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Inscrição para o prêmio Secovi Rio

O Prêmio Secovi Rio está com inscrições abertas até 18 de agosto. Em sua 7ª edição, o evento vai distribuir até R$ 10 mil em premiações. A iniciativa reconhece o trabalho de personalidades, profissionais de mídia e condomínios em prol do segmento de comércio e serviços imobiliários.

Na categoria Condomínio Sustentável, serão aceitas inscrições do representante do condomínio, de cases de iniciativas próprias e outros moradores, que demonstrem preocupação com temas como preservação dos recursos naturais, qualidade de vida, ação social, eficiência na administração e no controle de financeiro.

O prêmio será entregue em 14 de setembro, no encerramento da 6ª Feira Secovi Rio – Condomínio Maravilha, no Centro de Convenções SulAmérica.

Inscrições pelo www.secovirio.com.br/premiosecovirio ou premiosecovirio@secovirio.com.br.

(O Dia)

Gesso: uma opção versátil e sustentável

O Brasil começa a descobrir o que muitos países já sabem há algum tempo: o gesso é um material com infinitas vantagens para construção e reforma de interiores. Versátil e sustentável, ele já conquistou um espaço definitivo tanto em obras quanto na decoração. Além disso, a enorme economia de recursos e tempo que representa sua utilização no lugar da alvenaria tradicional também vem tornando o material indispensável para empresas e profissionais. Mas apesar de tantos pontos positivos, especialistas alertam quanto à necessidade de mão de obra especializada para uma instalação impecável do material.

Se comparado à alvenaria comum, a utilização do gesso pode representar uma economia de 40% em custo e de mais de 50% no tempo da obra ou reforma, como explica o arquiteto Avner Posner. “O gesso já é a primeira opção quando o assunto é construir ou reformar. No meu caso, montei inclusive uma equipe própria para trabalhar com o material, pois utilizo em todos os trabalhos que realizo”, explica o arquiteto.

Com tantas vantagens, o material já é utilizado em praticamente todas as obras comerciais e corporativas no Brasil, e se estabelece cada vez mais nos empreendimentos residenciais, segundo Posner. “Em uma parede de alvenaria comum, por exemplo, é preciso levantar a parede, esperar secar, emboçar, para só depois pintar. Isso pode levar até quatro dias. Já com gesso, essa parede fica pronta em no máximo dois. Fora que, com gesso, ainda possível trabalhar com rebaixamento, sancas, detalhes de iluminação, divisórias, estantes e nichos. A variedade das possibilidades de acabamentos é muito grande”, ressalta o arquiteto.

Como evolução da utilização do gesso em obras, o drywall surgiu como uma tecnologia de chapas de gesso que substitui as vedações internas convencionais de edifícios. As placas oferecem inúmeras vantagens em relação aos sistemas convencionais, segundo Omair Zorzi, gerente técnico da Knauf do Brasil. Segundo ele, o material cria acabamento perfeito com precisão milimétrica; possibilidade de execução de detalhes personalizados, tanto nas paredes como nos forros. “O produto tem como principais vantagens o menor peso das paredes, diminuindo os custos com fundação e estruturas; menor quantidade de mão de obra; precisão na execução; menor espessura das paredes, ganhando espaço na área útil, e ainda, menor desperdício de material e menos resíduos na obra”, afirma Zorzi.

Derrubando o mito de menor durabilidade, Omair lembra que o Brasil tem residências fabricadas com drywall na década de 1970, que recentemente foram avaliadas tecnicamente e estão em perfeito estado. Ele explica ainda, que além da economia por metro quadrado propriamente dita, somando a rapidez de execução, o custo é sem dúvida muito menor quando comparado com a alvenaria convencional. “O drywall existe há mais de 100 anos. Nos EUA e na Europa, quase a totalidade das construções são feitas com o sistema, pois é muito mais fácil, rápido e inteligente. Seu desempenho, seja acústico ou estrutural, está comprovadamente atestado por todas as normas nacionais e internacionais”, destaca Omair.

O uso das placas no sistema construtivo utilizado na montagem de paredes e forros também pode ser chamado de construção seca, pois não requer o uso de água na obra, como explica Eduardo Éboli, gerente de comunicação da Gypsum Drywall.  “Por fora, as paredes têm a aparência de alvenaria, porém, internamente, combinam estruturas de aço galvanizado com chapas de gesso de alta resistência mecânica e acústica. Por meio dessas placas também é possível a execução de revestimentos em qualquer ambiente interno de obras residenciais e não residenciais, inclusive em áreas úmidas, porém, para essas áreas são utilizadas as chapas resistentes à umidade”, ressalta Éboli.

Além da garantia de obras rápidas e mais sustentáveis, segundo Eduardo, com o projeto em mãos também é possível saber exatamente o quanto se vai investir, evitando gastos extras. Ele lembra ainda que o sistema proporciona uma execução mais limpa e sem desperdícios nem custos com remoção de entulho. “As chapas garantem a sustentabilidade do projeto, já que o componente é um material 100% reciclável. Além disso, o drywall traz diversas vantagens ao morador como conforto térmico e isolamento acústico”, destaca Eduardo.

​Para a arquiteta e designer Claudia Ramalho o gesso é um material de infinitas aplicações na arquitetura de interiores e elementos de decoração. “Além de bonito e barato, o gesso é um material versátil. Apresenta excelente acabamento e produtividade. Se forem corretamente armazenados, são até recicláveis, mas sua aplicação sempre necessita de mão de obra especializada”, ressalta a designer.

Para quem pensa em reformar a sua casa utilizando gesso, Claudia afirma que uma das melhores formas de se valorizar um projeto de arquitetura é fazer um teto criativo, com o material, que proporcione elegância e personalidade ao ambiente. “Outra opção bacana são as divisórias de gesso acartonado que, além da rapidez na instalação e execução, proporcionam excelente conforto pois reduzem a transferência do som entre os ambientes. São tão resistentes quanto as paredes de alvenaria, no entanto, são removíveis”, conclui a arquiteta.

(O Fluminense)

FGTS é aliado na casa própria

Quem planeja comprar a casa própria pode contar com um forte aliado: o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O recurso permite a compra à vista, o abatimento do saldo devedor, o pagamento das prestações e até a quitação do financiamento. Mas para o trabalhador usar o dinheiro da conta vinculada é preciso preencher requisitos como ter pelo menos três anos de carteira assinada, consecutivos ou não. O interessado não pode ter imóvel em seu nome nem ter contrato pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

Segundo o diretor da Estrutura Consultoria, Bruno Teodoro, para utilizar o dinheiro do fundo, o trabalhador tem que escolher imóvel avaliado em até R$ 750 mil. A unidade precisa ser para moradia.

“Pelas regras do Conselho Curador do FGTS, somente é permitido o uso do recurso para compra de imóvel para morar, no município onde o trabalhador exerce a função principal. Não vale para aquisição da casa de praia, por exemplo. Os recursos podem ser usados no consórcio imobiliário”, explica.

De acordo com a Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (Abac), a modalidade permite ao consorciado-trabalhador lançar mão também do saldo na conta do FGTS em oferta de lance para ter o bem mais rápido, além das outras possibilidades permitidas para financiar o imóvel e que valem para o sistema de consórcio.

“De janeiro a março deste ano, 647 consorciados-trabalhadores retiraram mais de R$27,8 milhões do FGTS em suas cotas”, lembra Paulo Roberto Rossi, presidente da Abac. Neste período, 170 trabalhadores recorrem ao fundo para amortizar o saldo devedor do consórcio. Em segundo lugar, o dinheiro foi usado para somar a carta de crédito para compra à vista do bem. Já em terceiro, o recurso serviu para quitação do saldo devedor dos empréstimos imobiliários.

(O Dia)

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