Categoria: Dicas

Feng shui na decoração da casa

Para os praticantes do Feng Shui, são vários os fatores que afetam nossa energia e a dos elementos à nossa volta, inclusive a decoração. Mesmo quem não conhece a fundo essa ciência chinesa milenar pode adotar certas medidas, melhorando a fluidez dos espaços.

Por isso, resolvemos trazer, hoje, um post que alia o Feng Shui e a decoração de interiores, com dicas simples, divididas por ambientes da casa. Se você se interessa pelo assunto ou ficou curioso agora, continue lendo a matéria e confira tudinho, a seguir.

Entrada principal

  • Em frente à porta de entrada, não devem ficar espelhos, o que pode expulsar a sorte. Prefira-os no corredor próximo à parte, trazendo boas energias.
  • Objetos decorativos (quadros, vasos etc.) próximos à porta demonstram que você é um bom anfitrião, mas eles não devem impedir a abertura total dela.

Sala de estar

  • Posicione o sofá encostado na parede, transmitindo segurança, proteção e estabilidade, além de manter aberto o campo de visão.
  • O centro da sala é o responsável por irradiar força e paz. Nesse lugar, coloque uma mesa de centro, lustre, tapetes e outros objetos arredondados.
  • Prefira o branco e as cores naturais da terra para esse espaço, transmitindo tranquilidade. Mescle com detalhes em cores vivas, incentivando a interação.

Cozinha

  • Ícone de prosperidade e riqueza, deve estar sempre bem iluminada, o que traz a sensação de segurança.
  • Alimentos (como frutas) e objetos decorativos coloridos devem ser mantidos à vista, prospectando fartura e criatividade no preparo das refeições.
  • Elementos fogo (fogão e micro-ondas, por exemplo) devem separados com móveis de maneira ou aço dos elementos água (geladeira, lava-louças etc.).

Banheiro

  • Maior vilão da fuga de energia (por conta da circulação de água), deve ter sua porta sempre fechada.
  • Aposte em vasos com terras e plantas naturais, estabilizando vibrações.
  • Verifique constantemente o sistema hidráulico. Além de custos elevados na conta de água, vazamentos trazem desequilíbrio.

Quarto de casal

  • Mantenha o ambiente organizado, livrando-se da bagunça e objetos que não estão sendo usados. Entulho é sinônimo de energia parada.
  • Sobre a cama, não pendure prateleiras, armários e quadros pesados. Eles dão a percepção de opressão, resultando em dores e sono agitado.

Quarto de criança

  • A madeira simboliza vida e crescimento. Por isso, decore esse ambiente com móveis e painéis desse material.
  • Televisão e computador emitem ondas magnéticas que prejudicam o sono. Ao instalar esses aparelhos no quarto, garante que estejam a, pelo menos, 1m50 da cabeceira da cama.

Viram só?! São dicas fáceis e que qualquer um de nós pode aplicar em nossos lares, não é verdade?! Esperamos que tenham gostado do post e que utilizem essas informações em sua casa, melhorando o fluxo de energia.

A importância da higienização da caixa d’água

Dentro de um condomínio residencial, muitos são os detalhes importantes no cotidiano coletivo e, entre eles, está a caixa d’água, que deve ser higienizada periodicamente – semestral ou anualmente. Sobre esse assunto, falaremos no post de hoje. Confira a seguir!

Mesmo não sendo algo que os moradores tendem a observar, já que fica “escondida”, a manutenção e limpeza da caixa d’água devem cumprir regras. Elas influenciam a qualidade da água que abastece os condôminos, o que é um fator muito importante na saúde de todos os moradores.

A higienização da caixa, além de garantir a pureza da água distribuída para as unidades, evita entupimentos por conta de resíduos. E a manutenção correta também garante que tudo esteja certo, prevenindo, por exemplo, furos e rachaduras, que são um convite a insetos, inclusive ao temido Aedes aegypti.

Para que a limpeza seja feita de forma correta e completa, deve-se, primeiramente, retirar toda a água da caixa, escovando bem seu interior. Vale ressaltar que não devem ser usados produtos químicos, como sabão em pó e detergente, que podem contaminar a água.

A melhor época para realizar essa tarefa são os meses de março/abril e setembro/outubro, preparando o condomínio para o uso mais frequente da água no período do verão – e, é claro, posteriormente, durante o resto do ano.

Uma correta e eficiente higienização depende de quem a faz. Por isso, o profissional responsável pelo serviço deve estar atento e ciente do que está fazendo. De forma simplificada, o passo a passo é o seguinte:

  1. Checar a situação estrutural e externa da caixa;
  2. Fechar a entrada de água;
  3. Esvaziar o reservatório;
  4. Escovar as paredes internas e tampa;
  5. Eliminar toda a sujeira;
  6. Enxaguar;
  7. Esvaziar novamente;
  8. Fechar adequadamente, impedindo a entrada de qualquer substância;
  9. Anotar a data da limpeza;
  10. Deixar o reservatório encher.

É necessário efetuar uma análise bacteriológica para verificar que a água está realmente limpa, sem nenhuma infecção. Testes de potabilidade da água (feitos em laboratórios especializados) também são importantes, que servem para identificar a presença de germes e bactérias.

Com todas essas informações que disponibilizamos hoje, a caixa d’água do seu condomínio tende a ficar realmente limpa, livre de resíduos, bichinhos e quaisquer sujeiras. Esperamos ter te ajudado nesse quesito, tão importante, mesmo que não tão falado, de um prédio.

Problemas relacionados às vagas de garagem do condomínio

Dentro de um condomínio, muitas são as razões que podem gerar polêmicas entre os vizinhos e, entre elas, são campeãs nos temas de discussões as vagas de garagem. Por isso, para te ajudar a manter a harmonia entre os condôminos, resolvemos abordar esse tema no post de hoje. Confira!

A maioria dos prédios tem, em seu Regulamento Interno e/ou Convenção, normas e indicações bastante específicas para o uso da garagem por parte dos condôminos. Isso é necessário, e, se, por algum acaso, seu condomínio não conta com esses suportes, já passou da hora de providenciar um documento assim.

Porém, a existência dessas regras não garante a paz entre os moradores, que, mesmo assim, enfrentam problemas. Dentre os mais comuns estão as vagas compartilhadas, estacionamento em lugar errado, carros maiores que a vaga disponível e amassados e arranhões.

De qualquer forma, na hora desses conflitos que possam surgir, o primeiro passo é ler, atentamente, a Convenção. Através dela, o síndico poderá saber que providências tomar, observando suas determinações. Na realidade, são muitos os casos e também as consequências das situações, que dependem dos preceitos de cada condomínio.

Por exemplo, na maioria dos casos, é estipulado que cada vaga de garagem é destinada a apenas um automóvel. Isso quer dizer que o condômino precisa escolher entre parar um carro ou uma moto. Isso também pode significar que outros objetos, como móveis e entulhos, não podem ser estocados no local.

O que vem ocorrendo, especificamente sobre vagas para motos, é de, em condomínios mais modernos, um espaço extra em áreas comuns ser revertido para vagas adicionais exclusivamente de motos. Porém, condomínios mais antigos não acompanham essa tendência.

Por conta disso, uma alternativa para a falta de espaço, nesse caso, pode ser a tolerância da guarda de um carro e uma moto na mesma vaga. Isso pode ser implementado sempre que os outros moradores não sejam incomodados. De qualquer forma, essa medida deve ser aprovada pelos moradores, em Assembleia.

Assim como ela, qualquer sugestão ou nova norma deve ser discutida em Assembleia, com a presença dos moradores, e, assim, ser aprovada ou não. Vale destacar que qualquer mudança não pode prejudicar o sossego e segurança de todos os moradores, para que nenhum se sinta prejudicado.

Outro ponto importante é o oferecimento de vagas especiais, como maiores e/ou mais perto dos elevadores, por exemplo, para idosos e deficientes físicos. Isso não é obrigação do condomínio, porém, por uma questão de bom senso e gentileza, essas pessoas podem ter, sim, acesso facilitado. Se houver sorteio de vagas de garagem, recomenda-se, então, que as pessoas de mobilidade reduzida sejam beneficiadas.

Já quando o assunto é a venda ou aluguel de vagas de garagem, essa comercialização ficou proibida, desde abril de 2012. Se a pauta for o aluguel de vagas para outros condôminos, isso já é permitido. Caso o morador tenha uma vaga a mais, pode, sim, alugar para algum vizinho.

Mas vagas só podem ser alugadas ou vendidas para pessoas de fora do condomínio se isso estiver expresso na Convenção. Se não houver essa autorização explícita e os condôminos queiram mudar, é necessária a aprovação por dois terços nos condôminos, em Assembleia, como já afirmamos sobre qualquer mudança.

Seja qual for o problema que pode gerar alguma confusão ou dúvidas entre os condôminos dentro das garagens residenciais, é necessário, antes de tudo, o respeito e o bom senso. O condomínio, através do síndico, deve tentar administrar essas situações, que podem resultar em conflitos, a fim de evitá-las.

Em casos de descumprimento de regras que já estejam na Convenção e/ou Regulamento Interno, o infrator pode (e deve) ser penalizado, com as advertências que estejam estipuladas nos documentos, inclusive com a aplicação de multas, caso estejam previstas.

Então, independente do obstáculo encontrado, recomenda-se, sempre, uma leitura bem feita da Convenção do condomínio e uma boa conversa entre os moradores que estejam enfrentando alguma dificuldade. Depois, se necessário, pode-se levar o tema para uma reunião em Assembleia. Esperamos ter ajudado!

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