Categoria: Condomínios

Dicas para ter um cachorro ou gato em casa

A cada dia que passa, mais pessoas moram em apartamentos, seja pela segurança, pelo conforto ou pelo preço, que, muitas vezes, é menor do que uma casa grande. Mas pode surgir uma dúvida: e quem tem um animal de estimação?

Para ajudar o seu pet a se adaptar ao novo ambiente, separamos algumas dicas. Confira:

1- Estabeleça um local para seu bichinho fazer suas necessidades, de preferência, em um ambiente que não incomode os moradores, como a área de serviços. Essa medida é importante não só pela higiene, mas para a saúde dos pets, já que muitos acabam desenvolvendo infecções urinárias por segurarem o xixi por muito tempo, enquanto não vão à rua.

2- Gatinhos e cachorrinhos devem ter sua própria caminha. Pode ser uma casinha, um colchãozinho ou uma manta, o que importa é que esteja bem higienizado. A limpeza deve ser feita periodicamente, para evitar mau-cheiro e a proliferação de parasitas e, consequentemente, doenças.

3- Pense em qual animal se adaptará melhor ao ambiente. Se o imóvel for pequeno, é melhor ter um cachorro de pequeno porte ou um gato, pois se adaptarão melhor. Animais grandes são cheios de energia, ou seja, dificilmente se acostumariam em um ambiente com pouco espaço.

4- É indicado que os cães tenham contato com outros ambientes. Ao contrário dos gatos, os cachorros precisam destes estímulos para serem saudáveis no corpo e na mente.

5- Evite o sedentarismo do animal, que pode ser extremamente prejudicial à saúde. A falta de espaço ou estímulo podem contribuir para a obesidade ou doenças originárias do sobrepeso, como distúrbios cardiovasculares.

 

Acessibilidade em condomínios: quais são as obrigações legais?

A acessibilidade é um assunto de necessita ser discutido nos condomínios. Se um morador sofrer um acidente e depender do uso de cadeiras de rodas, o prédio estaria preparado para recebê-lo? Ou um visitante com deficiência visual poderia se locomover com segurança nos ambientes do condomínio?

A Lei de Acessibilidade orienta sobre a necessidade de adequação de condomínios e prédios, novos e antigos. Mas a questão vai além do quesito legal: ela trata de conforto, satisfação e inclusão, seja de condôminos, seja de visitantes.

Em vigor desde dezembro de 2004, a Lei de Acessibilidade (Decreto de Lei nº 5296) regulamenta várias iniciativas necessárias para promover a inclusão de Pessoas Com Deficiência (PCD) e garantir a locomoção e acessibilidade de todos os cidadãos. A lei dispõe sobre prioridades de atendimento e adaptações necessárias em transportes coletivos e construções públicas ou privadas. Além dessa legislação, que é de nível federal, há também uma Norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas sobre o assunto.

Separamos, aqui, alguns dos ambientes que, normalmente, precisam de mais adaptações nos prédios. São eles:

  • Piso: deve ser regular, firme e antiderrapante, para evitar quedas, especialmente de crianças e idosos;
  • Rampa e escada: devem ser sinalizadas, ter corrimão e piso tátil;
  • Portas de acesso: devem ser largas o suficiente para permitir a passagem de cadeiras de rodas, andadores e carrinhos de bebê. Para isso, recomenda-se um vão livre de pelo menos 80cm;
  • Calçadas: não devem ter sua passagem obstruída por carros, plantas, enfeites, entre outros;
  • Interfones e telefones: devem ter marcação em braile;
  • Estacionamento: é indicado que se tenha um número definido por Lei de vagas especiais, mais perto da entrada do prédio, reservadas para idosos e deficientes físicos;
  • Elevadores: também devem ter marcação em braile nos botões dos andares.

O que pode ser feito para reduzir a taxa de condomínio

A lista de despesas em um condomínio é grande, e envolve encargos, folha de pagamentos, manutenção e contas de água, luz, materiais de limpeza, etc. Em tempos de crise econômica, a sua redução é necessária.

De um modo geral, a média de gastos mensais de um condomínio é estruturada da seguinte maneira:

  • Cerca de 50% são gastos com a folha de pagamentos dos funcionários
  • O consumo das contas de luz, água, gás e telefone representa uma média de 20 a 30%
  • A média dos gastos com manutenção de elevadores, bombas e seguros é de cerca de 15%
  • Por fim, aproximadamente 10% da taxa é direcionada a gastos administrativos, fundo de reserva, despesas bancárias, entre outros.

Para ajudar o seu condomínio a diminuir esse gasto, separamos algumas estratégias que podem ser adotadas. Confira:

  • É sabido que os custos com funcionários e folha de pagamento representam uma grande parte das despesas. Por isso, que tal procurar diminuir as horas extras dos colaboradores? Mas, é claro, não é para o condomínio ficar sem funcionários. Neste momento, é essencial estudar quais são as atividades mais importantes para o funcionamento condominial, e quais poderão ser eliminadas.
  • Evitar a inadimplência é essencial. Sabemos que não é fácil, mas algumas medidas podem ser tomadas, como a promoção de reuniões para negociação de dívidas, a busca pela agilização das ações judiciais para determinados casos e a conscientização dos condôminos sobre o assunto.
  • Neste momento, é mais do que necessário economizar água e luz. Além da questão ambiental, os desperdícios, se evitados, podem trazer uma grande economia. Incentive os moradores a economizarem em suas residências. Além disso, no prédio e nas áreas comuns, medidas como a programação dos elevadores, a instalação de sensores de presença e de redutores de vazão são boas alternativas.
  • Não deixe de investir em manutenções preventivas. Apesar do “gasto” inicial, elas representam uma grande economia a longo prazo. O condomínio pode implementar e manter uma agenda de manutenções ao longo do ano, que acabam saindo mais em conta do que realizar obras de reparação. O projeto de manutenção deve incluir os seguintes itens, entre outros.: bombas d’água, para-raios, elevadores, vazamentos e impermeabilização.
  • Ao ter um sistema online de gestão do condomínio, você está economizando e ajudando a natureza. Esse tipo de plataforma, onde condôminos podem tirar 2ª via de boletos, agendar horários das áreas comuns, registrar reclamações no livro de ocorrências, entre outros, reduzem o gasto com papel e armazenamento, além de diminuírem os custos com folhas e impressão de material.

Esperamos que nossas dicas possam ajudar o seu condomínio a economizar e diminuir a taxa condominial. Ele já adota alguma das estratégias acima? Tem alguma outra que não citamos aqui? Conta para a gente nos comentários!

 

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