem Bittencourt, membro do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio de Janeiro.

Como respirar bem é fundamental para o bem estar dos animais, de acordo com Rubem, os donos de raças com focinho chato, como buldogue e boxer, devem prestar atenção à respiração de seus animais. Mas as dicas de cuidado com os bichinhos valem para todos as raças.

“É importante observar a hora que sai com os cães. Não sair em um horário de calor, procurar andar na sombra, levar uma vasilha com água é interessante, para ele poder beber. Se for preciso, jogar água no cão também. São medidas preventivas que ajudam a evitar acidentes mais graves. Lembrando também que as patas também sofrem com o calor”, explicou Rubem.

Segundo ele, é preciso estar atento aos primeiros sinais de que o cachorro precisa de ajuda. Respeitar o limite do animal é fundamental.

“Sentiu que o cachorro está respirando muito forte, muito rápido, a melhor coisa é: acalme o cachorro, dê água para ele e jogue uma água para esfriar a temperatura corporal.”

Caso o animal não se recupere, os donos devem procurar o serviço médico veterinário imediatamente.

Picolé de água de coco

Na clínica onde Rubem Bittencourt trabalha, o número de atendimentos por hipertermia aumenta 30% no verão. Jogar água no cão e fazer agrados com água ou água de coco congeladas também são ideais para fazer com que o bicho fique mais confortável.

Essa estratégia já é usada pela comerciante Taissa Vaillé. Seus dois cães, Sansão e Vida, são alucinados em picolés de água de coco congelada.

“Um dia que estava muito quente eu dei uma pedrinha de gelo para eles, que adoraram. Passei a dar gelo sempre. Um dia resolvi testar o picolé. Comprava um para mim e outro para eles. O veterinário sempre falou que tinha que ser fruta e que não fosse cítrica. Aí a gente passou a fazer em casa o picolé de água de coco. A gente faz na forminha de coco ou de picolé. Eles adoram. É a sensação aqui em casa”, explica Taissa. As fotos dos animais não deixam dúvidas sobre como eles gostaram. Agora, quando alguém abre o congelador, os cães ficam atentos, esperando pela guloseima.

(G1)

Medidas simples para reduzir a conta de luz

Trocar lâmpadas e aproveitar a luminosidade dos dias mais longos estão entre elas

Aproveitando os dias mais longos, por conta do horário de verão o Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro) dá dicas para quem quer poupar. Ao contrário do que muitas pessoas pensam para poupar não é preciso abrir mão do conforto. De acordo com o Inmetro, algumas medidas simples, como trocar as lâmpadas, desligar aparelhos em stand-by e optar por produtos eficientes, são medidas eficazes.

A orientação do Inmetro ao consumidor é que, na hora de comprar os produtos, dê preferência para os aparelhos que tenham o selo de classificação do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE).

Com medidas como as citas, o consumidor pode ter uma economia média de aproximadamente R$ 894 ao ano. Esse cálculo foi feito com base em uma casa de dois quartos, com refrigerador, televisão na sala, máquina de lavar, três ventiladores de teto, um chuveiro elétrico, um aparelho de ar-condicionado e pontos de luz em todos os cômodos.

A primeira dica é aproveitar luminosidade natural durante o horário de verão, reduzindo o tempo de acendimento de lâmpadas. Trocar as lâmpadas incandescentes por fluorescentes pode gerar uma economia média de R$ 145,10 por ano, se considerarmos um ponto de luz em cada cômodo.

Se o consumidor for comprar um eletrodoméstico novo, é importante levar em conta a etiqueta de eficiência energética, com a classificação de A a E feita pelo Inmetro, sendo A o mais e E o menos eficiente.

Em alguns casos é possível comprar um produto novo somente com a economia gerada durante a sua vida útil. “Ao adotarmos uma escolha consciente, induzimos o desenvolvimento tecnológico e a melhoria do produto. No caso das geladeiras frost-free, a economia é de R$ 184 por ano. Ao final de cinco anos, o consumidor praticamente troca de aparelho com o que economizou. Comprar produtos classificados como A é sempre uma vantagem para o bolso”, ressalta Marcos Borges, responsável pelo PBE.confira dicas do inmetro para economia de energia

Confira dicas do inmetro para economia de energia

Lâmpadas

Em geral, a fluorescente compacta é quatro vezes mais econômica e dura de oito a dez vezes mais do que a incandescente, que você talvez ainda esteja usando em casa (fique atento: no mercado, as incandescentes com potência de 41 até 60W não podem mais ser vendidas desde julho de 2016). Em um ano, somente trocando as incandescentes por fluorescentes compactas equivalentes a economia é de cerca de R$ 145,10 (já incluindo o gasto com as lâmpadas novas, em um apartamento de dois quartos). Considere também substituição por lâmpadas LED, que os fabricantes indicam durar 25 mil horas ou mais.

Geladeiras São classificadas quanto à eficiência energética. Um refrigerador frost-free pode economizar mais de R$ 180 por ano. Em cinco anos, a economia é de quase R$ 1 mil reais, praticamente o valor de uma geladeira nova.

Televisores A etiquetagem refere-se ao consumo em modo espera (stand-by). Um televisor ligado na tomada, em modo espera, pode gastar até R$ 2 por mês. Se somarmos todos os aparelhos de TV da casa, além do forno de micro-ondas e outros que ficam ligados direto na tomada e que possuem lâmpada em modo de espera (stand-by), a conta de energia pode aumentar até R$ 2 por aparelho. Por isso, desligue-os da tomada quando não for usar.

Condicionadores de ar Para iniciar o uso, feche as portas do ambiente, ligue no máximo e espere refrigerar. Depois, pode-se diminuir a intensidade de refrigeração para manter a temperatura confortável. É importante não deixar as portas abertas. E, caso ninguém esteja usando o ambiente, desligue o aparelho.

Chuveiros elétricos Esta etiquetagem é diferente, pois, em vez da eficiência energética, o Inmetro classifica a potência do aparelho. A diferença de um chuveiro B (menos potente disponível hoje no mercado) para um G (mais potente) pode variar entre R$ 9 e R$ 12 por pessoa por mês, em média (estimando-se banhos de 8 minutos). Tomando-se como exemplo uma família de quatro pessoas, seria possível uma economia mensal de até R$ 48/mês (R$ 576/ano).

Para chuveiros, são duas as principais dicas: Compre o produto mais adequado a sua localidade: se você mora em uma região quente do País, um chuveiro A , B ou C é suficiente para aquecer a água a uma temperatura confortável. Se você mora em uma região mais fria, chuveiros E, F e G, em tese, seriam mais adequados.

Em dias mais quentes, use o chuveiro no modo “verão” ou potência mínima. Um chuveiro classificado como ‘D’, bastante comum em uma cidade como o Rio de Janeiro, consome em média 23kWh/mês. Multiplicando pela tarifa média no Brasil (R$ 0,70 o kWh), o gasto aproximado é de R$ 16 por pessoa, em cada mês. Uma família que utiliza o aparelho na posição “verão” gasta a metade deste valor.

Fonte: Bem Paraná

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