CAIXA anuncia aumento no valor de imóvel a ser financiado pelo ‘Minha Casa, Minha Vida’

Como primeira mudança do ano de 2019, a Caixa Econômica Federal, órgão operador do “Minha Casa, Minha Vida”, aumentou o valor dos imóveis a serem financiados pelo programa a partir do uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

A mudança afeta diretamente famílias de municípios com até 20 mil habitantes, que antes podiam ter como subsídio para financiar imóveis da cidade o valor de R$ 95 mil. Com o anúncio da CAIXA, o subsídio se iguala ao destinado a imóveis de cidades com máximo de 50 mil habitantes.

A nova medida vale para participantes da faixa 2 e 3 do programa, que possuem renda máxima de R$ 4 mil e R$ 7 mil, respectivamente. Para quem faz parte da faixa 1,5 (renda de até R$ 2.600), os subsídios oferecidos permanecem o mesmo.

Com a mudança, os novos limites do valor do imóvel em cidades pequenas, de acordo com o estado, ficam da seguinte forma:

  • – DF, SP e RJ: R$ 145 mil para cidades de até 50 mil habitantes;
  • – Região Sul, ES e MG: R$ 140 mil para cidades de até 50 mil habitantes;
  • – Região Centro-Oeste (com exceção do DF): R$ 135 mil para cidades de até 50 mil habitantes;
  • – Regiões Norte e Nordeste: R$ 130 mil para cidades de até 50 mil habitantes.

A última mudança feita no “Minha Casa, Minha Vida” havia acontecido no dia 31 de dezembro de 2018, ainda sob a decisão do então Presidente Michel Temer, que diminuiu o valor do subsídio oferecido a famílias com renda de até R$ 1.600.

FONTE: Zap em Casa

Entenda os índices financeiros na hora de comprar um imóvel

Ao adquirir um imóvel, é essencial que os índices financeiros aplicados estejam claros para todos os envolvidos. Eles representam uma análise da situação financeira de uma determinada categoria, de acordo com os fatores que a influenciam.

No post de hoje, separamos os principais índices envolvidos nas transações do mercado imobiliário que precisam ser observados. Confira!

 

IPG-M – Índice Geral de Preço:

Este índice, que é calculado pela FGV e divulgado ao final de cada mês, geralmente é utilizado para correção de contratos de aquisição de imóveis e de locação, aplicado sobre as parcelas com vencimento após o período de obras do empreendimento e que sejam devidas à incorporadora diretamente.

Vale lembrar que os contratos de locação de imóveis possuem cláusulas de reajuste anual. Sendo assim, o proprietário deve se atentar ao percentual utilizado para correção, que é o acumulado nos últimos 12 meses, e não o disponibilizado mensalmente. Para que não restem dúvidas, é indicado que um advogado especialista em direito imobiliário seja consultado antes da assinatura de qualquer contrato.

 

  • CUB – Custo Unitário Básico da Construção Civil:

Este é um dos mais específicos para atualizar os contratos de imóveis que ainda estão em fase de construção, servindo como mecanismo de reajuste de preços na compra e venda de imóveis que ainda não estão prontos.

Ele é calculado mensalmente pelos Sindicatos da Indústria da Construção Civil em todo o Brasil, e determina o custo global da obra para fins de cumprimento do estabelecido na lei de incorporações de edificações habitacionais em condomínios. Assim, assegura aos compradores em potencial um parâmetro comparativo aos custos reais.

 

  • INCC – Índice Nacional de Custo da Construção:

Este indicativo analisa a evolução dos custos de construções habitacionais, e é utilizado, normalmente, para correção dos contratos de compra de imóveis, aplicado durante o período de construção.

O INCC também foi criado pela FGV, visando mensurar as variações nos custos de construções no Brasil, sendo, assim, o primeiro índice oficial de custos na construção civil. Ele é calculado baseado nos preços pesquisados em algumas das capitais brasileiras, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília.

 

Dicas para melhorar a organização da gestão do seu condomínio

Ser síndico é uma função que requer atenção, cuidado e comprometimento, uma vez que são muitas atividades relacionadas ao condomínio, além dos problemas que precisam ser resolvidos e as demandas atendidas. Por isso, é essencial que quem estiver no cargo tenha processos de organização bem definidos, para não se perder entre tantas responsabilidades.

No post de hoje, separamos algumas dicas de organização que podem fazer uma grande diferença na gestão. Confira a seguir.

 

No demonstrativo financeiro do condomínio, o responsável deve anotar todas as movimentações financeiras, mês a mês. Elas podem ser divididas em:

  • Despesas: que são as fixas, cobradas todos os meses, como folhas de pagamento, seguros e contratos fixos; as variáveis, que são valores de manutenções programados ou contas que podem mudar, como a de água e energia; e as despesas extras, que são aquelas que não constam no planejamento, como reformas extraordinárias.
  • Receitas: aqui, entra todo o dinheiro que entra em caixa, seja pelo pagamento da taxa condominial, valores de multas ou receita vinda do aluguel de áreas comuns.
  • Saldo mensal: que deve ser constantemente atualizado e conferido.
  • Inadimplência: é essencial que o síndico tenha um controle de quantas unidades estão com o pagamento da cota condominial atrasado, quais são os valores e porcentagens de multas.

Nesta planilha, também podem entrar informações como fundo de reserva, poupança, entre outras. Com todas as informações em dia, a prestação de contas, que é obrigatória, será mais simples, correndo menos riscos de que erros sejam cometidos.

 

A reunião de condomínio também é um dos pontos essenciais para uma boa gestão, uma vez que é o momento em que o síndico pode expor a todos o seu empenho e dedicação. Além disso, é quando os condôminos podem ser ouvidos em relação às possíveis questões ou problemas.

As assembleias gerais ordinárias devem ser feitas uma vez ao ano, com o foco na prestação de contas. Já as assembleias extraordinárias podem ser agendadas de acordo com o surgimento das demandas. Para uma boa assembleia, é importante que o síndico tenha planejado previamente os tópicos que serão abordados e separado todas as informações que serão apresentadas aos moradores.

Você encontra mais dicas para uma boa assembleia aqui.

 

Os síndicos devem prestar uma atenção especial às manutenções periódicas, para que sejam feitas corretamente, evitando, assim, problemas maiores. Em uma planilha, anote as vistorias que devem ser feitas, as que já foram realizadas, datas e informações extras. As mais comuns são:

  • Caixas d’água,
  • Antenas,
  • Elevadores,
  • Para-raios,
  • Extintores e sistema de prevenção de incêndios,
  • Sistema hidráulico,
  • Rede elétrica.

 

As escalas de trabalho e férias de funcionários também devem ser controladas pelo gestor. Uma planilha pode ser montada com os nomes dos colaboradores, suas funções, dias e horários de trabalho. Assim, ficará mais claro quem está trabalhando e quando. Informações como data da assinatura da CLT, saldo de férias, folgas e alertas de pendências de cada um dos colaboradores também devem constar na planilha, evitando, assim, dúvidas sobre tais questões.

 

Os conflitos entre síndicos e moradores podem ser evitados através de uma comunicação clara. Por isso, a transparência é essencial nos mais diversos aspectos. Lei do Silêncio, locação de áreas comuns, controle de visitantes, segurança, finanças… todas estas questões devem ser esclarecidas, garantindo, assim, a satisfação de todos.

 

Esperamos que, com nossas dicas, a gestão do seu condomínio fique mais tranquila, organizada e eficiente, trazendo benefícios para todos.

 

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