Pagamento de boletos atrasados em qualquer banco é adiado e começa em julho

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) adiou de março para julho o início do serviço que permitirá que os boletos vencidos possam ser pagos em qualquer banco.

O novo calendário da plataforma prevê que, a partir de 10 de julho, boletos de mais de R$ 50 mil sejam quitados em qualquer instituição financeira após a data de vencimento. Ao longo dos meses seguintes, o valor dos boletos vai diminuindo até o término da implantação.

Em 11 de setembro, começam os pagamentos de boletos entre R$ 2 mil e R$ 49.999,99. Os boletos com qualquer valor poderão ser pagos em qualquer banco a partir de 11 de dezembro.

Segundo a federação, o cronograma em etapas foi necessário porque são emitidos cerca de 3,5 bilhões de boletos por ano.

A entidade também destacou que, além de o consumidor poder pagar o seu boleto vencido em qualquer banco ou correspondente não bancário, a Nova Plataforma permitirá maior transparência em todo o processo e que o comprovante de pagamento será mais completo, apresentando todos os detalhes do boleto — como juros, multa, desconto — e as informações do beneficiário e pagador.

Faixa de valor do boleto e Início da validação

Até R$ 199,99: 11/12/2017

Entre R$ 200 e R$ 499,99: 13/11/2017

Entre R$ 500 e R$ 1.999,99: 09/10/2017

Entre R$ 2 mil e R$ 49.999,99: 11/09/2017

Acima de R$ 50 mil: 10/07/2017

(O Globo)

Autovistoria foi feita em apenas 33% dos imóveis

Quatro anos após ser aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), a lei que torna obrigatória a realização de autovistoria de prédios públicos e privados ainda não foi cumprida por 67% dos condomínios do Rio.

Segundo levantamento da Secretaria municipal de Urbanismo, Infraestrutura e Habitação, proprietários e administradores de apenas 45 mil edifícios informaram à prefeitura sobre a inspeção.

O secretário de Urbanismo, Índio da Costa, disse que vai intensificar as campanhas para que todos cumpram a determinação. Segundo ele, “é importante a prefeitura ser um agente de segurança e não de insegurança da sociedade”.

– Uma das minhas determinações é intensificar a fiscalização, mas desburocratizando, sem travar a iniciativa privada. Muitas vezes, em nome de fiscalizar, o agente público complica – afirmou Índio.

A lei foi aprovada um ano depois do desabamento do Edifício Liberdade, no Centro, que provocou a queda de outros dois prédios vizinhos. O acidente deixou 17 mortos e cinco desaparecidos. A tragédia completou cinco anos na semana passada.

Reynaldo Barros, presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea), reconheceu que a lei não vem sendo cumprida:

– A prefeitura deveria iniciar uma nova campanha e, principalmente, ampliar seu processo de fiscalização. Poucos fizeram a vistoria. Sem contar os prédios públicos, que também não estão respeitando a lei.

Barros destacou que não faz parte da cultura do brasileiro cuidar da prevenção:

– Não temos vocação para a manutenção. Só agimos quando algo acontece. A realização da autovistoria evitaria acidentes graves e mortes.

O Edifício Liberdade, de 20 andares, desmoronou no dia 25 de janeiro de 2012. O terreno na Avenida Treze de Maio continua vazio. Apesar disso, o Liberdade tem síndico, e os 19 proprietários das antigas salas continuam a pagar condomínio.

– As taxas cobradas dos proprietários são para a manutenção do terreno, como capina, e a segurança do local – afirmou o síndico, o advogado Geraldo Beire Simões.

Ele lembrou que quem teve perda material ou parentes mortos ainda move ações na Justiça. Simões disse que a prefeitura concedeu isenção de IPTU ao imóvel, até 2019, de acordo com a lei.

– Há uma iniciativa de alguns proprietários de negociar o terreno, o que também interessa aos donos dos prédios vizinhos que desabaram. Apesar da crise, há investidores interessados. Afinal é o único terreno edificável no Centro – afirmou o advogado.

(O Globo)

Chegou o Part!u Atlântida

O novíssimo Clube de Vantagens da Atlântida! Se você é um cliente Atlântida, viva novas experiências e benefícios exclusivos. São restaurantes, bares, lojas, cinemas, petshops e muito mais! Já são mais de 400 estabelecimentos no Rio e Niterói!

1 318 319 320 321 322 395