Prefeitura do Rio promove viagem no novo trecho do VLT entre Saara e Praça XV

A Prefeitura do Rio fez neste domingo, 18 de dezembro, viagem do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na Etapa 2, entre as paradas Saara e Praça XV.  O VLT em breve deixará o usuário próximo às barcas, além das conexões atuais com ônibus, metrô, aeroporto e terminal de cruzeiros.

O procedimento adotado na primeira etapa será replicado em operação coordenada pela Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) e pela Concessionária do VLT Carioca. O objetivo é garantir que a população aprenda a conviver de forma segura com os bondes no novo trecho antes da implantação do serviço com passageiros planejada para janeiro.

O cronograma prevê operação assistida em período noturno na semana anterior ao Natal. O VLT fará viagens no trecho durante o dia na última semana do ano. Por conta da tradicional e intensa movimentação no comércio da região desta época, a circulação diurna com passageiros só terá início em 2017.

A operação comercial está prevista para a segunda quinzena de janeiro. No percurso, o passageiro também terá acesso à parada Praça Tiradentes e à parada Colombo, na altura da Avenida Rio Branco, que faz a conexão com o eixo Rodoviária-Santos Dumont, na parada Sete de Setembro.

O percurso da Etapa 2 abriga um polo cultural, comercial e gastronômico que resgata a história do Rio. Parte dos 500 achados arqueológicos das obras foram encontrados neste trajeto, o calçamento pé-de-moleque da Rua da Constituição, datado do século XVIII, teve trecho de 15m², com 343 pedras, preservado entre os trilhos do bonde na altura do número 13 da mesma rua.

Primeiro trecho em operação há seis meses

O Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) completou seis meses de operação no trecho Rodoviária-Santos Dumont com 25.365 viagens e mais de 4 milhões de passageiros, sem registro de incidentes com público desde a inauguração em 5 de junho.

A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) e da Concessionária do VLT Carioca, implantou o serviço de forma gradual, iniciando com três horas, oito paradas e intervalos de 30 minutos até chegar ao cenário atual com funcionamento diário das 6h à meia-noite e 17 paradas.

Os intervalos variam entre 8 e 20 minutos entre Rodoviária/Santos Dumont e Parada dos Navios/Santos Dumont. O serviço começou de forma gratuita e, a partir do dia 26 de julho, teve início a operação comercial. Hoje, o usuário tem o direito de permanecer uma hora no sistema a partir da primeira validação, desde que viaje sempre no mesmo sentido.

A Guarda Municipal e a concessionária iniciaram fiscalização da validação dos bilhetes dentro das composições em 5 de setembro. O tempo de percurso também evoluiu. Atualmente, a viagem completa do trajeto é feita, em média, em 32 minutos, considerando os dois sentidos. É uma redução de 30% em relação a julho, quando o serviço começou a ser realizado em todo percurso.

Para atender a demanda, o serviço que começou com dois trens hoje conta com nove composições em circulação diária. Ao todo, são 17 VLTs que se revezam nessa operação dos 23 que já se encontram no Rio – os seis demais estão em testes.

(Porto Maravilha/Secpar)

Como funciona o sistema de captação de chuvas

Segundo um relatório da ONU de 2015, a escassez de água afetará dois terços da população mundial até 2050. Por isso, e também pela preocupação com outros recursos naturais, muitas pessoas têm pensado em soluções para amenizar essas situações.

No post de hoje, falaremos sobre uma medida que pode ser adotada, além de atitudes como economizar no banho ou ao usar a torneira, que já ouvimos muitas vezes (e devemos praticar!), o uso da cisterna, que pode ser instalada em casas, apartamentos e condomínios.

Também conhecida como algibe, a cisterna é um reservatório que recolhe água da chuva, armazenando-a para uso doméstico variado. Nada mais é que um sistema para reaproveitamento da água pluvial, sendo considerada uma eficaz alternativa para a economia de água.

A água da chuva, quando cai do céu, é levada pelas calhas a um filtro, que tem a função de eliminar impurezas, como folhas, por exemplo. A água não é considerada potável, portanto, não deve ser bebida. Aconselha-se que seja usada para lavar, entre outras coisas, banheiros, calçadas e carros.

As calhas devem ser limpas, impedindo a contaminação através de fezes de ratos e outros animais, e mantidas em boas condições. O interior da cisterna também deve ser limpo de tempos em tempos.

Muitas cisternas são enterradas para evitar a proliferação de algas e outros micro-organismos, porém, há modelos que não necessitam dessa medida, diminuindo o custo. De qualquer forma, é necessária a instalação de filtros na cisterna, impedindo os riscos de contaminação.

Essa solução pode representar uma economia de, pasme, 50% na conta de água! Além disso, ajuda a conter enchentes, já que parte da água que iria para rios, lagos ou bueiros é armazenada, diminuindo, também, a quantidade de esgoto.

Caso opte por instalar uma cisterna, existem diferentes opções, que variam de acordo com a necessidade do seu lar. Há modelos de alvenaria, que têm enorme capacidade, e outros pré-fabricados. Uma opção mais barata e de instalação mais fácil é a de polietileno resistente.

Pode ter diferentes capacidades. Existem cisternas de mil até dezesseis mil litros. Se a cisterna escolhida for de plástico, poderá deformar com o tempo, apresentando, por exemplo, rachaduras. Para evitar isso, opte por uma com filtro anti-UV 8.

Bom, agora que você conhece um pouco mais sobre esse assunto e as vantagens de instalar uma cisterna, precisa analisar bem qual a melhor opção para o seu caso. Feito isso, procure empresas especializadas e faça uma pesquisa de preços, para que possa tomar a melhor decisão. Esperamos ter ajudado!

Estado faz acordo e benefício do Bilhete Único continuará valendo

Usuários do Bilhete Único Intermunicipal (BUI) vão poder continuar usufruindo do desconto no transporte em janeiro. É que, em audiência de conciliação na manhã desta quarta-feira entre governo do estado e as concessionárias de transporte, o estado prometeu pagar a dívida com as empresas. O valor da dívida é de R$ 21 milhões.

No acordo proposto pelo estado, a dívida será dividida em duas parcelas. A primeira, no valor de R$ 10 milhões, será paga no próximo dia 31. E, até 15 de janeiro, o estado promete quitar toda a dívida de 2016.

Se 15 dias após o pagamento da primeira parte o estado não cumprir o acordo, as concessionárias podem passar a cobrar a tarifa cheia do passageiro.

O acordo ainda vai ser submetido aos conselhos das empresas e só depois será homologado pelo desembargador Alexandre Câmara, da 2ª Câmara Cível. O prazo é de 24 horas. A audiência foi entre o Procurador Geral do Estado, Leonardo Espíndola e representantes das concessionárias Supervia, CCR Barcas, Metrôrio e Fetranspor.

Semana passada, Alerj aprovou projeto de lei que suspende o benefício do bilhete único a partir de janeiro para quem ganha mais de R$ 3 mil.

O projeto ainda terá que ser sancionado pelo governador Luiz Fernando Pezão.

(O Dia)

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