Minimercado, coworking e feiras livres: condomínios se reinventam e adaptam áreas comuns para novo modo de vida

Isolamento social, regras de distanciamento, home office e novas regras de higiene. A vida do cidadão em todas as partes do planeta teve que passar por mudanças drásticas desde que foi decretada a pandemia de coronavírus, ainda no início de 2020. Escritórios, comércios, escolas e outros serviços foram totalmente ou parcialmente fechados. De acordo com dados disponíveis pela pesquisa Pnad Covid, em novembro 7,3 milhões de brasileiros estavam atuando em modelo home office. Dados da Abadi (Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis) revela que, somente no ano passado, 45% das salas comerciais do centro do Rio fecharam suas portas.

Com a flexibilização do retorno das atividades, algumas empresas reabriram e outras decidiram adotar, de vez, o modelo de trabalho remoto. Muitas pessoas que se fixaram nesse modelo ainda encontram algumas dificuldades no dia a dia. É o caso de Beatriz Teixeira. Em casa desde março de 2020, ela decidiu se mudar para um apartamento maior, porém mais longe da sede da empresa que trabalha. Com as constantes obras no edifício e após inúmeras reclamações dos moradores, o síndico encontrou uma solução: disponibilizar o salão de festas para espaço de coworking. “O prédio é novo, todos somos primeiros locatários dos apartamentos, então muita gente ainda está adaptando os espaços para morar. Durante uma reunião de condomínio, surgiu essa idéia e o síndico não levou nem dez dias para transformar o salão de festas, que está em desuso há meses, como espaço para quem quiser trabalhar fora do ambiente de casa, mas ainda assim, com segurança”, afirma.

Alguns condomínios transformaram áreas comuns em minimercado, para que os moradores não precisem se deslocar para fazerem suas compras em locais mais cheios. Uma famosa marca da rede instalou a primeira loja idealizada exclusivamente para condomínios no Rio de Janeiro, um minimercado totalmente informatizado em um condomínio na Barra da Tijuca, onde os moradores podem comprar utilizando aplicativo.

De acordo com Marcelo Borges, Diretor de Condomínio e Locação da Abadi, a utilização de espaços comuns pode ser uma tendência para os tempos modernos, ampliando a criatividade das novas construções para espaços de conveniência até então não pensados. Com o aumento no tempo de permanência das pessoas nos imóveis, seja para trabalhar ou estudar, será necessária uma modernização na característica das áreas comuns, objetivando melhor qualidade de vida no cotidiano condominial.

Fonte: Abadi

Confira a variação no preço do metro quadrado de julho de 2020 a julho de 2021, no Rio

O Secovi Rio acaba de divulgar o novo relatório sobre o cenário imobiliário do Rio de Janeiro, com dados de julho de 2020 a julho de 2021

O valor do metro quadrado residencial ofertado para venda na cidade fechou o mês de julho em R$ 8.892, contra R$ 8.862 registrados no mesmo período do ano passado. Em junho deste ano, o preço do metro quadrado para venda foi de R$ 8.888, o que mostra uma certa estabilidade no período.

Até o momento, a cidade contabiliza 104.745 imóveis ofertados para negociação residencial, incluindo casas e apartamentos. O estudo também mostra que o valor do m² para venda subiu no último mês na Zona Sul, Zona Central e Zona Oeste.

Em relação aos imóveis ofertados para locação em julho, o valor do metro quadrado encontra-se em R$ 30,56, contra R$ 29,92 registrado na mesma época de 2020. O mercado de locação residencial na Zona Central da cidade, que vinha apresentando variação negativa nos últimos quatro meses, teve aumento de 2,77% no valor do m² para aluguel. A região da Barra, por sua vez, registrou queda de 1,15% em julho.

Para conferir o relatório completo sobre a variação de valores em todas as regiões da cidade e outras informações detalhadas, acesse aqui.

Produção de lixo por pessoa aumentou até 7 vezes durante a pandemia.

O aumento de utensílios jogados no lixo, principalmente por indivíduos infectados, configura-se através de utilização de materiais e embalagens descartáveis, provenientes dos protocolos de segurança e higienização e do consumo de alimentos através do ‘delivery’.

Cooperativas de catadores, que desempenham importante papel na vida moderna, também foram impactadas pela pandemia, reduzindo a capacidade dos grandes centros urbanos de lidarem com o problema do lixo.

É bom saber que existe uma Lei Federal que fomenta a contratação deste tipo de serviço, tão importante social e ambientalmente, dispensando a licitação nestes casos.

Também é importante salientar a importância da coleta seletiva, essencial para a manutenção e preservação do meio ambiente e recursos naturais.

Separar o lixo em casa parece um pequeno passo, mas é fundamental para que a sociedade entenda a importância e seu papel na causa.

Mais informações: https://revistacrescer.globo.com/Um-So-Planeta/noticia/2021/07/pandemia-aumentou-em-sete-vezes-quantidade-de-lixo-gerada-por-pessoa-aprenda-reciclar-do-jeito-certo.html 

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