Como a limpeza do condomínio deve ser feita?

A rotina de limpeza dos condomínios é um dos pontos mais importantes e que devem receber mais atenção por parte do síndico. E, é claro, os moradores também devem contribuir, para manter os ambientes limpos por mais tempo.

Para facilitar esse processo, é possível montar uma rotina de limpeza para o seu condomínio. Nós separamos um passo a passo que vai tornar esta questão mais simples. Continue lendo!

  • Equipamentos, materiais e produtos de limpeza devem ser disponibilizados para a equipe que será responsável pela tarefa. Os mais comumente utilizados são: detergente neutro, cera, esponjas, panos de chão, baldes, rodos e vassouras. É interessante criar uma lista para que se possa controlar o uso dos materiais. Assim, se mantém o controle do estoque e se evita o desperdício.

  • Áreas de maior fluxo de pessoas costumam demandar uma limpeza mais constante. Por isso, é importante que não se deixe a sujeira se acumular, conservando tais locais limpos diariamente. Banheiros, vidros, portas, escadas, elevadores, academia e salões de festa devem ser supervisionados e mantidos em boas condições constantemente. A equipe deve se atentar a pequenos detalhes, como cantinhos e frestas, que, muitas vezes, passam despercebidos.

  • É importante lembrar que, na prática, nem todas as áreas necessitam de limpeza todos os dias. Estabeleça rotinas diárias, semanais, quinzenais e mensais, de acordo com a necessidade e a disponibilidade da equipe. Elevadores, banheiros, hall de entrada, academias e calçadas devem ser limpos todos os dias. A cada 15 dias, portas, janelas, espelhos, salas de máquinas e portarias merecem uma atenção especial. Uma vez ao mês, garagens, salões, escadas e calçadas externas podem receber uma limpeza mais pesada.

  • Uma observação que deve ser feita é que essas manutenções e cuidados devem ser feitos de maneira que causem o menor impacto possível nos moradores. Na. Hora de elaborar o cronograma, leve em consideração os horários de menor fluxo de pessoas. Assim, se evita não só a insatisfação, mas também possíveis acidentes.

Seguindo estas dicas, a manutenção e conservação do seu condomínio ficará em dia, e a limpeza será um processo ainda mais tranquilo.

Porto inseguro

A Prefeitura do Rio ameaça processar a Caixa Econômica Federal para que seja cumprido acordo de repasse de verba destinada à manutenção da Região Portuária. Alegando a crise no mercado imobiliário, o banco ainda não liberou um centavo sequer da verba prevista para aquela área, que é de R$ 147 milhões.

Após transformar a esquecida beira-mar do Centro numa nova área de lazer e atrair milhares de visitantes, o Porto Maravilha – a maior parceria público-privada do Brasil – está mais uma vez sob ameaça. A Prefeitura avalia recorrer à Justiça para que a Caixa Econômica Federal cumpra o acordo firmado em agosto, no qual se comprometia repassar recursos para a manutenção da região, suspensos sob a alegação da crise no mercado imobiliário. Até hoje, o banco não liberou um centavo sequer dos R$ 147 milhões para infraestrutura e limpeza que deveriam ser transferidos em 12 parcelas.

O problema se arrasta. Há dois anos, o município arca com as despesas para recolher lixo e cuidar de calçadas e da iluminação da área revitalizada. Mas esses custos seriam da Caixa, que é a responsável pela gestão de um fundo imobiliário do qual deveriam sair os recursos para garantir a manutenção do espaço sem a necessidade de usar dinheiro público.

– Notificamos a Caixa extrajudicialmente. O próximo passo é buscar um acordo em uma câmara de conciliação de conflitos. Se não der certo, vamos cobrar em juízo o repasse dos recursos – disse o presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Porto (Cdurp), Antonio Carlos Mendes Barbosa.

GASTO DE R$ 342,2 MILHÕES

O impasse atinge serviços urbanos de uma área de cinco milhões de metros quadrados, que abrange partes de cinco bairros do Rio: Centro, Caju, Gamboa, Saúde e Santo Cristo. Para tentar minimizar os efeitos do vazio deixado pela Caixa, a prefeitura já destinou, desde 2017, R$ 342,2 milhões para o Porto Maravilha.

Os repasses do banco estão suspensos desde junho de 2016. Com a crise financeira, o mercado imobiliário se retraiu, e o banco viu encalhar um título conhecido como Certificado do Potencial Adicional de Construção (Cepac), que permite construir na Zona Portuária acima de um gabarito mínimo. A premissa era que, desses papéis, viriam os recursos não apenas para executar as obras, mas para manter o que já foi feito.

Mas, mesmo se o acordo fosse honrado, não resolveria outro problema. Hoje, apenas 50% das intervenções em infraestrutura foram concluídas, e há dois anos nenhuma obra nova começou. O cronograma previa que os serviços terminassem em 2022, mas não há garantias de que será cumprido. Alguns projetos importantes para o setor imobiliário ainda não saíram do papel. Isso inclui a reurbanização da Avenida Francisco Bicalho, onde a legislação permite construir prédios de até 50 andares. Também não andaram intervenções como a implantação de vias de BRT no Túnel João Ricardo, para que o corredor Transbrasil chegue até a Central, bem como a urbanização no entorno da Praça da Harmonia.

– A situação é ruim para a Caixa no momento em que o mercado imobiliário reaquece. O Porto Maravilha é um ativo importante, não apenas para a cidade – disse o presidente da Cdurp, órgão da prefeitura.

A Caixa informou que “permanece em agendas periódicas com todos os agentes relacionados ao Porto Maravilha, para assegurar a continuidade do desenvolvimento da área e a valorização dos ativos que compõem sua carteira de investimentos”.

Devido a essa indefinição, em junho, a prefeitura decidiu fazer por conta própria os serviços de manutenção para reduzir custos. A concessionária Porto Novo – até então responsável por essa manutenção, que no auge do projeto chegou a ter mil funcionários – hoje só conta com 170 pessoas, que operam os túneis Marcelo Allencar e Rio 450 e estão concluindo obras iniciadas antes da crise.

Mas os serviços têm deixado a desejar. No canteiro em frente ao Armazém Utopia, o mato chega a um metro de altura. O calçadão tem pedras soltas. A grama dos arredores do parquinho, ali perto, clama por água e limpeza e há lixo espalhado por toda parte. Os brinquedos também precisam passar por conservação: o paredão de escalada tem um buraco de 20 centímetros.

– Vim conhecer o Boulevard Olímpico porque tinham me recomendado. Mas está totalmente abandonado – disse o nutricionista Felipe Marangon, de Brasília, que visitou a região ontem com a mulher e os filhos.

Na Praça Mauá, boa parte das bolinhas de metal que sinaliza o caminho para cegos nos arredores dos trilhos do VLT já foi roubada.

– Com a prefeitura, a qualidade piorou. Hoje, temos dois garis para varrer e tirar o lixo. Eles não dão conta. A Porto Novo mantinha equipes quase 24 horas por dia – disse o comerciante João Santos.

Fonte: O Globo, Luiz Ernesto Magalhães e Natália Boere, 13/12/2018

Quais são os principais tipos de garantias de locação do mercado?

Na hora de alugar um imóvel, é necessário que o futuro inquilino comprove ao proprietário que poderá arcar com as despesas de aluguel em dia. Neste cenário, surgem as garantias locatícias, que servem, como o próprio nome diz, para assegurar que as taxas serão pagas. No post de hoje, falaremos um pouco mais sobre os principais tipos existentes no mercado.

  • Fiador:

Essa é a forma de garantia mais utilizada e popular no mercado. Ela consiste em uma pessoa que tenha condições financeiras comprovadas e que seja capaz de assumir as obrigações, caso o aluguel não seja pago. O locatário pode colocar qualquer pessoa como fiador, mas é mais comum que um familiar aceite a responsabilidade.

  • Caução:

É o pagamento antecipado de um valor pré-estipulado, que geralmente é o montante relativo a três meses de aluguel. Segundo o Procon-SP, o correto é que as quantia seja restituída ao locatário ao término da locação, acrescida de juros e correção monetária relativos ao período. Se houver algum débito pendente, poderá ser descontado do valor a ser restituído.

  • Seguro Fiança:

O locatário paga uma espécie de apólice de seguro, cujo montante vai depender do tipo de cobertura, quantos aluguéis cobra e o seu valor. Desse jeito, o proprietário tem o recebimento dos aluguéis em dia garantido, caso o locatário pare de pagar.

 

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