Categoria: Condomínios

Como economizar água no seu condomínio

A água é um bem muito precioso do nosso planeta, mas, infelizmente, vemos, constantemente, seu desperdício, de muitas formas. Com isso, sofremos (e muito) com problemas como a falta de água, em muitos lugares do país. Então, resolvemos dar dicas de como economizar água no seu condomínio. Confira a seguir!

1- Conserte vazamentos: a primeira dica é para você ficar atento e consertar os eventuais vazamentos de sua casa e condomínio, por menores que sejam. Isso faz uma diferença muito maior do que você imagina na economia de água!

2- Feche a torneira: economizar água enquanto escovas os dentes, faz a barba e toma banho é uma tarefa muito fácil. Basta fechar a torneira enquanto estiver fazendo outra coisa, só abrindo na hora que precisar. Parece bobo, né?! Mas a maioria das pessoas não faz isso.

3- No chuveiro: Além disso, fazer um esforcinho para diminuir seu tempo no banho também é ótimo. Se você espera a água do chuveiro esquentar, coloque um balde no box, e essa água pode ser usada para qualquer coisa!

4- Reaproveitando a água da máquina de lavar: a água da máquina pode ser usada tranquilamente para lavar chão da cozinha, ou exemplo, ou do quintal. Essa economia, inclusive, pode se estender para o condomínio, usando-a para limpar áreas comuns dele.

5- Lavagem de frutas e legumes: cozinha também é lugar de economizar água! Na hora de lavar frutas e legumes, usa uma panela ou tigela, aproveitando, posteriormente, a água para outras tarefas, como regar as plantas de sua casa ou, novamente, lavar o chão ou áreas comuns do condomínio.

6- De molho: ainda na cozinha, uma dica para ajudar a soltar a gorduras das panelas e pratos antes de lavá-los, é deixá-los de molho por alguns minutos. Então, na hora que estiver lavando, de fato, mantenha a torneira fechada e só abra na hora de enxaguar tudo.

7- Lavando o carro: a última dica vai para a lavagem do carro… Não utilize a mangueira, o que faz o gasto de água ser muito maior. Opte por um balde e economize bastante água.

E aí, o que você está esperando pra colocar essas dicas em prática e economizar? 😉

Bicicletas em condomínios: um longo percurso

Magrela, camelo, bike… Seja lá como for chamado, esse veículo de duas rodas tem, cada vez mais, caído nas graças dos brasileiros, e vem se tornando mais comum nos meios urbanos. Motivos para isso não faltam: praticidade, baixo custo, prática de atividade física, preocupação ambiental são apenas alguns.

Esse novo panorama têm levado governantes de várias cidades a investirem na ampliação de estruturas que apoiem o uso de bicicletas. No entanto, para muita gente que faz uso constante do veículo, ainda não parece suficiente.

É o que aponta o Perfil do Ciclista Brasileiro, lançado no ano passado por iniciativa da associação Transporte Ativo. Foram entrevistados mais de cinco mil ciclistas, que utilizam a bicicleta como meio de transporte ao menos uma vez por semana. Entre eles, cerca de 60% aderiram a essa prática há menos de cinco anos. Um pouco mais de 70% pedala cinco ou mais dias por semana.

Motivação para começar a utilizar a bicicleta como meio de transporte urbano

42,9% – Rapidez e praticidade

24,2% – Saúde

19,6% – Custo

Motivação para continuar pedalando

44,6% – Rapidez e praticidade

25,9 – Saúde

17,7% – Custo

Problemas do dia-a-dia

34,6% – Educação no trânsito

26,6% – Falta de infraestrutura cicloviária

22,7% – Segurança no trânsito

Motivação para pedalar mais

50% – Infraestrutura cicloviária

21,5% – Segurança no trânsito

11,8% – Segurança pública

Principais destinos

88,1% – trabalho

76% – Lazer

59,2% – Compras

30,5% – Escola/faculdade

O Rio de Janeiro acompanha as médias nacionais. A futura capital da bicicleta, segundo os planos da prefeitura, ocupa a segunda posição entre as cidades onde os ciclistas mais saem para pedalar durante a semana (cerca de 80%), perdendo apenas para Recife (quase 90%) – número que deve continuar crescendo.

Nos últimos quatro anos a malha cicloviária foi ampliada de 150 para 380 quilômetros de comprimento, com a meta de alcançar 450 esse ano. Além disso, a implementação do projeto de compartilhamento de bicicletas Bike Rio, uma parceria da prefeitura com empresas privadas, colaborou bastante para o aumento de ciclistas pela cidade.

O reflexo desse panorama já vai, aos pouquinhos, sendo notado nos condomínios. É o que observa Henriette Krutman, síndica do Edifício Augusto César Cantinho, em Botafogo. “Vários moradores que utilizavam as bicicletas raramente, em geral nos fins de semana, agora fazem uso mais assíduo”.

Henriette pode falar sobre isso com a autonomia de quem tem pleno controle do espaço onde se guarda as bicicletas. Vencedora do Prêmio Secovi Rio de 2009, naquele ano ela instaurou uma espécie de operação choque de ordem no bicicletário do condomínio. Eliminou os veículos abandonados, melhorou o armazenamento e a distribuição, e foi além, chegando a disponibilizar uma bomba para encher os pneus.

Com 98 unidades, o condomínio conta com um espaço no subsolo que comporta 67 bicicletas – aliás, já houve ocasião em que o limite foi excedido. Para solucionar o problema, a administração definiu um espaço para os veículos excedentes nas áreas comuns das garagens. A disposição das bicicletas é determinada de acordo com frequência de uso. Todas as bicicletas são identificadas por uma espécie de crachá, que contém o número do apartamento à qual está vinculada.

Dessa maneira, os moradores podem armazenar suas bicicletas sem dor de cabeça. É assim para  Cristiano Pontes, de 67 anos. Morando há apenas um ano no Augusto César Cantinho, o administrador, não ainda não vivia no edifício para avaliar as transformações executadas no bicicletário, mas de uma coisa tem certeza: a organização do espaço é uma tremenda mão na roda.

Cristiano, que costuma utilizar a bicicleta de duas a três vezes por semana, é só elogios para o sistema do condomínio, inclusive para a ideia de deixar uma bomba de ar disponível para os moradores. Ele conta que a ferramenta já foi muito útil durante o período em que a bicicleta de sua mulher apresentava um defeito na válvula da câmara do pneu.

Mas esse panorama é bem diferente do existente no condomínio onde morava anteriormente, com espaço superlotado, o que dificultava o acesso às bicicletas. “Só era fácil para quem conseguia guardar a bicicleta próxima à saída”, explica. Cristiano chegou a ter sua bicicleta roubada ao estacioná-la em sua vaga de garagem.

Há cerca de 20 anos pedalando frequentemente, o administrador assume que esses acontecimentos causam medo, mas acabam superados. Hoje, ele utiliza uma bicicleta velha para não chamar atenção. “Eu persisto porque acho que é um excelente meio de transporte”, justifica.

(Secovi Rio)

 

Cobrança de taxa de esgoto por água de reuso pode ser proibida

Os condomínios que fazem o reaproveitamento de água da chuva poderão ficar livres da cobrança de tarifa sobre serviços de esgoto. Isso é o que determina o projeto de lei 24/15, dos deputados Wagner Montes (PRB) e Zaqueu Teixeira (PDT), aprovado na quarta-feira (30/3), em primeira discussão, na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

Segundo os autores, o projeto busca incentivar a instalação de sistemas de reaproveitamento de água e coibir práticas de concessionárias que passaram a cobrar a mais a partir de uma estimativa sobre o volume captado em casas e condomínios. “Temos que mudar nossos hábitos de consumo de água. Essa proposta é uma forma de estimular as pessoas a se adequarem cada vez mais a práticas sustentáveis sem que tenham que arcar com mais tarifas por colaborarem com o meio ambiente”, disse Zaqueu.

O não cumprimento da norma poderá acarretar em sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, assim como, caso haja a cobrança indevida, o valor cobrado poderá ser devolvido em dobro. O PL, que já recebeu duas emendas, ainda será votado em segunda discussão pela Alerj.

(Adaptado da notícia do portal da Alerj, de Camilla Pontes)

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