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Aulas coletivas em condomínios

As aulas coletivas têm se tornado cada vez mais populares nas academias do Brasil. Mas e se misturassem isso com o universo condominial?! Isso mesmo, essa é uma novidade que tem agradado muitos moradores: aulas coletivas em condomínios. Confira mais informações na matéria de hoje!

Promover e incentivar a saúde dos condôminos também é uma preocupação de qualquer condomínio e, nesse quesito, a prática de aulas coletivas torna-se uma saída que une saúde, socialização, além de economia de tempo e dinheiro. Essa prática é boa não só para o corpo, mas também para a mente.

Para viabilizar essa questão, o síndico deve procurar professores capacitados, que podem oferecer diversas atividades e aulas, como caminhadas, corridas, yoga, lutas, danças, alongamento e muitas outras coisas. Elas podem ser divididas por faixa etária, incluindo de crianças a idosos nas opções.

Os educadores físicos, com sua experiência, são capazes de transformar simples áreas comuns em espaços propícios à prática de exercício. Por isso, além de zelar pela segurança de todos, contratar bons profissionais pode te ajudar a economizar e a melhor aproveitar os espaços.

Com materiais simples e baratos, como, por exemplo, colchonetes, bolas, cordas e elásticos, uma infinidade de exercícios pode ser trabalhada, para diferentes perfis de público. Além disso, esses profissionais podem aproveitar outras áreas comuns, que não estão sendo tão exploradas.

No caso do condomínio ter uma quadra, aulas específicas, como de futebol, handebol, basquete, vôlei ou tênis, por exemplo, podem ser oferecidas. Se houver uma piscina, podem ser feitas natação e hidroginástica. O professor deverá fazer uma análise de quais atividades mais se encaixam ao perfil dos moradores.

Portanto, para incluir práticas saudáveis em seu dia-a-dia, aliando distração e exercícios físicos, sem a desculpa de falta de tempo (já que a comodidade é grande!), essa é uma ótima saída. Converse com seu síndico e outros moradores sobre o assunto, compartilhe esse post e essa ideia!

Microapartamentos fazem sucesso, apesar da crise

Esqueça as varandas com churrasqueiras, a sala de televisão, a cozinha ampla, o cantinho especial para a mesa de jantar com dez lugares. O sucesso da vez no mercado imobiliário é um apartamento de apenas 10 m². Lançado no mês de agosto, na região central de São Paulo, um empreendimento de 72 unidades com esta metragem minúscula, já tem fila de espera. A demanda, segundo a construtora responsável pelo prédio, a Vitacon, é de três interessados para cada apartamento. É um imóvel que atrai mais pelo bairro do que pelo espaço interior. Localizado em Santa Cecília, na rua das Palmeiras, em São Paulo, o imóvel de 10 m² custa R$ 99 mil e terá um condomínio em torno de R$ 250. “O pessoal não se incomoda de viver em um lugar menor, se for para viver mais perto de onde trabalha ou estuda”, diz Alexandre Lafer Frankel, CEO e fundador da Vitacon.

Levantamento do Zap Imóveis mostra que a demanda por apartamentos de até 30m² cresceu 37% de janeiro a agosto de 2017 em comparação ao mesmo período de 2015 (para imóveis usados). Frankel está de olho nesse potencial. O jovem executivo de 39 anos se mostra um entusiasta dos microapartamentos, ou ultracompactos, como ele prefere. Lançou a Vitacon, incorporadora e construtora, em 2009. O primeiro empreendimento foi um imóvel de 43 m², já considerado pequeno para os padrões do mercado imobiliário. O executivo estava de olho em um público crescente, de executivos bem-sucedidos ou investidores, que tinham cansado de pagar por flats, mas o faziam pela boa localização. Frankel pensou que poderia oferecer um espaço menor, onde eles pudessem se sentir em casa. O que o apartamento não permitisse, a área do condomínio complementaria, com espaços para convivência, lavanderia e diversão. “Propusemos um novo estilo de vida”, diz.

Frankel gostou do conceito compacto. Lançou nos anos seguintes prédios em torno de 30 m², depois de 20 m² e até de 14 m² em 2015. O público alvo inicial ampliou-se. Passou a atrair casais sem filhos, estudantes, jovens que queriam sair da casa dos pais, casais do interior que buscavam uma base em São Paulo, idosos que já não moravam mais com os filhos ou netos. Hoje, segundo Frankel, o público gay solteiro “é fortíssimo”, além de ser alta a presença entre os compradores dos imóveis compactos de cariocas que passam a semana na capital paulista e até de paulistas que vivem em Alphaville e querem evitar o trânsito por algumas horas. “Adoraria que todo mundo pudesse viver em espaços maiores, mas essa solução dá maior acesso, pelo bom custo-benefício. É uma forma de democratizar a moradia”, afirma Frankel.

Colocar todos esses projetos em prática, porém, exigiu desenvolver novas soluções não disponíveis em larga escala no mercado imobiliário brasileiro. Ao diminuir a metragem, cada pequena área precisou ser milimetricamente pensada para uma ou até mesmo várias utilidades. O armário que se desloca, a mesa que se abre e fecha na vertical, a cama que vira sofá … Cases da indústria naval e de aviação foram usados como inspiração pela contrutora de Frankel. “Essas indústrias já estão acostumadas a lidar com espaços reduzidos há um bom tempo”.

O novo apartamento de 10 m² trouxe o desafio de pensar ainda menor. No imóvel, só há espaço para um sofá-cama, TV e um pequeno guarda-roupa. Por R$ 40 mil a mais, é possível comprar a unidade já mobiliada. Frankel garante, porém, que é possível encaixar móveis de tamanhos normais no minúsculo apartamento e decorá-lo para morar com cerca de R$ 5 mil. No térreo, há um coworking, para quem quiser trabalhar com mais espaço, um lounge para quem quiser receber visitas, uma lavanderia e um pub para conversar com os amigos. Há ainda uma cozinha compartilhada. “Porque é claro que ninguém vai fritar um bife em 10 m²”, brinca Frankel. Ele define o seu empreendimento como um “hub social”, onde você trabalha ao lado de vizinhos, faz amigos e a lavanderia parece cena de filme. “Vira lugar romântico até”.

Os futuros empreendimentos da construtora incluem projetos deste mesmo tamanho. Um imóvel de 10 m² será lançado perto da região da Paulista, privilegiando a localização. A estratégia é ampliar o leque de tamanhos, “construindo prédios que vão acompanhando a pessoa ao longo da vida”. Um dos planos, por exemplo, é lançar um apartamento pequeno para o público idoso ao lado do hospital Albert Einstein na capital paulista. Outro, na rua Capote Valente, no bairro de Pinheiros, terá como prioridade questões de saúde e bem-estar e contará até com horta compartilhada.

Quando questionado sobre a crise econômica e as possíveis dificuldades enfrentadas pelo setor imobiliário, Frankel diz que 2017 é o melhor ano da história companhia. Ele não revela o faturamento da Vitacon, mas diz que o VGV (volume geral de vendas) é, até o momento, de R$ 470 milhões.

E no futuro poderemos ter apartamentos ainda menores do que 10 m²? Frankel confirma a possibilidade e conta que conheceu imóveis no Japão com até 6m².  E onde era possível “viver bem”, ele frisa. “Havia um tatame gigante e as roupas eram guardadas embaixo dele. Um fogãozinho ao lado e tudo funcionava perfeitamente bem”.

Fonte: Época Negócios, Barbara Bigarelli

Secovi Rio intervém e Câmara municipal recua no projeto que proíbe o repasse do pagamento do IPTU aos inquilinos no Rio

Sempre atento ao trabalho do legislativo municipal, o Secovi Rio identificou mais um projeto de lei que pode gerar sérios problemas nas relações entre inquilinos e proprietários. O Projeto de Lei 227/2017, de autoria do vereador Jair Da Mendes Gomes, que “Proíbe o repasse ao locatário da cobrança de IPTU de imóvel comercial ou residencial no Município do Rio de Janeiro”, já nasceu com vício de inconstitucionalidade.

O Sindicato encaminhou ofício ao presidente da Casa, vereador Jorge Felippe, e membros da Comissão de Justiça e Redação, apontando os óbices para a tramitação do projeto. Diante da contundência e irrefutabilidade dos argumentos apresentados, o vereador Jair Da Mendes Gomes encaminhou requerimento para retirada definitiva da proposição que foi deferido e o Projeto de Lei 227/2017 foi arquivado, em caráter definitivo, em 01/09/2017.

No texto encaminhado pelo Secovi Rio, argumenta-se sobre a competência privativa da União, para legislar sobre a matéria. Além disso, no que diz respeito às relações locatícias, já existe Lei federal que regula o tema (Lei nº 8.245/1991), mais conhecia como “Lei do Inquilinato”, alterada pela Lei nº 12.112/2010, que aperfeiçoa as regras e procedimentos sobre locação de imóvel urbano.

Vale lembrar que, conforme o especificado no Artigo 22, VIII, da Lei do Inquilinato, o pagamento do IPTU deve ser negociado entre locador e locatário e especificado no contrato. “As negociações observam as leis de mercado de oferta e demanda e regulam o mercado de locação. A imposição de qualquer condição contratual por lei desequilibra as condições do contrato, admitindo-se inclusive a revisão dos termos contratados”, diz um trecho do ofício enviado à Câmara de Vereadores do Rio.

Secovi Rio

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