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Casa Cor abre as portas pela primeira vez na Zona Portuária

Uma mostra dentro de outra. Não é exagero dizer que quem visitar a Casa Cor neste ano verá espaços criados por alguns dos principais nomes da arquitetura e decoração nacional, além da obra de um dos mitos mundiais das pranchetas, aquele tipo de semideus das linhas e dos volumes conhecido nas rodas internacionais como starchitect (arquiteto-estrela).

Depois de ocupar casarões espetaculares, condomínios e até um shopping, da Zona Sul à Barra, o evento, que começa nesta terça (24/10), ancorou, pela primeira vez, na região central do Rio, no edifício Aqwa Corporate, assinado pelo escritório Foster+Partners, sediado em Londres, que tem à frente Norman Foster. Ícone da revitalização da Zona Portuária, a torre corporativa em forma de diamante, com a marca do inglês de 82 anos, vencedor do Prêmio Pritzker – o Nobel da arquitetura -, levou quatro anos para ser erguida e custou 800 milhões de reais.

É nesse arrojado prédio de vidro e aço, considerado o mais moderno e eficiente do país, que se espraiam 42 ambientes de 71 profissionais. Com vãos livres e janelas do chão ao teto, a vista de 360 graus é um dos destaques deste ano (dependendo do lado de que se olha, topa-se com a Baía de Guanabara, o Porto, o Pão de Açúcar ou o Corcovado, todos em ângulos absolutamente fotogênicos). “É uma edição ousada e generosa. Além de apostarmos em uma área para onde o Rio cresce, os participantes tiveram muito espaço para criar”, diz Patricia Mayer, à frente da Casa Cor com a sócia Patricia Quentel. “O público terá a chance de ver como é morar e trabalhar num lugar em intensa transformação e conhecer um empreendimento único”, completa Daniel Cherman, presidente da Tishman Speyer no Brasil, empresa proprietária do imóvel.

Fonte: Veja Rio, Sofia Cerqueira

Pagamento de boleto vencido abaixo de R$ 2 mil em qualquer banco é adiado para 2018

A liberação para pagar boletos vencidos abaixo de R$ 2 mil em qualquer banco foi adiada para 2018, conforme informou a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). A mudança estava prevista para entrar em vigor a partir desta segunda-feira (9/10).

A nova plataforma, de acordo com a Federação, tem sido implantada de forma gradual, conforme o valor do boleto. O sistema anterior só permite fazer o pagamento em atraso no banco que emitiu a cobrança.

Desde julho, só podiam ser pagos boletos acima de R$ 50 mil. A partir de setembro, o sistema passou a permitir o pagamento das contas atrasadas iguais ou acima de R$ 2 mil. Segundo a Febraban, estes valores alcançam 3,7% dos boletos emitidos no país.

De acordo com a Febraban, uma das vantagens adicionais do novo sistema, que garante o registro de todos os boletos e o compartilhamento de informações sobre emissores e pagadores pelos bancos, é a eliminação do risco de pagamento em duplicidade. Isso porque, quando um boleto é apresentado em algum banco, o sistema informa se ele já tiver sido pago, evitando novo pagamento por engano.

O novo sistema reduz ainda inconsistências de dados e permite a identificação do emissor e do pagador do boleto, facilitando o rastreamento de pagamentos e redução das fraudes, fonte de preocupação permanente para todo o sistema bancário.

— A Nova Plataforma de Cobrança traz benefícios para o consumidor e para a sociedade, como maior segurança, facilidade no pagamento de boletos vencidos, além de evitar o envio de boletos não autorizados — afirma Walter Tadeu de Faria, diretor-adjunto de Negócios e Operações da Febraban.

(O Globo)

Conta de luz fica mais cara este mês

Com o início do mês de outubro, a conta de luz ficará mais cara. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mudou a bandeira tarifária das contas de luz, que passou a ser a vermelha patamar 2. A tarifa é a mais cara do modelo e representa a cobrança de taxa extra de R$ 3,50 a cada 100 Quilowatt-hora (kWh) consumidos.

Em setembro, a bandeira tarifária das contas de luz foi a amarela, com taxa extra de R$ 2 para cada 100 kWh de energia consumidos. A tarifa extra mais alta a partir deste mês se deve à necessidade de operar mais usinas térmicas, cujo custo de produção da energia é mais alto que a da produzida nas hidrelétricas. A mudança foi anunciada pela Aneel na última sexta-feira, 29.

É a primeira vez que o patamar 2 é acionado, desde que a bandeira vermelha passou a contar com duas graduações, em janeiro de 2016. A decisão foi tomada devido à baixa vazão das hidrelétricas, porque as chuvas em setembro ficaram abaixo da média. Segundo o relatório do Programa Mensal de Operação (PMO) do Operador Nacional do Sistema (ONS), a situação dos reservatórios das usinas hidrelétricas alcançou níveis preocupantes.

A agência reguladora aponta que ainda não há risco de desabastecimento de energia, mas alerta para a importância de os consumidores intensificarem o uso consciente e combater o desperdício de energia elétrica.

O que fazer para economizar

Tomar banhos mais curtos, de até cinco minutos; não deixar portas e janelas abertas em ambientes com ar-condicionado; evitar deixar a porta da geladeira aberta sem necessidade ou colocar alimentos quentes nela; retirar os aparelhos da tomada quando possível ou durante longas ausências e utilizar iluminação natural ou lâmpadas econômicas e apagar a luz ao sair de um cômodo são ações que podem contribuir para evitar o desperdício e também o peso das mudanças no bolso.

Fonte: O Fluminense

 

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