Mantendo a forma com mais segurança e comodidade

Entrar em forma sem enfrentar trânsito, sem despesas e com segurança. Sim é possível. Academias em casas e condomínios representam uma excelente vantagem para moradores que não poupam elogios ao espaço. O sucesso da estrutura é tanto que para as construtoras a área fitness já se tornou até um diferencial de extrema importância quando o assunto é vendas.

Contar com uma academia em casa foi a solução que a jornalista e profissional de educação física Letícia Moraes, de 46 anos, encontrou para conseguir ficar em forma dentro de uma rotina extremamente atribulada. “Fiquei um período grande da minha vida trabalhando muito e sem poder fazer exercícios, e por isso, também fiquei acima do peso. Mas assim que me mudei para esse prédio que estou hoje, que conta com uma academia, pude retomar as atividades e voltar ao peso ideal. Pela minha formação não preciso de auxílio, mas muito moradores que usam o espaço contratam personal ou contam com a ajuda do professor de educação física, que por lei precisa estar presente na sala o tempo todo”, explica a jornalista lembrando que não tem despesa para utilização do espaço.

Uma exigência do consumidor contemporâneo, os espaços para atividades físicas já contribuem inclusive para a liquidez das unidades, como explica Leonardo Gimenez, diretor da JPR Projetos e Construções.

“É um diferencial importante. Muitos clientes perguntam pela área fitness. Isso porque, a comodidade hoje é fator decisivo na hora da escolha. Assim, buscamos trazer o máximo de facilidades e isso inclui necessariamente uma academia, além é claro de salão de festas, área gourmet, brinquedoteca, piscina, sauna, entre outros itens”, destaca Gimenez.

Outros fatores como segurança e tempo de deslocamento têm um peso muito alto na hora da compra de um apartamento, explica Leonardo. “Estar próximo à academia, assim como ao trabalho, escola, comércio, serviços, entre outros, ou, ainda melhor, ter boa parte disso já dentro do condomínio ajuda muito na venda. Por isso, as academias dos prédios têm evoluído bastante, e já contam com aparelhos multifuncionais, onde o morador consegue exercitar todo o corpo contado com poucos aparelhos, o que ajuda a otimizar os espaços”, destaca.

O professor de educação física Vinicius Soares aponta semelhanças e diferenças entre pessoas que praticam atividades físicas nos prédios e os que frequentam academias. “A população em geral tem buscado a atividade física em diversos espaços. Nos prédios e condomínios não tem sido diferente. Os prédios mais novos já são feitos inclusive com academias equipadas com diversos aparelhos. Isso facilita muito para nós, personais. Os alunos geralmente não tem muita diferença dos das academias. Pessoas em busca de maior qualidade de vida, no entanto, enquanto nas academias as pessoas estão focadas na estética. Os alunos dos prédios estão voltados a melhorar a saúde”, afirma Soares.

A facilidade tem feito com que a modalidade de treino cresça cada vez mais entre as pessoas. “Geralmente apenas moradores podem frequentar as academias dos prédios. E quando bem administrada, os profissionais que dão aulas dentro dos condomínios precisam mostrar o registro do Conselho Regional de Educação Física para a administração”, destaca o personal.

A atividade física é pensada de diversas formas na construção dos novos empreendimentos, como afirma Leonardo Mesquita, diretor de negócios da construtora Cury.

“Trouxemos para os novos empreendimentos em Niterói e São Gonçalo o conceito que a empresa já possui em outros projetos, de condomínio-clube, pois acreditamos que a área de lazer é essencial nos imóveis. E um espaço cada vez mais comum é o destinado a exercícios físicos, seja coberto, no caso do espaço fitness, ou ao ar livre, como as quadras poliesportivas”, afirma o diretor da Cury.

As estruturas para os cuidados com o corpo vão além das academias, segundo Mesquita. “Em empreendimentos que pertencem a um complexo, o EcoPark, trouxemos um espaço fitness totalmente moderno e com a estrutura que o morador procura para os seus exercícios. A área conta com bicicletas, esteiras e aparelhos de musculação modernos. Em São Gonçalo implantamos ainda o conceito fitness ao ar livre, para que os moradores tenham o contato máximo com a natureza. O local possui toda uma estrutura com barras e espaços para corridas e exercícios, destaca Leonardo.

Para um espaço fitness em casa é preciso ter um chão que resista a alguns impactos, como peso caindo, e em alguns casos revestir o piso com material emborrachado. Além disso, uma boa iluminação e circulação e ar fará o diferencial para quem está se exercitando, ensina a arquiteta Ciça Ferraço. “Esses são pré-requisitos, mas de acordo com o uso do espaço também vale a pena investir em som ambiente, que serve como mais um estímulo para os exercícios. Nas paredes, aconselho optar por cores claras que transmite calma e concentração”, destaca.

Não existe desvantagem em cuidar do corpo em casa, segundo o administrador Tallis Gomes que treina acompanhado de um personal. ”O trânsito é um dos principais problemas da nossa sociedade, já que ele joga pelo ralo o nosso principal ativo, o tempo. Por isso, treinar dentro de casa é o auge da eficiência; pois não preciso me deslocar. A eficiência é a mesma.  O local não faz diferença desde que conta com uma estrutura mínima.  O que faz diferença, em qualquer local é o empenho. Prefiro assim, pois odeio lugares lotados”, conclui Gomes.

(O Fluminense)

Governo anuncia reajuste das tarifas de barca e trem

As tarifas de barcas e trens vão aumentar em fevereiro no Rio. Os novos valores valerão também para os usuários do Bilhete Único Intermunicipal. O transporte aquaviário vai de R$ 4,10 a R$ 5. O ferroviário, de R$ 3,70 a R$ 4,20. As mudanças foram publicadas no Diário Oficial desta segunda-feira (23).

Os decretos publicados pelo governador Luiz Fernando Pezão visam à diminuição do subsídio dado pelo Estado às concessionárias. Um deles cita a “necessidade de equilíbrio das contas públicas” e a “grave crise econômico-financeira que torna obrigatória a redução e otimização das políticas públicas, incluindo as da modalidade de subsídio tarifário”.

O primeiro dos reajustes, dos trens, passa a valer no dia 2 de fevereiro. Dez dias depois, no dia 12, será a vez do aumento das barcas.

A tarifa do Bilhete Único Intermunicipal (BUI), que era de R$ 6,50, já havia sido reajustada para R$ 8 no início do ano. Mas em fevereiro vai a R$ 8,55. A Defensoria Pública do Estado, porém, tenta impedir o reajuste na Justiça.

O aumento do BUI a R$ 8 foi aprovado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), num dos projetos do pacote de austeridade do Governo. Também foi criado um teto pra concessão do benefício: quem ganha mais de R$ 3 mil perdeu o direito de usar o bilhete.

Como funciona o Bilhete Único

Até o fim do ano, com o Bilhete Único Intermunicipal, os passageiros faziam a integração entre dois modais — ônibus, vans legalizadas, trens, barcas e metrô — pagando R$ 6,50. A diferença entre este valor e as duas passagens integrais era subsidiada pelo governo.

Agora, com o bilhete único subindo para R$ 8,55, a diferença entre o valor de duas passagens e, portanto, o do subsídio será menor.

Neste caso, quando o trabalhador não tem vale transporte arcado com a empresa, vai pagar valores mais próximos aos das duas passagens integrais.

(G1)

Você já conhece as tintas térmicas?

Você aí, já usou ou ouviu falar da tinta térmica? Pois fique sabendo que, além do ar condicionado e do ventilador, existem outras opções para aliviar o calor dentro de sua casa ou prédio/condomínio. Continue lendo o post de hoje e saiba mais sobre essa novidade.

A maioria dos brasileiros sofre com o calor excessivo na maior parte do ano, mas, principalmente, durante o verão. Por isso, os ventiladores e aparelhos de ar-condicionado se tornam melhores amigos do homem, bem ao contrário das contas de energia elétrica, que vão às alturas nesse período.

Desenvolvida pela Nasa, a tinta térmica é feita à base de água e microesferas de vidro, refletindo até 99% os raios solares incidentes sobre a superfície. Além de refletir a luz solar, elas (microesferas) contribuem para reduzir a condutividade térmica dos revestimentos.

Segundo a empresa brasileira WC, a tinta pode reduzir em até 15ºC a temperatura da telha e até 30% da temperatura ambiente. Com tudo isso, a tinta reduz o uso de certos aparelhos elétricos, diminuindo em até 60% o consumo de energia elétrica em edificações, residenciais ou não.

Ela pode ser utilizada em qualquer superfície (sendo mais eficaz nas partes que recebem maior incidência solar) e, pasme, custa apenas cerca de metade do poliuterano, muito usado para isolar temperaturas.

Constatou-se, então, que um ambiente bem ventilado e protegido pela tinta térmica pode, inclusive, substituir o uso do aparelho de ar condicionado – faça as contas e verifique a economia na sua conta de luz!

E aí, o que achou dessa novidade? Que tal experimentar?! No Brasil, podemos encontrar essa tinta em alguns fornecedores. Pra facilitar, vale uma busca no Sr. Google. Depois conta pra gente! 😉

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