Categoria: Dicas

Comunicado Atlântida: Coronavírus

Prezado Cliente

Em virtude das recentes medidas adotadas pelos Governos Federal, Estadual e Municipal, vimos pela presente informar que a Atlântida está mantendo sua rotina normal de funcionamento diário das 8:30 às 17:30h, tanto no Centro quanto em Copacabana.

Entretanto, diante do aumento da incidência dos casos no Rio de Janeiro, e considerando as crescentes medidas e restrições já adotadas e outras que estão por vir, apresentamos algumas considerações e recomendações abaixo com o objetivo de garantir a saúde e o bem-estar de todos, principalmente nossos colaboradores e clientes:

Os nossos canais de comunicação estão ativos, pedimos que o contato conosco seja feito exclusivamente via telefone e email. Visitas à Atlântida, somente em casos emergenciais e que requeiram a sua presença física. Caso contrário, que as dúvidas ou pedidos sejam feitos nos canais já informados.

Recomendamos enfaticamente que, caso haja alguma assembleia agendada, a mesma seja imediatamente cancelada. Não convém reunir os condôminos em um play ou mesmo alguma sala fechada. Por isso, todas as reuniões presenciais devem ser desmarcadas.

Caso haja academia, piscina, churrasqueira ou outras áreas de convivência em seu condomínio, que seja avaliado o seu imediato fechamento por prazo indeterminado.

Por fim, não esquecer de adotar as medidas pessoais abaixo:

. Lavar as mãos com freqüência com água e sabão até a altura dos pulsos, ou higienize com álcool em gel 70º.

. Cobrir a boca ao tossir ou espirrar, preferencialmente com lenço ou com o braço. Não use as mãos.

. Evite tocar olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.

. Não compartilhar objetos pessoais, como copos, pratos, talheres e toalhas.

. Evite aglomerações e mantenha os ambientes ventilados.

Atenciosamente

Atlântida Administradora

Animais em condomínios: Regras que evitam dor de cabeça

 

Neste sábado, 14 de março, comemoramos o Dia Nacional dos Animais. Essa data foi escolhida para conscientizar as pessoas sobre os cuidados que devem ser dados aos animais.

 

Dentro dos condomínios residenciais, existe aquela velha história relacionada aos animais domésticos: O condomínio pode ou não pode proibir que os moradores criem seus pets dentro de casa?

 

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), decidiu em 2019, que convenções de condomínios residenciais não podem proibir moradores de criar animais em apartamentos ou casas. Pelo entendimento da Turma, a proibição só se justifica se o animais representar risco à segurança, higiene, saúde ou ao sossego dos demais moradores. 

 

Embora essa decisão já tenha sido tomada, diversos vizinhos de criadores de pets, distribuem reclamações como barulho excessivo, mau cheiro, e sujeira. O condomínio é um local onde a boa convivência precisa ser preservada, logo, alguns cuidados devem ser seguidos para evitar atritos. Confira: 

 

  • Bom senso em primeiro lugar.
  • Cuide bastante da saúde do seu animal, assim pode-se prevenir a transmissão de doença para pessoas ou para outros pets do condomínio.
  • Não seja inconveniente a ponto de criar uma quantidade grande de gatos ou cachorros dentro de seu apartamento. 
  • Recolha sempre as necessidades de seus animais. 
  •  Mantenha os animais nas coleiras ao passear nas áreas comuns.
  • Respeite os locais proibidos.

5 fatos que você não sabia sobre o Rio de Janeiro

Iniciamos o mês de março parabenizando a nossa Cidade Maravilhosa, já são 455 anos para comemorar. Sinônimo de calor, samba, praia e carnaval, o Rio tem muitos mais segredos que talvez você ainda não saiba. Separamos algumas curiosidades, confira!

 

  1. O Rio é de Janeiro, mas na verdade o Rio não existe, é uma baía. 

 

Em janeiro de 1502 que o navegador português Gaspar de Lemos primeiro chegou ao Rio. Diz a lenda que Lemos navegava pela Baía da Guanabara quando ele inventou o nome para a cidade, confundindo a baía com a boca de um grande rio.

Hoje em dia, alguns historiadores questionam a teoria, argumentando que os portugueses eram navegadores experientes para cometer esse erro, e que a palavra para rio no século 16 também era usada para identificar baías.

2. Origem do termo Carioca

A origem do nome vêm do povo Tupi (nativos brasileiros). Quando os portugueses chegaram ao Rio de Janeiro, havia uma grande população indígena que via esses homens brancos construindo casas muito estranhas! “Cari” significa “homem branco”, “oca” significa “casa”, então CARIOCA = “a casa do homem branco”.

3. Foi a capital de um dos maiores impérios do mundo

Não é raro encontrar estrangeiros que pensam que o Rio é a capital do Brasil – afinal, até 1960, ano de inauguração de Brasília, a cidade de fato o era.

O que poucos sabem é que o Rio foi não apenas a capital do nosso próprio país, mas também de um império global: quando a Família Real portuguesa e a sua corte se mudaram para o Brasil, em 1808, fugindo das tropas de Napoleão, a cidade foi transformada em capital do Reino de Portugal e de seu vasto império ultramarino.

4. O maior porto escravista da história fica no Rio

O Cais de Valongo, maior porto escravista da história, fica localizado na área portuária do Rio de Janeiro. Ele foi criado para que o desembarque e comércio de africanos escravizados fossem retirados da Rua Direita, atual Primeiro de Março.

Após a construção do Cais, o mercado escravo se intensificou e mais de 500 mil africanos chegaram ao Rio de Janeiro. Com isso, o Rio ganhou uma grandíssima herança cultural africana, propiciando o nascimento do samba, de religiões de matriz africana, além de uma rica gastronomia.

5. O Cristo Redentor é atingido por raios todos os anos

Em relação a todo o mundo, o Brasil é o país com a maior incidência de raios. Na cidade do Rio de Janeiro, as descargas elétricas trazem ameaça para um dos principais símbolos da cidade: o Cristo Redentor, uma das sete maravilhas do mundo.

A explicação para a frequência de raios na cidade é que a combinação de montanhas com a grande concentração de água atrai as descargas elétricas. O monumento é atingido por, em média, dois a quatro raios por ano, segundo o Instituto Brasileiro de Pesquisas Espaciais. Não ocorrem danos, na maioria dos casos, mas algumas tempestades têm a capacidade de destruir partes do monumento.

Fonte de pesquisa: SkyScanner, Free Walker Tours

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