Mitos e verdades sobre o consumo de energia

Cada vez mais, nos preocupamos com o consumo consciente de energia elétrica, economizando, sempre que possível e, com isso, baixando os valores das contas. Porém, há muitos mitos quando se fala sobre esse assunto. A seguir, separamos algumas frases, esclarecendo se são mitos ou verdades. Confira!

  • Segurar a porta do elevador por alguns minutos faz aumentar o consumo de energia. – MITO.

Apesar de não ser nada legal segurar a porta do elevador sem necessidade, já que outra pessoa pode estar realmente precisando descer ou subir, isso não faz com que o gasto de energia seja maior.

  • Economia de água gera economia de energia elétrica. – VERDADE.

Como a bomba é necessária para fazer com que a água suba aos apartamentos, nesse sentido, quanto menos usarmos a água, menos a bomba trabalhará, e, portanto, menos se gastará energia elétrica.

  • Sensores de presença geram economia de energia. – DEPENDE.

Com os sensores, as luzes só são acesas quando há alguém no espaço. Porém, esse método reduz a vida útil das lâmpadas fluorescentes, em cerca de 40%. Com lâmpadas de LED, porém, não há esse problema, sendo as mais indicadas para o mecanismo.

  • Utilizar muitos equipamentos de segurança acarreta num consumo exacerbado. – MITO.

Esses equipamentos, principalmente os mais modernos, têm um impacto muito pequeno na conta de luz e, o mais importante, eles são essenciais para manter a segurança do condomínio.

  • A iluminação interna do elevador gera um grande gasto. – VERDADE.

Esse é um dos principais focos de gastos em condomínios residenciais, já que, na maioria das vezes, o elevador fica ligado 24h por dia, e, com ele, a luz interna. A melhor alternativa, nesse caso, é optar por trocar as lâmpadas pelas de LED, bem mais econômicas.

  • Pintar áreas comuns de cores claras ajuda a gastar menos energia. – DEPENDE.

Pintar os ambientes internos com cores claras fará com que eles pareçam, sim, mais iluminados, durante o dia (principalmente com muitas janelas no espaço). Porém, em outros casos, só a iluminação artificial funcionará.

  • “Chamar” o elevador mais de uma vez faz aumentar o consumo de energia elétrica. – MITO.

Quando o botão do elevador é acionado, não fará a menor diferença apertá-lo de novo. Não será mais rápido para quem espera, e nem gastará mais energia. Porém, no caso de vários elevadores e o morador, ao invés de “chamar” apenas um (correto), “chama” vários (incorreto), aí, sim, o gasto de energia será bem maior.

  • Elevadores modernos gastam menos energia. – VERDADE.

Os modelos atuais foram desenvolvidos com a preocupação de consumirem menos energia, portanto, sim, consomem menos energia. Nesse caso, uma saída de economia para os elevadores antigos é optar por alguns mecanismos que programam os elevadores para operar por proximidade.

E então, o que você achou dessas informações? Já sabia desses fatos?! A verdade é que muitas coisas são faladas, porém, nem todas são verdade. Esperamos ter te ajudado a entender melhor essa relação do condomínio com a economia de energia elétrica!

 

Condomínio

Com pouco mais de um ano, o Programa da Autorregulamentação da Atividade de Administração Condominial (Procondo) vem colhendo bons frutos. Uma recente certificação concedeu a mais de 100 mil condôminos o selo de qualidade, que garante a excelência e a segurança dos serviços prestados no setor. O objetivo é capacitar as empresas a investirem em quesitos mínimos que devem ser obrigatoriamente disponibilizados aos clientes.

Para a diretora-geral do Procondo, Deborah O’Dena Mendonça, o programa é um grande ganho para o mercado e seus clientes, uma vez que valoriza a atividade condominial e aprimora a qualidade do serviço prestado. “Com o programa, a Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi) efetiva um mercado de administração condominial mais saudável. E, como consequência, beneficia o consumidor final. Em suma, os condomínios têm a garantia de um serviço prestado com excelência”, ressalta Deborah.

Fonte: O Dia

Imóvel mais barato em áreas de UPP

Imóveis em regiões de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), que tiveram valorização no auge do projeto, estão perdendo valor de mercado. Em bairros como Copacabana, os apartamentos e casas chegaram a ter desvalorização de quase 10%, entre fevereiro de 2016 e abril deste ano, de acordo com o Sindicato da Habitação do Rio de Janeiro (Secovi Rio). O vice-presidente do Secovi Rio, Leonardo Schneider, afirmou que a insegurança contribui para a queda na valorização dos imóveis.

“A crise econômica e a alta no desemprego também afastam os consumidores que pensam em alugar ou comprar um imóvel. Mas não há dúvidas que a insegurança nas áreas que contam com UPPs é o fator determinante na baixa nos preços. Voltamos a patamares de 2012 e isso é preocupante. A previsão é de que o preço continue caindo”, avaliou.

A depreciação dos imóveis foi maior na Rua Antonio Parreiras, Ipanema, área das UPPs do Pavão-Pavãozinho, que teve desvalorização de 9,7%, de acordo com o Secovi Rio. O preço do metro quadrado, que em maio de 2016 era de R$16.429, caiu para R$ 14.836 em abril de 2017. Na Rua Teixeira de Melo, um dos acessos ao Morro do Cantagalo, também em Ipanema, a variação negativa foi de 6,4%. Em maio de 2016, o metro quadrado naquela rua era avaliado em R$ 17.913. O valor caiu para R$ 16.770.

A Tijuca é outro bairro que sofre com a desvalorização. Os imóveis na área da UPP do Salgueiro, cujo metro quadrado chegou a valer R$7.673 em junho de 2015, está sendo cotado, agora, a R$ 7.350. Na área da Tijuca, de forma geral, a queda no preço do metro quadrado caiu 1%, entre junho de 2016 (R$ 7.318) e abril de 2017 (R$ 7.246).

Baixa no Engenho de Dentro

No Engenho de Dentro, região abrangida pela UPP Camarista, a variação negativa foi de 5,2%. O metro quadrado que em outubro de 2016 era estimado em R$ 4.954, baixou para R$4.696 em abril deste ano. Na região do Morro Dona Marta, em Botafogo, local da instalação da primeira UPP do estado, em 2008, a desvalorização das residências e lojas, atingiu 7,5% somente no último ano. Em fevereiro de 2016, quem queria comprar um imóvel no bairro, teria que desembolsar R$ 12.848 no metro quadrado.

No Dona Marta, que ficou praticamente oito anos sem registrar sequer um homicídio, a partir da implantação da UPP, a rotina de mortes e tiroteio está apavorando os moradores e a vizinhança.

De acordo com moradores, os traficantes voltaram a circular armados pela comunidade e em determinados pontos, a polícia não consegue mais patrulhar sem ser alvo dos bandidos. A UPP surgiu como esperança de comunidades por dias melhores. No entanto, assim como no caso dos imóveis, a vida nessas regiões parece estar perdendo o valor.

(O Dia)

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