Author Archives: Atlantida

Revisão do IPTU

Quem pretende entrar com processo administrativo na Secretaria municipal de Fazenda por discordar do valor do IPTU deve correr. Se optar por questionar o imposto pelo que é conhecido como cobrança desdobrada, o prazo previsto para dar entrada no processo vence já na terça-feira (23). O contribuinte também tema segunda opção, de apenas questionar o valor lançado pela prefeitura sem fazer o depósito antecipado. Nesse caso, o prazo vence no dia 9 de março. Essa opção também exige a apresentação de um laudo de avaliação. Os modelos de impugnação podem ser consultados no site da secretaria

http://www.rio.rj.gov.br/web/smf/

O endereço dos postos também está no site.

Fonte: O Globo

Inmetro alerta sobre o risco de morte no uso de cauda de sereia

Em pleno verão, campanha ocorre em âmbito nacional e chama a atenção de responsáveis para o perigo de afogamento

Neste verão, e atento ao período das férias escolares, o Inmetro promove uma campanha de conscientização para alertar pais e responsáveis sobre os perigos da cauda de sereia, acessório voltado para uso na água que limita os movimentos das pernas do usuário. Durante o monitoramento de produtos com risco potencial de acidentes relacionados à segurança, estudos realizados pelo Instituto apontaram, em todos os cenários considerados, para o risco grave associado à cauda de sereia, destacando que seu uso pode levar a afogamento e morte. Para discutir o tema, o Inmetro criou, ainda, uma Comissão Técnica, formada pela Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa); pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP); e pela ONG Criança Segura Safe Kids Brasil.

“O produto tem grande apelo para público infanto-juvenil. Tomada pela fantasia, a criança pode imitar uma sereia, mas tem seus movimentos dificultados pelo uso do acessório e fica impedida de flutar. Isso a expõe a situações de perigo, que podem resultar em afogamento e morte”, alerta o diretor de Avaliação da Conformidade do Instituto, Luiz Antonio Lourenço Marques. “Por vezes, no ambiente de piscina, as pessoas tendem a relaxar e não ficar tão atentas. Mas, quando as crianças estão na água, a observação de um adulto é imprescindível. O responsável deve estar a até um braço de distância, a fim de que se evitem acidentes”, complementa.

Como parte da campanha, será publicado material informativo no site e nas mídias sociais do Instituto e das demais entidades integrantes da Comissão Técnica. Eventuais ocorrências de acidentes com a cauda de sereia devem ser relatadas no Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo (Sinmac), por meio do link: www.inmetro.gov.br/consumidor/acidente_consumo.asp
De acordo com dados da Sobrasa (afogamentos em geral – Brasil):

  • Em média, 17 brasileiros morrem afogados todos os dias;
  • Afogamento é a 2ª causa de óbito de 1 a 9 anos de idade e 3ª causa de 10 a 14 anos;
  • 51% das mortes em piscinas, por afogamento, ocorrem com crianças na faixa de 1 a 9 anos de idade;
  • 44% dos afogamentos no país ocorrem entre os meses de novembro e fevereiro, ou seja, especialmente ao longo do verão.

Fique atento aos riscos!

A cauda de sereia…

  • Prende as pernas e os pés do usuário, impedindo a flutuação.
  • Compromete o equilíbrio, dificultando inclusive ficar de pé.
  • Pode levar ao afogamento de forma silenciosa, até em piscinas rasas, mesmo para nadadores experientes.

No Rio, 60% da população não foi imunizada contra febre amarela

No dia em que a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou o Estado de São Paulo como área de risco para turistas por causa da febre amarela, o Rio enfrentou, mais uma vez, problemas na logística de vacinação, com pessoas batendo à porta de postos em que os estoques acabavam rapidamente.

Apesar de alegar ter doses suficientes para imunizar a todos e garantir não ser necessária a antecipação da campanha de fracionamento do Ministério da Saúde, que só começará em fevereiro, o Estado do Rio ainda tem 60% de sua população alvo para serem vacinados, o que corresponde a cerca de 8 milhões de pessoas.

Levantamento do GLOBO revela que esse é um contingente maior que o de São Paulo e de Minas Gerais, onde, respectivamente, 6,3 milhões e 3,6 milhões de pessoas ainda precisam ser imunizadas. O quadro é especialmente preocupante devido ao avanço da doença desde o fim do ano passado.

Nesta terça-feira, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Antônio Nardi, afirmou, durante entrevista em Brasília, que o número de notificações de febre amarela deu um salto de 42% em apenas 20 dias. De 1º de julho a 26 de dezembro, foram 330, e, de dezembro até o dia 14 deste mês, 470.

Na comparação entre os dois períodos, os casos confirmados passaram de quatro para 35, enquanto o número de mortos subiu de um para 20.

Apesar disso, Nardi classificou a decisão da OMS de “excesso de zelo”. Ele também disse que a recomendação da entidade não muda em nada o protocolo de atuação e que a estratégia continuará sendo “vacinação rápida e reforçada” nos três estados. Questionado sobre os parâmetros epidemiológicos para estabelecer se há ou não um surto, ele negou que seja o caso da situação atual, mas não foi específico:

— Quando há um registro astronômico. E nós estamos falando, de agosto de 2017 a janeiro de 2018, em 35 casos confirmados e 20 óbitos.

Produção de vacina é menor

O ministério reconhece que a situação é grave, mas alega que já foi pior. Desde a década de 1980, quando começou a série histórica, o maior surto ocorreu entre julho de 2016 e janeiro do ano passado: foram 271 casos e 99 óbitos confirmados de febre amarela.

O órgão sustenta que dispõe de vacinas em quantidade suficiente para imunizar, de forma fracionada, toda a população brasileira, se for preciso. Mas uma vacinação geral está descartada pelo governo. O total de doses não é divulgado por ser considerado uma informação estratégica.

Diante da cobrança sobre a produção de vacinas, Nardi explicou que este ano o plano é produzir 48 milhões de doses da vacina contra 60 milhões de doses no ano passado. De acordo com ele, é preciso levar em consideração a fabricação de outros imunizantes do calendário nacional de vacinação, como a tríplice viral.

— Se eu hoje fosse colocar a Fiocruz exclusivamente para a produção da vacina da febre amarela, poderia comprometer outra vacina que ficaria desabastecida no mercado — disse o secretário-executivo do Ministério da Saúde.

(O Globo)

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