Categoria: Condomínios

Piscina e férias no condomínio: quais os cuidados que devem ser tomados?

No calor, o principal desejo de quem tem piscina no condomínio é aproveitar para se refrescar. Como estamos entrando no período de férias, esses momentos ficam ainda mais frequentes. Porém, é essencial lembrar que essa área do condomínio necessita de cuidados especiais, tanto em relação à manutenção quanto à segurança.

Para garantir o bom uso das piscinas e manter a segurança de adultos e crianças, é necessário que o condomínio tenha algumas instruções de uso, tanto para moradores quanto para visitantes. Para evitar maiores problemas, essas regras de uso devem ser definidas em Assembleias e disponibilizadas a todos no regimento interno.

Separamos, a seguir, algumas orientações para manter a manutenção e a segurança das áreas de piscina, especialmente em épocas de maior fluxo de pessoas, como as férias. Confira!

 

  • Em relação à higiene do espaço, o primeiro a se pensar é sobre o tratamento da água, que deve ser feito de maneira adequada. Para evitar contaminações, a limpeza da água da piscina deve ser realizada de forma contínua. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) dispõe de duas normas que orientam sobre a questão, a NBR 11238 e a NBR 10818. Entre as regras mais comuns, está a proibição da entrada e consumo de alimentos e o uso de óleo bronzeador, além da obrigatoriedade do banho na ducha antes de entrar na piscina.
  • É essencial que todos os moradores sejam comunicados sobre as normas de uso dos espaços de lazer do condomínio. O descumprimento das normas de uso pode ocasionar uma série de complicações e conflitos. Por isso, o síndico deve promover uma comunicação eficaz entre todos os que frequentam o condomínio.
  • A manutenção preventiva também é de responsabilidade do síndico, mas, dependendo do tamanho do condomínio, pode ser atribuída a uma empresa terceirizada especializada neste tipo de serviços. Podemos citar, como medidas de segurança, as seguintes medidas:

    – Instalação de dispositivos contra sucção;
    – Manter e verificar a potência adequada do motor da bomba de sucção para cada tipo de piscina;
    – Ter profissionais responsáveis pela limpeza constante da água;
    – Manter constante atenção ao estado dos ralos, substituindo-os quando necessário;
  • Manter a área da piscina bem sinalizada é essencial para a segurança de todos. Além disso, ao deixar as regras de uso visíveis a todos, é mais fácil que sejam cumpridas. Também é importante que o condomínio ofereça fácil acesso às pessoas com mobilidade reduzida, utilizando recursos como pisos antiderrapantes, corrimãos, etc.

Segurança deve aumentar no período de fim de ano nos condomínios

Rio – No fim do ano, os condomínios costumam ter um fluxo maior de visitantes por conta das férias escolares e dos dias de descanso proporcionados pelas festas de Natal e Ano Novo. Segundo especialistas, também é preciso ter cuidado nesse período, que é propício para ocorrências de roubos nas residências e condomínios.

Mesmo assim, os moradores se descuidam e esquecem de colocar em prática regras básicas de segurança. Para as pessoas que moram em condomínios, a dica é evitar, ao máximo, divulgar os dias que os moradores ficarão ausentes do imóvel, fechar bem portas e janelas e fornecer antecipadamente a autorização na portaria sobre prestadores de serviço. Amilton Saraiva, especialista em condomínios da GS Terceirização, explica que em casas outros pontos também devem ser levantados. “É preciso evitar luzes acessas 24h, acúmulo de contas, folhas e jornais, pois dá a sensação de casa vazia”, alerta.

De acordo com Thiago Goethnauer, especialista em segurança predial, os locais mais críticos do condomínio são a garagem e a portaria. “Cerca de 90% dos criminosos acessam esses os locais para praticar os crimes. Por isso, a importância de ter um bom controle de acesso”, afirma.

Para isso, ele sugere que os porteiros tenham um cadastro dos moradores e também das pessoas que vão acessar o condomínio para criar um controle de fluxo, com treinamento e capacitação para os funcionários.

Goethnauer afirma que essas regras de segurança são pouco debatidas nas reuniões de condomínio e que muitas vezes não constam nem no regimento interno. “Há casos em que as construtoras não entregam os edifícios com todos os recursos de segurança garantidos. É importante conscientizar os moradores e funcionários para ter uma atitude ao longo do ano todo, no qual o condomínio tenha uma cultura de segurança”, finaliza.

Fonte: O Dia

Como evitar os problemas mais comuns em reformas no condomínio

As obras e manutenções são fundamentais para que os prédios e condomínios ofereçam sempre conforto e segurança para seus moradores. Só que, como todos sabem, as reformas podem trazer complicações se não forem bem planejadas e estruturadas. Para evitar que os problemas com as obras tragam maiores prejuízos, separamos 3 dicas importantes. Confira a seguir!

  1. O primeiro passo deve ser o planejamento. É nessa fase em que o responsável deve buscar todas as informações sobre a obra a ser realizada e sua finalidade. Se possível, o ideal é que o condomínio contrate um especialista para gerenciar e fazer esse planejamento, diminuindo os riscos de algum incidente.
  2. Após definir quais mudanças serão feitas, é necessário prever os gastos, levando em consideração o custo do serviço, dos materiais e da mão de obra, além de como ela será paga. Lembre-se: pagamentos à vista podem ter maior negociação. Além disso, se for uma obra emergencial, manobrar o dinheiro de outros fundos pode ajudar o condomínio a se capitalizar e fazer o pagamento à vista, diminuindo o rateio entre os moradores.
  3. O artigo 1.348 do Código Civil define os tipos de obras em condomínios, que podem ser classificadas como necessárias, úteis ou voluptuárias. Dependendo de qual delas for o caso, é essencial que se convoque assembleia extraordinária para aprovação da reforma e seus custos. A partir disso, a empresa responsável poderá dar início aos trabalhos.

Seguindo esses passos, é provável que os problemas no meio do percurso sejam menores. Porém, ainda é possível que aconteçam. A seguir, listamos os mais comuns:

  • Contratos mal elaborados, com falhas no diagnóstico e na solução dos problemas;
  • Atrasos no cronograma;
  • Materiais de baixa qualidade e durabilidade empregados na obra;
  • Dificuldade para acionar a garantia;
  • Acidentes de trabalho envolvendo os profissionais que estão trabalhando na obra;
  • Processos trabalhistas movidos por funcionários de terceiros, que trabalharam na obra de forma irregular.

Tais questões podem ser resolvidas de uma maneira muito simples: ao contratar uma empresa para a realização das obras, certifique-se que ela é idônea e com boa reputação. O síndico pode fazer uma checagem detalhada das credenciais apresentadas, e verificar se a mesma está registrada junto ao CREA ou CAU, e na Junta Comercial. Além disso, busque referências de obras realizadas em outros condomínios.

 

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