Pesquisa sobre mercado imobiliário da Barra mostra dados positivos

Na última quinta-feira, 28 de março, o Secovi Rio promoveu o evento de lançamento do “Cenário do Mercado Imobiliário da Barra da Tijuca e Adjacências” na WeWork Barra. O evento contou com a participação de 80 pessoas, dentre elas Presidente da ABADI, Carlos Samuel de Oliveira Freitas, e o Vice-Presidente da Riotur, Lucio Macedo.

A abertura ficou por conta do Vice-Presidente Administrativo e Financeiro do Secovi Rio, Ronaldo Coelho Neto, que explicou o porquê de o material do Cenário não ser mais impresso. Por uma medida de sustentabilidade, o Sindicato reduziu as impressões de todas as publicações que agora poderão ser baixadas via QR code.

Em seguida, o Vice-Presidente do Secovi Rio, Leonardo Schneider, iniciou a apresentação do painel “Perspectivas para o mercado imobiliário na região da Barra da Tijuca”, onde apresentou os dados da pesquisa realizada pelo CEPAI, departamento do Secovi Rio que realiza análises estatísticas do mercado imobiliário.

De acordo com o documento, o preço médio do metro quadrado do apartamento-padrão para locação na região valorizou de uma forma geral: na Barra da Tijuca o percentual subiu 0,5% em relação a 2017; no Recreio dos Bandeirantes a valorização foi de 0,2%; e em Jacarepaguá a variação foi de -1,4%, uma desvalorização muito menor do que a praticada entre janeiro de 2017 e março de 2018, de -9,45%. Portanto, os dados indicam que o mercado imobiliário está caminhando para a tão esperada retomada.

A segunda apresentação do dia foi sobre a evolução da Barra da Tijuca nos anos de 2011 a 2018 sob a perspectiva dos lançamentos imobiliários. O painel “A evolução do estoque na Grande Barra nos últimos anos” foi apresentado pelo Diretor Executivo, Alexandre Fonseca, e com o Coordenador de Inteligência de Mercado, Felipe Macedo, ambos da Tegra Incorporadora.

O evento ainda contou com os patrocínios das empresas Haganá e Alterdata. Clique aqui para ver a cobertura fotográfica.

Para mais informações entre em contato pelo e-mail: cepai@secovirio.com.br

Expediente Atlântida – Semana Santa, Feriado de São Jorge… e Dia do Síndico!

Prezado Cliente

No dia 19 de abril, sexta-feira: Feriado – não haverá expediente.

No dia 22 de abril, segunda-feira: expediente normal

No dia 23 de abril, terça-feira: Feriado – não haverá expediente.

Demais dias, expediente normal.

Aproveite o feriadão, mas não esqueça de parabenizar também o sindico do seu condomínio no dia 23. Quem conhece o trabalho de um síndico sabe do esforço e dedicação que são necessários para garantir o bem-estar e harmonia condominial.

Atlântida Administradora

Reajustes menores nas contas de luz do Rio: na Light será de 8,8% e na Enel, de 7,3%

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, nesta terça-feira, uma revisão do reajuste nas contas de luz dos consumidores do Rio de Janeiro, anunciados há duas semanas. Os valores ficarão mais baixos. Agora, os clientes residenciais da Light terão uma alta de 8,8% nas tarifas neste ano. Já os consumidores da Enel Rio (antiga Ampla) passarão por um reajuste de 7,3% nas contas em 2019.

Há 15 dias, a Aneel havia aprovado uma alta de 11,52% para a Light e de 9,72% para a Enel. Os valores ficaram menores depois que o órgão anunciou, na semana passada, ter fechado um acordo com oito bancos públicos e privados para tentar aliviar as tarifas de energia. Os novos números começam a valer em 1º de abril.

Esse acordo permitiu antecipar para este ano o pagamento total de um empréstimo bilionário cujos custos estavam embutidos na conta de luz. Com isso, foram retirados R$ 6,4 bilhões das tarifas, com impacto direto para os consumidores.

Mesmo menor, o reajuste na conta para o consumidor fluminense ficará acima da inflação. O índice oficial, medido pelo IPCA, acumula alta de 3,89% em 12 meses, segundo o IBGE. Em uma década, a tarifa de energia do carioca mais que dobrou.

Quando a conta chega ao consumidor, ele paga pela compra da energia (custos do gerador), pela transmissão (custos da transmissora) e pela distribuição (serviços prestados pela distribuidora da localidade), além de subsídios e impostos. O empréstimo embutido era um dos componentes da tarifa.

Fim de empréstimo

O empréstimo foi feito para ajudar as distribuidoras a pagar pela compra de energia ao longo de 2014, em meio a uma baixa histórica no volume dos reservatório das hidrelétricas, e evitar um reajuste muito elevado para os consumidores de uma só vez. A intenção, naquele momento, era diluir os valores ao longo dos anos. Os financiamentos foram tomados com um consórcio de 13 bancos e somaram R$ 21 bilhões, em números da época, sem contar os juros.

Três operações foram acordadas — em abril e agosto de 2014 e fevereiro de 2015. Na época, ficou decidido que os valores necessário para quitar a dívida seriam repassados às tarifas entre novembro de 2015 a abril de 2020. A Aneel conseguiu, agora, antecipar a quitação do empréstimo e reduzir o montante a ser pago pelos consumidores. A dívida atual soma R$ 8,8 bilhões.

Fonte: Jornal Extra

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