Soluções naturais para diminuir o uso do ar-condicionado

O verão pode estar quase acabando, mas os dias (muito) quentes continuam incomodando muita gente, não é verdade?! Pensando nisso, resolvemos falar, no post de hoje, sobre soluções naturais para o calorão – economizando com o ar-condicionado. Confira abaixo!

Mesmo sendo uma ótima alternativa para aqueles dias – e noites – de muito calor, o aparelho de ar condicionado é um vilão quando o assunto é o consumo de energia elétrica. Por conta dele, a conta de luz costuma aumentar muito, principalmente, no verão.

Então, que tal aproveitar alguns outros recursos, ecologicamente corretos, inclusive, garantindo ambientes mais frescos?! Foi pensando nisso que algumas empresas fizeram seus projetos, prestando atenção a cada detalhe, a fim de construir aliando uma arquitetura bioclimática.

Por isso, caso esteja pensando em reformar sua casa, ou vai começar a construir algo do zero, inspire-se nesses projetos que comentaremos a seguir, garantindo ambientes mais equilibrados e, com certeza, que precisam menos do ar condicionado, mesmo quando calor.

O T3 Architecture Asia, escritório especializado em arquitetura bioclimática, localizado no Vietnã, tem apresentado projetos importantes ao redor da Ásia, preocupados com essa questão. Vamos conhecer alguns deles, abaixo…

  • Na cidade de Ho Chi Minh (Vietnã), um projeto habitacional feito para abrigar 350 famílias tinha como preocupação a área muito quente e úmida da região. O edifício tem quartos ventilados naturalmente e proteção solar. Dentre as soluções para isso, estavam corredores abertos ao ar livre, telhados ventilados e isolamento de fibra de vidro.
  • Outro exemplo foi a Green Industrial House (Casa Industrial Verde), também no Vietnã. Construída com madeira e metal e paredes arejadas, ventiladores de teto e uma fachada com ventilação dupla diferenciada, o projeto visa controlar melhor a entrada de luz e ventilação naturais.
  • Mais um caso de sucesso foi o Green Office Building (Escritório Verde), na cidade de Saigon, que foi todo revestido de madeira. Ele conta com folhas de palmeiras na construção de seu telhado, além de um lago no centro do terreno.
  • Em Myanmar, um hotel verde, o Green Resort Bagan, possui proteção solar, ventilação natural, telhado verde e, é claro, vegetação abundante. Outro ponto interessante são as instalações de água, que promovem o resfriamento dos ambientes.

Viram só, quantas ideias legais?! O que podemos concluir é que, com o melhor aproveitamento da ventilação e luz naturais, não só economizaremos com o ar condicionado, mas também com lâmpadas, ventiladores, luminárias, entre outros. Esperamos ter te inspirado a entrar nessa onda verde.

Bandeiras tarifárias terão novos valores neste ano

As bandeiras tarifárias que são aplicadas nas contas de luz terão novos valores neste ano. A bandeira amarela vai passar de R$ 1,50 para R$ 2 a cada 100 quilowatts/hora (kWh) consumidos. A bandeira vermelha patamar 1 fica inalterada, em R$ 3 para cada 100 kWh , e o valor da bandeira vermelha patamar 2 cairá de R$ 4,50 para R$ 3,50 a cada 100 kWh.

Os novos valores foram aprovados no dia 14 de fevereiro pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A proposta recebeu contribuições por meio de audiência pública. As distribuidoras pleitearam a criação de novo patamar de bandeira amarela, mas o relator entendeu que a estrutura atual é a mais adequada.

“Além do aspecto econômico, o sistema de bandeiras tarifárias tem caráter educativo, e é uma forma transparente de comunicar aos consumidores que as condições de geração de energia elétrica no país estão menos favoráveis, no caso de bandeira amarela, ou mais custosas, de acordo com o patamar de bandeira vermelha que é acionado”, explicou José Jurhosa, diretor da Aneel e relator da proposta.

Os valores das bandeiras tarifárias são revisados a cada ano, de acordo com as variações de custo de energia. Desde dezembro do ano passado, a bandeira tarifária aplicada nas contas de luz é a verde, ou seja, sem cobrança extra para os consumidores.

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, que é mais cara do que a de hidrelétricas. A cor da bandeira que é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) indica o custo da energia, em função das condições de geração de eletricidade. Quando chove menos, por exemplo, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país.

Risco hidrológico

A Aneel decidiu hoje abrir nova audiência pública para para discutir como o aumento do risco hidrológico deste ano será repassado para as tarifas dos consumidores. A expectativa da Aneel é que o custo desse risco, que reflete a falta de chuvas e a geração menor de energia pelas hidrelétricas, e não é coberto com a bandeira tarifária, possa chegar a R$ 5 bilhões neste ano, o que pode significar um impacto de 2,5% nas tarifas de energia.

De acordo com a Aneel, este não será um custo novo para os consumidores, apenas será aplicado nos reajustes das tarifas deste ano, em vez de entrar apenas no ano que vem, com correção pela taxa Selic.

Fonte: Agência Brasil

 

Contribuintes podem entregar declaração do Imposto de Renda a partir de 02/03

Começou ontem (dia 2) o prazo para os contribuintes entregarem a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2017, relativa ao ano-calendário 2016. A entrega das declarações pela internet vai até as 23h59 do dia 28 de abril.

O programa gerador da declaração está disponível no site da Receita Federal para download. A declaração do imposto de renda é obrigatória para quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado.

Precisa ainda declarar o IRPF quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil; quem obteve, em qualquer mês de 2016, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência de imposto ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias e de futuros.

Quando se trata de atividade rural, é obrigado a declarar o contribuinte com renda bruta superior a R$ 142.798,50; o que pretenda compensar prejuízos do ano-calendário 2016 ou posteriores; ou que teve, em 31 de dezembro do ano passado, a posse ou propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, cujo valor total seja superior a R$ 300 mil.

A Receita Federal pagará a restituição do IRPF em sete lotes, entre junho e dezembro deste ano. O primeiro lote será pago em 16 de junho, o segundo em 17 de julho e o terceiro em 15 de agosto. O quarto, quinto e sexto lotes serão pagos, respectivamente, em 15 de setembro, 16 de outubro e 16 de novembro. O sétimo e último lote está previsto para ser pago em dezembro.

Ao fazer a declaração, o contribuinte deve indicar a agência e a conta bancária na qual deseja receber a restituição. Idosos, pessoas com deficiência física, mental ou doença grave têm prioridade para receber a restituição.

(Agência Brasil)

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