Categoria: Condomínios

Aulas coletivas em condomínios

As aulas coletivas têm se tornado cada vez mais populares nas academias do Brasil. Mas e se misturassem isso com o universo condominial?! Isso mesmo, essa é uma novidade que tem agradado muitos moradores: aulas coletivas em condomínios. Confira mais informações na matéria de hoje!

Promover e incentivar a saúde dos condôminos também é uma preocupação de qualquer condomínio e, nesse quesito, a prática de aulas coletivas torna-se uma saída que une saúde, socialização, além de economia de tempo e dinheiro. Essa prática é boa não só para o corpo, mas também para a mente.

Para viabilizar essa questão, o síndico deve procurar professores capacitados, que podem oferecer diversas atividades e aulas, como caminhadas, corridas, yoga, lutas, danças, alongamento e muitas outras coisas. Elas podem ser divididas por faixa etária, incluindo de crianças a idosos nas opções.

Os educadores físicos, com sua experiência, são capazes de transformar simples áreas comuns em espaços propícios à prática de exercício. Por isso, além de zelar pela segurança de todos, contratar bons profissionais pode te ajudar a economizar e a melhor aproveitar os espaços.

Com materiais simples e baratos, como, por exemplo, colchonetes, bolas, cordas e elásticos, uma infinidade de exercícios pode ser trabalhada, para diferentes perfis de público. Além disso, esses profissionais podem aproveitar outras áreas comuns, que não estão sendo tão exploradas.

No caso do condomínio ter uma quadra, aulas específicas, como de futebol, handebol, basquete, vôlei ou tênis, por exemplo, podem ser oferecidas. Se houver uma piscina, podem ser feitas natação e hidroginástica. O professor deverá fazer uma análise de quais atividades mais se encaixam ao perfil dos moradores.

Portanto, para incluir práticas saudáveis em seu dia-a-dia, aliando distração e exercícios físicos, sem a desculpa de falta de tempo (já que a comodidade é grande!), essa é uma ótima saída. Converse com seu síndico e outros moradores sobre o assunto, compartilhe esse post e essa ideia!

Para lidar com o novo IPTU

Com a aprovação, pela Câmara, das mudanças na cobrança do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e do ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis) na última semana, o aumento nas taxas está a poucos passos de se concretizar. O prefeito Marcelo Crivella precisa apenas analisar se acata ou veta as emendas apresentadas pelo Legislativo.

Segundo o Executivo, o aumento médio no IPTU gira em torno de 37%. Mas estudos de entidades como a Federação do Comércio do Estado do Rio preveem que em casos como o de imóveis comerciais de Jacarepaguá o aumento do IPTU poderá chegar a 153%, e o do ITBI, a 325%.

Com a iminência das elevações nas taxas, cabe aos contribuintes se organizarem para evitar surpresas. Segundo o advogado Arnon Velmovitsky, é importante saber como questionar os valores, caso desconfiem de erros. Podem indicar equívocos questões como divergência da área, da idade do imóvel e dos fatores que constam no IPTU, além de valor venal acima do esperado.

– A prefeitura solicita que o contribuinte se manifeste através de petição e anexe fotos. Porém, para obter o resultado desejado, é importante consultar um engenheiro que avalie o caso e faça um laudo dessa avaliação, que viabilizará a redução – descreve ele.

O advogado Armando Miceli acrescenta que o contribuinte também poderá requerer a revisão dos dados cadastrais decorrentes do “Projeto Atualiza”, em que a prefeitura, de ofício, revisou os dados dos imóveis.

– Neste caso, o contribuinte deverá abrir um processo na prefeitura fornecendo os documentos exigidos – diz ele, citando como exemplo o original e a cópia da guia de notificação de lançamento expedida em decorrência do projeto e fotos que demonstrem as alegações.

Fonte: O Globo

 

Isolamento acústico para a sua casa

As construções atuais possuem estruturas e divisórias mais finas e ocas, o que poupa espaço e, principalmente, dinheiro. Porém, essa solução acaba trazendo um problema: os barulhos e ruídos são facilmente ouvidos e propagados – às vezes, até de um apartamento para o outro.

Pensando nessa questão, resolvemos abordar, na matéria de hoje, algo que soluciona esse inconveniente: o isolamento acústico. Ele pode ser feito em paredes, pisos, coberturas e fachadas de residências, fazendo com que os ruídos não se espalhem tão facilmente.

Vale lembrar que, desde 2013, de acordo com a ABNT (Associação Brasileia de Normas Técnicas), foram estabelecidos índices mínimos de isolamento, devendo a construtora ser responsável por essa tarefa, ao fazer o condomínio, casa ou prédio – já que é melhor pensar nesse assunto durante a construção.

Há alguns materiais que ajudam a absorver o som, impedindo que os ruídos passem de um ambiente para o outro, como, por exemplo, mantas de isolamento, vidros duplos, paredes espessas e portas e janelas com boa vedação. Preste atenção nas situações-problema a seguir e nas soluções que trouxemos para cada uma delas!

  • Barulhos gerais

Portas e janelas bem vedadas impedem que o som passe para outros ambientes. Atenção na vedação! Portas ocas podem ser trocadas por de madeira maciça. Uma vegetação densa, de diferentes alturas também pode funcionar como uma barreira acústica. Jardins verticais são ótimas soluções para apartamentos. Além de lindos, têm essa função.

  • Eco

Para resolver problemas de reverberação do som, inclua tapetes, peças e painéis de madeiras, poltronas e cortinas (com tecido mais grosso) ao cômodo – inclua texturas e materiais macios ao ambiente para melhorar o isolamento acústico dele.

  • Barulho passando pelas paredes

As mais espessas (como com tijolos maciços) ou as ocas (como Drywall) preenchidas com revestimento interno são melhores para evitar a propagação do som. Se o barulho passar pelas paredes de fachadas ou internas, use placas de lãs de rocha, painéis de madeira ou gesso acartonado. Também vale pendurar tapetes nas paredes.

  • Ruído vindo do piso

Pisos frios (como porcelanatos) provocam muito eco. O melhor revestimento para o chão, que ajuda a isolar o som, é o carpete. Tacos de madeira, mármores ou pisos vinílicos também são ótimas opções. Para quem for fazer reformas: antes do piso e depois do contrapiso podem ser aplicadas mantas acústicas. Novamente, os tapetes, em qualquer cômodo, também ajudam a reter o som.

  • Barulho vindo do teto

Telhados sem forro ou laje transmitem muito os sons. Por isso, é importante garantir que ele tenha um bom forro. Uma manta acústica pode ser colocada entre a telha e ele (forro), minimizando ainda mais a passagem de som e melhorando a acústica da casa.

E então, o que você achou dessas dicas que trouxemos? Esperamos que elas te ajudem a melhorar o isolamento acústico do seu lar, para que os barulhos dos vizinhos não te incomodem mais, e também para que você não atrapalhe ninguém! #FicaADica

 

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