6 dicas eficazes para evitar a inadimplência

A inadimplência é um mal que atinge muitos condomínios, principalmente quando a economia não está estabilizada, o que se reflete no bolso de todo mundo. A taxa condominial é uma das contas que as pessoas costumam prorrogar, em vista de outras obrigações, como contas de luz e água, que são colocadas à frente no pagamento.

Porém, o condomínio também tem suas contas a pagar, responsabilidades a cumprir, vencimentos etc., e, por isso, a inadimplência pode gerar um problema em escalas muito grandes ao síndico e aos administradores, que se veem sem ter muito o que fazer.

Entre as saídas possíveis, pode acabar sobrando para os outros condôminos, que pagarão pelo dinheiro que falta para que as contas fechem (o que pode acabar elevando o número de inadimplentes), e alguns serviços do prédio podem até ser suspensos.

Porém, nem tudo está perdido! Visando te ajudar num melhor controle das contas e a evitar a inadimplência, trouxemos, no post de hoje, sete dicas super úteis. Confira abaixo:

 

  • Acompanhamento das contas

 

Pelo menos uma vez por semana, o síndico deve conferir a situação financeira do condomínio, observando, por exemplo, quem está em dia no pagamento das taxas. Além disso, deve acompanhar os acordos com a administradora ou até mesmo judiciais que possam estar em vigor com algum condômino.

  • Cobrança rápida

 

Logo após o vencimento da taxa condominial, deve-se agir rapidamente, podendo enviar uma carta cortês, informando sobre a questão do atraso. Além disso, em muitos dos casos, existe a possibilidade da segunda via do boleto ser impressa diretamente no site da administradora. Assim, quem, porventura, se esqueceu da data do pagamento, pode efetuá-lo de forma mais rápida e prática.

Da mesma forma, quando esse boleto vencer, a empresa pode enviar outra carta, explicitando o débito em aberto. Ligações telefônicas também podem ser feitas ao devedor.

  • Ação judicial

 

O síndico não pode demorar a entrar com a ação judicial contra os inadimplentes. Deve-se esperar 90 dias – esgotando-se, nesse período, todas as outras formas de cobrança possíveis e já mencionadas. De qualquer forma, é ideal que os prazos para que se entre com ação judicial esteja na convenção, para que o síndico tenha onde se apoiar na decisão.

  • Pagamento facilitado

 

Para facilitar o pagamento, é importante que haja um bom número de dias entre o recebimento do boleto e o vencimento do mesmo – recomenda-se dez dias, para que o condômino se programe e até, muitas vezes, pague antes da data de vencimento.

Outra opção é o Débito Direto Autorizado (DDA), como se fosse um pagamento automático. O morador deve se cadastrar no seu banco e pedir a administradora os dados para ele.

Uma medida, que é simples, porém, muito útil, é o serviço de segunda via de boletos, disponível no site da administradora. Assim, quem perde o boleto por alguma razão, consegue reimprimir, sem precisar fazer nenhum contato com a administradora.

  • Conscientização dos moradores

 

É essencial que todos os moradores entendam a importância de manter em dia as taxas condominiais. Para isso, campanhas de conscientização periódicas podem ser feitas pelo síndico. Esclarecer o que está incluso na conta do condomínio é um caminho. Além disso, é muito importante falar do impacto que a inadimplência causa, como o custo a mais que os vizinhos terão, por exemplo.

  • Conversa com o síndico

 

O síndico tem papel fundamental nessa questão. Ele deve ser paciente e bom de conversa, para que o devedor se sinta confortável para conversar sobre o problema, de maneira informal, buscando uma solução amigável.

Mesmo que exista uma ação judicial em curso, se houver abertura por parte do morador devedor, o síndico pode conversar com ele, tranquilamente, falando sobre as contas do condomínio, tentando explicar a situação e, talvez, conseguindo um pagamento mais rápido da dívida.

Com essas dicas fica muito mais fácil lidar com a inadimplência, podendo até evitá-la, em muitos casos. Esperamos ter te ajudado a enfrentar essa situação, tão usual, infelizmente, nos condomínios brasileiros. Boa sorte para resolver esse problema e conte com a nossa ajuda sempre que precisar, é claro! 😉

Queda no preço dos imóveis em 2016 foi de 5,48%, diz FipeZap

No mercado imobiliário, os preços dos imóveis, descontada a inflação, tiveram queda de mais de 5% em 2016. Se a notícia parece boa para quem quer comprar, não é muito boa para quem quer vender. De acordo com o índice FipeZap, o aumento médio dos preços dos imóveis nas 20 cidades pesquisadas ficou em 0,57% em 2016, a menor alta registrada desde 2008.

Mesmo com esse pequeno aumento, os imóveis se desvalorizaram. Se considerarmos a inflação esperada por ano, a queda real do preço dos imóveis foi de 5,48%. “A gente vive hoje uma crise de demanda e um excesso de oferta”, disse Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi Rio, o sindicato da habitação.

No fim de 2016, o valor médio do metro quadrado anunciado nas 20 cidades pesquisadas foi de R$ 7.662. Apesar da queda no preço real, o Rio de Janeiro se manteve como a cidade com o metro quadrado mais caro do país, seguida por São Paulo. De outro lado, as cidades com o menor valor por metro quadrado foram Contagem, em Minas Gerais, e Goiânia.

A crise econômica pegou muitas construtoras com estoques grandes de imóveis. Com a procura menor, as empresas mudaram de estratégia. Aí, surgiram as promoções. “Não só no preço, mas como alguns benefícios. O imóvel estando pronto… Em algum momento se dava um ano de condomínio e IPTU”, explicou Marcos Vinícius Flores, gerente de lançamentos de imobiliária.

O apartamento em Botafogo, Zona Sul do Rio, ainda está à venda. Tem sala, cozinha, três quartos e uma oferta interessante. O dono do imóvel está disposto a dar 20% de desconto, algo em torno de R$ 360 mil. E como é um apartamento de fundos, ele dá para outro prédio. Mas ninguém poderá negar quando o futuro morador disser que tem vista para o Cristo.

De acordo com o Secovi Rio, o sindicato da habitação, só na cidade do Rio de Janeiro 40 mil imóveis estão vazios, à espera de um comprador. “Com mercado mais estagnado, com uma velocidade de venda mais lenta, você hoje acaba atraindo boas possibilidades para quem está interessado em comprar. Então, se você tem hoje uma condição de comprar imóvel, talvez seja um momento interessante para você negociar, olhar com calma, buscar mais opções e aí fazer um bom negócio”, disse Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi Rio.

E um bom negócio é tudo o que o Hoffman espera. Ele começou 2017 animado com algumas possibilidades. “Acredito que nesta entrada do ano tem dois clientes com possível vontade de fazer essa compra”, disse o corretor de imóveis Hoffman Motta.

(G1)

Elevadores requerem manutenção constante

Na semana passada (30/12), uma jovem morreu ao cair do 6º andar dentro do poço de um elevador, no prédio onde morava, em Copacabana, depois que o equipamento parou por conta de um defeito. Nesta semana, mais um acidente: sete pessoas ficaram feridas em um condomínio na Barra da Tijuca devido à queda do elevador do oitavo andar. As ocorrências chamam a atenção para a importância da manutenção preventiva periódica dos cerca de 60 mil elevadores existentes na cidade do Rio. Síndicos devem ficar de olho.

De acordo com especialistas, a principal dica é observar. Muitas vezes, os sinais de que algo não vai bem são bastante sutis. É preciso atentar para três tipos de ocorrências básicas: desnível nas paradas, ruídos estranhos e panes regulares. Esse trio é perigoso.

O síndico deve ficar atento também à legislação do município do Rio. Segundo o artigo 62 da Lei Municipal nº 2.743/99, que teve alguns itens alterados pela Lei nº 3.429/02, a conservação de rotina deve ser feita, obrigatoriamente, em intervalos de no máximo 30 dias.

Saiba como conservar e garantir a segurança de elevadores*

  • Manutenção deve ser realizada por empresas devidamente capacitadas. Leigos jamais devem realizar qualquer conserto nos elevadores, por mais simples que eles pareçam;
  • Para mais segurança, evite ultrapassar a quantidade de peso permitida nos elevadores. A carga máxima permitida é informada em uma placa no interior da cabina;
  • Não jogue lixo no poço do elevador;
  • Não utilize objetos, sacolas ou móveis para segurar a porta do elevador;
  • Evite a queda de água ou de produtos de limpeza no interior do poço. A água pode provocar danos nos componentes da porta, permitindo, eventualmente, que o elevador se movimente com a porta desse pavimento destrancada;
  • Não entre no elevador quando a luz da cabina estiver apagada;
  • Dependendo da tecnologia, o elevador possui uma memória que registra cada chamada e atende conforme a sequência dos registros. Para chamá-los, basta apertar o botão uma única vez, sem forçá-lo (caso a botoeira seja dupla, é só pressionar o botão que indica o sentido da viagem);
  • Chame um elevador por vez. Essa medida, além de contribuir para a economia de energia, reduz o desgaste do equipamento e melhora o tráfego no condomínio;
  • Sempre confira se o elevador está no andar correto e se não há degraus entre o equipamento e o andar encontrado.

*Fonte: Elevadores Otis

 

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