Categoria: Dicas

Controle de pragas em condomínios: quando realizar?

É preciso proteger os ambientes do condomínio e os moradores de ratos, cupins, baratas e outros insetos. O síndico deve garantir o controle de pragas para que elas não sejam um problema.
O controle de pragas em condomínio é mais uma responsabilidade do síndico. Esse controle envolve dedetização, desratização e descupinização. Efetuada por empresas especializadas, a periodicidade deve obedecer ao calendário de manutenção de cada condomínio. Isso, é claro, se ele existir. Nem todos os síndicos possuem uma administração transparente e organizada, realizada por meio de uma plataforma de gestão condominial, para ter em mãos essa informação.
Independentemente disso, é preciso proteger os ambientes e os moradores de ratos, cupins, baratas e outros insetos. Essas pragas urbanas são problemas em muitos locais, especialmente em um país tropical como o Brasil. E o síndico deve cuidar para que elas não sejam um problema no condomínio.
Importância de manter uma rotina de controle de pragas
As pragas urbanas, como baratas, ratos, cupins, formigas, aranhas e mosquitos, podem causar muitos problemas sérios, especialmente doenças. Basta que eles encontrem condições favoráveis para se reproduzirem. O resultado pode ser uma infestação difícil de ser combatida.
Em um condomínio, principalmente nos verticais, existem muitos locais onde essas pragas podem se esconder e se abrigar. Especialmente ratos e baratas. A área das caixas d’água é um ótimo exemplo. Diante do risco que elas apresentam aos moradores e demais usuários do local, o controle de praga em condomínios se mostra um procedimento de fundamental importância. Afinal, ninguém deseja viver em um edifício em que existem perigosos vetores de doenças.
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Dicas na hora de contratar uma dedetizadora para o condomínio

Os condomínios precisam de dedetização com uma certa frequência. Por isso, precisam contratar empresas que realizam esse trabalho. Mas, como escolher uma dedetizadora boa e eficiente? Com certeza essa é uma pergunta que todos os síndicos e gestores de condomínios sempre fazem na hora da contratação.

Cuidados com a mistura do veneno e qualidade dos produtos, tipos de combate, garantia do serviço, cheiros dos produtos e manchas, cuidados com animais, idosos, crianças e alérgicos esses são alguns assuntos fundamentais a serem discutidos com a empresa contratada. Acompanhe algumas dicas importantes.

Mistura do veneno

Peça que a empresa faça a mistura do veneno na hora da aplicação. O motivo é simples: você precisa se certificar de que o veneno usado é de qualidade. Muitas empresas dizem que usam produtos de grandes marcas ou fabricantes quando, na verdade, usam venenos de má qualidade ou até mesmo caseiros. Se a empresa disser que levará a embalagem do produto para lhe mostrar, não aceite.

Tipos de Combate

Para cada praga há uma forma de combate diferente, podendo variar o produto utilizado e a forma de aplicação. Há aplicações que são feitas apenas em rodapés, em outras são necessárias aplicações no rodapé e roda-teto, como também no telhado ou piso. Há diferença ainda no tipo de veneno a ser usado.

Garantias

Cuidado com garantias muito longas. Fornecedores de produtos de dedetização de qualidade não oferecem mais do que 3 meses para controle da maioria das pragas.

Cheiro de Produtos

Venenos de qualidade geralmente não tem cheiro forte e em muitos casos são inodoros. Saiba ainda que empresas e aplicadores individuais, conhecidos como Zé Bombinhas, fazem misturas que contém apenas querosene deixando um cheiro forte após a aplicação, mas que não tem nenhuma efetividade.

Manchas causadas por dedetização

No mercado há todo tipo de produtos e de profissionais de dedetização e por isso você já pode ter escutado alguma história sobre dedetização ter causado manchas. Essas histórias podem ser verdadeiras, mas os produtos de qualidade não oferecem perigo de mancha para pintura, móveis ou roupas.

Animais

Quem tem animais muitas vezes fica com medo de contratar dedetização. Nesse sentido, uma série de cuidados devem ser tomados pela dedetizadora, cada cuidado especifica para o tipo de produto a ser usado. O cliente deve manter o animal afastado no momento da aplicação do produto de dedetização, para que o mesmo não veja os locais e não fique curioso.

Crianças, Idosos e Alérgicos

Em locais onde há crianças menores de 6 anos, pessoas alérgicas ou idosos devemos ter um cuidado especial. Esse público necessita da aplicação de venenos menos agressivo. Há linhas de produtos de dedetização usados especificamente nesses casos que apesar de mais caras, são essenciais para o bem estar dessas pessoas. Lembre-se sempre de avisar sua dedetizadora sobre a faixa etária das pessoas que frequentam o local a ser dedetizado.

FONTE: SíndicoJF e  MYCond

Descarte Correto: Saiba como jogar fora o lixo eletrônico

O Brasil ocupa o quinto lugar na lista de maiores produtores de lixo eletrônico no mundo. Segundo estimativa da Plataforma para Aceleração da Economia Circular (Pace), anualmente, são cerca de 1,5 milhão de toneladas de lixo eletrônico descartado, sendo que apenas 3% do material coletado tem um destino correto.

Daí a necessidade de um empenho de todos para o descarte correto de resíduos eletrônicos (celulares, fones, baterias, pilhas, notebooks, tablets, mouse, teclado e fios), inclusive do condomínio, que deve ter esse cuidado e responsabilidade para com o meio ambiente.

Esse tipo de lixo deve ser descartado separadamente porque possui um alto potencial tóxico, já que é composto por metais pesados e elementos químicos. A deposição incorreta destes materiais, além de afetar o meio ambiente, pode contaminar rios e mares.

Por isso, nessa nova postagem, vamos entender melhor sobre o tema e como o condomínio pode ajudar os moradores e o meio ambiente com o descarte correto.

Processo de reciclagem dos eletrônicos

O processo de reciclagem começa nos pontos de coleta de lixo eletrônico, que podem estar disponíveis em mercados, shoppings, centros comerciais e também nos condomínios.

Após recolher, os resíduos eletrônicos são enviados para empresas e cooperativas que fazem o trabalho de reciclagem. Cada instituição tem uma rotina própria, mas as etapas do processo costumam ser similares.

Retirada

Após disponibilizar um local adequado para que o lixo eletrônico seja depositado, o próximo passo é entrar em contato com uma empresa especializada no processo para recolher todo o material.

O condomínio pode fazer uma pesquisa junto a prefeitura, para ter acesso a cooperativas de coleta de lixo eletrônico e assim entrar em contato para que elas façam a retirada. A depender da empresa, ela pode até disponibilizar o próprio local onde os moradores vão poder fazer o descarte.

Triagem

O próximo passo é a triagem. Logo após a retirada dos aparelhos nos condomínios, os resíduos eletroeletrônicos são separados e classificados por tipos, como:

Eletrodomésticos

  • Ares-condicionados;
  • Aspiradores;
  • Batedeiras;
  • Cafeteiras ou chaleiras elétricas;
  • Câmeras fotográficas;
  • Fechaduras elétricas;
  • Fogões;
  • Fornos;
  • Fornos de micro-ondas;
  • Freezers;
  • Secadores de cabelo.

Informática

  • Almofadas de toque;
  • Alto-falantes;
  • CPUs;
  • Impressoras;
  • Monitores;
  • Mouses;
  • Scanners;
  • Teclados;
  • Webcams.

Telefonia

  • Celulares;
  • Faxes;
  • Intercomunicadores;
  • Interfones;
  • Secretárias eletrônicas;
  • Smartphones;
  • Tablets;
  • Telefones.

Descaracterização

Em seguida, os materiais são descaracterizados. O que torna o processo mais seguro com a destruição de todos os dados presentes nos computadores e celulares. Além disso, é feita a separação dos resíduos por matéria-prima, para serem enviadas posteriormente para a reciclagem.

Reciclagem 

Por fim, a última etapa da gestão de resíduos é a reciclagem. Todo o material eletroeletrônico é enviado a empresas licenciadas por órgãos ambientais. No local, os equipamentos eletroeletrônicos são tratados e posteriormente reciclados.

Os aparelhos recondicionados (computadores, por exemplo), podem ser reutilizados em diversos espaços, como bibliotecas, telecentros, centros comunitários, escolas, entre outros.

Instalando local de descarte no condomínio

Os síndicos ou administradores devem providenciar um contêiner ou Big Bag para que o lixo eletrônico seja recolhido separadamente dos outros resíduos. A depender da empresa que for escolhida para fazer a retirada, ela pode até fornecer esse equipamento.

Segundo especialistas, não é necessário separar por tipo de equipamento, mas é importante perguntar à empresa/cooperativa quais materiais não recolhem.

O contêiner de descarte deve ser colocado em uma área fechada, para evitar contato com sol ou chuva. Lembrando que, ao contrário do material reciclável, o resíduo eletrônico é mais pesado e também bastante volumoso.

Campanha de descarte no condomínio

Uma campanha de mobilização com os moradores, sobre a importância do descarte regular de lixo eletrônico, pode ajudar muito no recolhimento dessas peças dentro do condomínio.

Espalhe cartazes, envie mensagens nos aplicativos ou pelo Whatsapp. No material destaque a importância desse ato e para onde esse material será levado, pode até mostrar as etapas do processo que destacamos acima.

Combine com a empresa, às vezes ela já tem esse material pronto.

Destaque ainda que os eletrônicos devem ser descartados de modo que estejam inteiros. Nada de desmontar os eletrônicos antes de descartar. Essa é a principal preocupação desse tipo de descarte.

Por fim, explique que o descarte correto de lixo eletrônico, assim como de materiais recicláveis, é sempre defendido como um dos pontos essenciais para uma gestão mais sustentável e consciente dos condomínios.

Esse tipo de atitude ajuda até aqueles vizinhos mais ocupados ou esquecidos, que poderão deixar esse tipo de lixo em um local seguro. Isso gera benefício para todos

FONTE: MyCond e Síndico JF

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