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Bandeiras tarifárias terão novos valores neste ano

As bandeiras tarifárias que são aplicadas nas contas de luz terão novos valores neste ano. A bandeira amarela vai passar de R$ 1,50 para R$ 2 a cada 100 quilowatts/hora (kWh) consumidos. A bandeira vermelha patamar 1 fica inalterada, em R$ 3 para cada 100 kWh , e o valor da bandeira vermelha patamar 2 cairá de R$ 4,50 para R$ 3,50 a cada 100 kWh.

Os novos valores foram aprovados no dia 14 de fevereiro pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A proposta recebeu contribuições por meio de audiência pública. As distribuidoras pleitearam a criação de novo patamar de bandeira amarela, mas o relator entendeu que a estrutura atual é a mais adequada.

“Além do aspecto econômico, o sistema de bandeiras tarifárias tem caráter educativo, e é uma forma transparente de comunicar aos consumidores que as condições de geração de energia elétrica no país estão menos favoráveis, no caso de bandeira amarela, ou mais custosas, de acordo com o patamar de bandeira vermelha que é acionado”, explicou José Jurhosa, diretor da Aneel e relator da proposta.

Os valores das bandeiras tarifárias são revisados a cada ano, de acordo com as variações de custo de energia. Desde dezembro do ano passado, a bandeira tarifária aplicada nas contas de luz é a verde, ou seja, sem cobrança extra para os consumidores.

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, que é mais cara do que a de hidrelétricas. A cor da bandeira que é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) indica o custo da energia, em função das condições de geração de eletricidade. Quando chove menos, por exemplo, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país.

Risco hidrológico

A Aneel decidiu hoje abrir nova audiência pública para para discutir como o aumento do risco hidrológico deste ano será repassado para as tarifas dos consumidores. A expectativa da Aneel é que o custo desse risco, que reflete a falta de chuvas e a geração menor de energia pelas hidrelétricas, e não é coberto com a bandeira tarifária, possa chegar a R$ 5 bilhões neste ano, o que pode significar um impacto de 2,5% nas tarifas de energia.

De acordo com a Aneel, este não será um custo novo para os consumidores, apenas será aplicado nos reajustes das tarifas deste ano, em vez de entrar apenas no ano que vem, com correção pela taxa Selic.

Fonte: Agência Brasil

 

Contribuintes podem entregar declaração do Imposto de Renda a partir de 02/03

Começou ontem (dia 2) o prazo para os contribuintes entregarem a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2017, relativa ao ano-calendário 2016. A entrega das declarações pela internet vai até as 23h59 do dia 28 de abril.

O programa gerador da declaração está disponível no site da Receita Federal para download. A declaração do imposto de renda é obrigatória para quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado.

Precisa ainda declarar o IRPF quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil; quem obteve, em qualquer mês de 2016, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência de imposto ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias e de futuros.

Quando se trata de atividade rural, é obrigado a declarar o contribuinte com renda bruta superior a R$ 142.798,50; o que pretenda compensar prejuízos do ano-calendário 2016 ou posteriores; ou que teve, em 31 de dezembro do ano passado, a posse ou propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, cujo valor total seja superior a R$ 300 mil.

A Receita Federal pagará a restituição do IRPF em sete lotes, entre junho e dezembro deste ano. O primeiro lote será pago em 16 de junho, o segundo em 17 de julho e o terceiro em 15 de agosto. O quarto, quinto e sexto lotes serão pagos, respectivamente, em 15 de setembro, 16 de outubro e 16 de novembro. O sétimo e último lote está previsto para ser pago em dezembro.

Ao fazer a declaração, o contribuinte deve indicar a agência e a conta bancária na qual deseja receber a restituição. Idosos, pessoas com deficiência física, mental ou doença grave têm prioridade para receber a restituição.

(Agência Brasil)

Decoração: dicas de iluminação para a sua casa

Uma boa iluminação faz toda a diferença em qualquer ambiente, seja ele residencial ou empresarial, não é verdade?! Por conta disso, resolvemos trazer, no post de hoje, dicas de iluminação, com informações sobre diversos espaços, tamanhos e tipos de lâmpadas, entre muitas outras. Leia abaixo e confira.

O projeto de iluminação pode ser pensado tanto na hora da construção, quanto da reforma. Além de valorizar a decoração do espaço, uma boa iluminação transmite boas sensações para quem estiver no ambiente, levando, por exemplo, aconchego e organização.

Tudo isso deve feito com o acompanhamento de um profissional especializado, que saberá quantas e quais luminárias usar, onde colocá-las, além de detalhes de temperatura e proporção. Deve-se atentar, principalmente, para que o projeto seja adequado ao cotidiano de quem frequenta o local.

Cada área da casa ou escritório pede um tipo específico de iluminação, com soluções para a demanda daquele lugar. Embora cada pessoa, grupo ou família, tenha seus gostos pessoais, e cada ambiente tenha sua função e, por isso, particularidades, existem algumas regras gerais para facilitar nossa vida.

Vejamos, a seguir, algumas dicas divididas entre os ambientes de uma casa:

  • Sala de estar: iluminação mais suave, pontuando mesas laterais e/ou de centro – nunca sobre sofás, poltronas, bancos e pufes. Pode-se optar por dimmer, para controlar a intensidade da luz. A iluminação indireta (com abajures e luminárias de piso, por exemplo) é uma boa opção.

 

  • Sala de jantar: sobre a mesa é o lugar ideal para um ponto de luz, como um lustre, por exemplo. Em mesas mais compridas, pode-se optar por mais de um foco de luz, podendo ser de pontos auxiliares na lateral do principal (lustre).

 

  • Cozinha: esse espaço pede uma iluminação eficiente, bastante clara. Normalmente, opta-se pela luz branca (intensa). Deve-se iluminar bem as bancadas de trabalho. Fitas de LED podem ser utilizadas sob os armários.

 

  • Banheiro: iluminação clara, com um foco de luz no local do espelho – utilize luzes difusas ou indiretas próximas a ele, como com duas arandelas nas laterais, por exemplo.

 

  • Quarto: iluminação suave. Se puder, utilize o dimmer. A cabeceira da cama pede iluminação indireta, que pode ser feita com o uso de abajures sobre os criados-mudos.

 

Não existe uma regra sobre o tamanho ideal de um lustre ou luminária, mas é importante que seja proporcional tanto ao cômodo, como também aos móveis e, é claro, ao pé-direito do espaço em questão. Por isso, como tudo na vida, é essencial o bom senso.

Sobre os diferentes tipos de lâmpadas, lá vai um resuminho:

  • Incandescentes: possuem alto consumo e baixa eficiência luminosa. Sua vida útil é baixa – cerca de 750 horas.

 

  • Fluorescentes: funcionam como um reator, com baixo consumo, e boa eficiência. Tem vida útil de 3.000 a 20.000 horas, dependendo.

 

  • Halógenas: alto consumo e alta eficiência luminosa. Sua vida útil é de cerca de 2.000 horas.

 

  • LED: baixo consumo e boa eficiência. Possui a maior vida útil entre todos os tipos, entre 15.000 e 40.000 horas.

 

Bom, se você quer mudar a iluminação de algum espaço, e agora já tem todas essas informações que demos, que tal conversar com um decorador para providenciar um projeto especialmente pensado para seu cantinho?! Lembre-se: uma iluminação bem pensada pode mudar completamente qualquer espaço. 😉

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