Todo cuidado é pouco na hora de viajar e deixar imóvel sem ninguém

Quem planeja viajar durante o período de férias escolares e pretende deixar a casa sem ninguém deve ficar atento a alguns cuidados em relação à segurança da residência. Os imóveis podem se tornar um alvo fácil para invasores. Por isso, é importante o morador se precaver a fim de evitar problemas dentro de casa.

Para o professor do curso de Segurança Predial do Secovi-Rio, o facilitador Thiago Goethnauer, o morador não deve demonstrar sinais de ausência ou abandono da residência. “O problema é que o invasor vê nesse período uma oportunidade de furto. Por isso, a residência não pode parecer que está desocupado”.

Existem as orientações óbvias: trancar portas e janelas, fechar os registros de água e gás e desligar o quadro geral de luz. No entanto, o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) recomenda outras: deixar a chave e um telefone de contato com um parente ou amigo, de preferência que não more no local, e também avisar algum vizinho sobre a ausência momentânea da família, pois ele poderá ficar atento a alguma movimentação irregular na residência.

Além disso, é importante não acumular sujeira, jornais e revistas na porta de casa e evitar luzes acesas durante 24 horas. Deve-se pedir para as correspondências serem entregues na portaria do condomínio. Por fim, o sindicato também avalia que o morador não deve informar a data de retorno aos funcionários do condomínio.

(Fonte: O Dia)

Dicas para quem tem um imóvel e gostaria de alugá-lo

Quem tem um imóvel desocupado e gostaria de gerar alguma renda extra deve considerar a ideia de alugá-lo. Porém, para quem não tem experiência na área, dúvidas sobre muitos assuntos podem surgir, como documentação, gastos, inquilinos, regulamentações, etc.

Para ajudar a resolver algumas dessas questões, separamos algumas dicas especiais. Confira!

A aparência do imóvel é essencial. Por lei, o proprietário deve comercializar um imóvel que tenha boas condições de ser habitado. Mas a questão visual vai muito além disso: para alugar mais rápido o imóvel, é importante que ele tenha uma boa aparência, para atrair possíveis futuros inquilinos. Ainda que a propriedade esteja fechada há algum tempo, sua manutenção deve ser feita periodicamente, para evitar surpresas desagradáveis na hora de mostrá-lo a um pretendente.

Também é interessante que o imóvel seja anunciado em portais especializados em mercado imobiliário. Em tempos de tecnologia em alta, as redes podem ser grandes aliadas. Tire fotos dos ambientes em ângulos que os favoreçam. Garanta que a iluminação seja boa, para mostrar que o espaço é iluminado e arejado, e mostre detalhes de armários, mobília que possa ficar no imóvel, janelas, portas e etc.

Uma parte fundamental da locação é a financeira. Defina um preço de aluguel compatível com o mercado e com o imóvel divulgado, levando em consideração sua localização, metragem, condições e vizinhança. A faixa de preço é imprescindível para o público que, muitas vezes, faz a pesquisa de acordo com o preço que pode pagar.

Após receber alguma resposta de um interessado, é a hora de mostrar a ele que este é o imóvel ideal. A melhor maneira de fazer isso é disponibilizando-o para visitação, facilitando ao máximo o acesso ao local. Mas tenha em mente que é sempre melhor agendar visitas para que ninguém perca tempo. E procure ser flexível em relação aos horários, já que muita gente trabalha até tarde, e sua única chance de visitar o imóvel seria além do horário comercial ou aos finais de semana.

E, é claro, ao fechar o negócio, conheça bem o inquilino. É essencial que haja uma conversa entre ambas as partes para entender as expectativas da pessoa, oferecer informações e tirar dúvidas. Conhecer a saúde financeira do inquilino também é imprescindível, já que deve saber se ele terá condições de cumprir com o pagamento do aluguel. Para isso, peça ao locatário certidões e documentações que comprovem que ele não tem qualquer tipo de problema com a Justiça ou que esteja devendo dinheiro para alguém.

Essas são algumas das etapas fundamentais do processo de alugar um imóvel. E como você pode ver, não é uma tarefa simples. Por isso, para quem não quer ter dores de cabeça com todo esse processo e quer maior tranquilidade e segurança, nada melhor do que contar com a assessoria de profissionais especializados.

Aqui na Atlântida, já são 49 anos de atuação destacada nesse segmento, dando todo o suporte que proprietários e inquilinos de imóveis residenciais ou comerciais precisam. Ajudamos com a avaliação segura e criteriosa do valor do aluguel e na análise dos documentos e garantias dos candidatos a inquilinos e fiadores. Também elaboramos e emitimos mensalmente o boleto de cobrança para cada inquilino, controlando o recebimento dos aluguéis, taxas e acompanhando os inadimplentes, entre outras muitas facilidades. Conte com a nossa expertise!

Para mais informações sobre nossos serviços e facilidades para locações, acesse nosso site: http://www.atlantida-adm.com.br/locacoes/

 

Micro e pequenas empresas poderão ingressar no eSocial em novembro

Micro e pequenas empresas poderão ingressar no eSocial, a partir de novembro. Hoje (11), foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (11/7), a Resolução nº 4 do Comitê Diretivo do eSocial permitindo que micro e pequenas empresas – que são aquelas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões – e Microempreendedores Individuais (MEI) possam ingressar no programa que unifica as informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas dos empreendedores em um banco de dados administrado pelo governo federal.

A Receita Federal lembra que somente os MEI que têm empregados precisarão prestar informações ao eSocial. Atualmente, são aproximadamente 155 empregadores.

A obrigação de ingressar no eSocial para micro e pequenos empreendedores e para os MEI será somente em novembro, mas a norma publicada hoje oferece a opção de ingresso já na próxima segunda-feira (16), juntamente com empresas privadas do país que têm faturamento anual inferior a R$ 78 milhões. No caso dessas empresas, o ingresso no eSocial é obrigatório a partir de segunda-feira.

Desde janeiro deste ano, o eSocial já está em operação para as grandes empresas – que possuem faturamento anual superior a R$ 78 milhões – e que formam, no âmbito do eSocial, as chamadas empresas do primeiro grupo. Atualmente, 97% delas já integram as bases do eSocial.

Quando totalmente implementado, o eSocial reunirá informações de mais de 44 milhões de trabalhadores do setor público e privado do país em um mesmo sistema e representará a substituição de até 15 prestações de informações ao governo – como GFIP, RAIS, Caged E DIRF – por apenas uma.

Fases de implantação

Assim como está acontecendo com as grandes empresas e como ocorrerá com os entes públicos, a implementação do eSocial para as empresas do segundo grupo – excluídas neste momento a obrigatoriedade de pequenas empresas e de MEI – se dará de forma escalonada, dividida em cinco fases, distribuídas de julho a janeiro de 2019. Dessa forma, os empregadores incluirão gradativamente suas informações no sistema.

A partir do dia 16 de julho até o dia 31 de agosto deste ano, os empregadores deverão enviar ao eSocial apenas informações de cadastro e tabelas das empresas. Em relação aos MEI que possuam empregados e que optem por já ingressar no eSocial, o Comitê Gestor do eSocial esclarece que, na prática, eles não terão nenhuma informação para prestar antes de setembro, já que os dados da 1ª fase (cadastro do empregador e tabelas) são de preenchimento automática pela plataforma simplificada que será disponibilizada para este público.

Apenas a partir de setembro, os empregadores do segundo grupo precisarão incluir na plataforma informações relativas a seus trabalhadores e seus vínculos com as empresas, como admissões, afastamentos e demissões, por exemplo. Finalmente, de novembro até o final de 2018, deverão ser incluídos dados referentes às remunerações dos trabalhadores e realizado o fechamento das folhas de pagamento no ambiente nacional.

Em relação às micro e pequenas empresas e aos MEI, como esses estarão obrigadas ao eSocial somente a partir de novembro – quando ingressarem no sistema eles deverão prestar as informações referentes às três fases iniciais do cronograma.

Em janeiro do ano que vem haverá, para o segundo grupo como um todo, a substituição da Guia de Informações à Previdência Social (GFIP) pelo eSocial e a inserção de dados de segurança e saúde do trabalhador no sistema.

Os empregadores pessoas físicas, contribuintes individuais – como produtor rural e os segurados especiais – somente deverão utilizar o eSocial a partir de janeiro de 2019.

Plataforma simplificada

Nos próximos dias, serão ser disponibilizados os novos portais do eSocial, onde os empregadores poderão inserir diretamente as informações, sem necessidade de sistemas para integração.

Também será disponibilizada, a partir do próximo dia 16, a plataforma simplificada destinada aos MEI. Nesse ambiente simplificado – semelhante ao eSocial do Empregador Doméstico – não será necessário o uso de certificado digital, podendo o empregador acessá-lo apenas por código de acesso. A plataforma simplificada permitirá ao microempreendedor realizar cálculos automáticos via sistema, como o que realiza o cálculo de rescisões e a ferramenta de férias, por exemplo.

Segundo a Receita, a maioria dos MEI – que não possuem empregados e por esta razão não estarão obrigados ao eSocial – continuarão prestando contas normalmente ao governo por meio do Simei, o sistema de pagamento de tributos unificados em valores fixos mensais voltados para aos microempreendedores individuais e que lhes garante a isenção de impostos federais como o Imposto sobre Produtos Industrializados, por exemplo. Para este público, nada muda.

Fonte: Agência Brasil

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