Luz mais cara em agosto: veja como economizar

Em agosto a conta de luz ficará mais cara, com bandeira tarifária vermelha, patamar 1, tendo um acréscimo de R$ 4,00 para cada 100 kW/h consumidos. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a justificativa do aumento este mês se deve ao período de seca nas principais bacias hidrográficas do país.

Geralmente esse é um valor que poucos se atentam, mas que pode causar danos nas finanças das famílias, porém, por mais que sempre escutássemos nossas mães gritando para apagarmos a luz, nunca o impacto no bolso foi tão grande, principalmente com aumentos recentes na cobrança desse serviço. Em julho, a bandeira tarifária era amarela, com acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 kW/h consumidos.

Mesmo para quem já tem o hábito de poupar, esse é o momento de redobrar o cuidado para que não haja susto na hora de pagar a conta. Veja abaixo algumas orientações de consumo consciente que podem fazer a diferença na ponta do lápis:

De olho no chuveiro

Segundo dados do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), o chuveiro elétrico é um dos grandes vilões no preço da conta de luz, representando cerca de 25% do valor em uma casa com quatro pessoas. Por isso é preciso sempre ficar atento à duração dos banhos diários, mesmo que no inverno, principalmente das crianças, que aproveitam para se divertir nesse momento.

Substitua as lâmpadas

Outra medida que pode fazer a diferença é substituir as lâmpadas convencionais por lâmpadas de LED, que além de economizar muito mais energia, iluminam melhor e têm uma durabilidade maior, sem a necessidade de serem trocadas com tanta frequência.

Abra as janelas

Durante o dia, tente aproveitar melhor a luz natural dos ambientes da sua casa ou apartamento abrindo as cortinas ou janelas. Nem sempre é preciso acender a luz para todas as atividades do cotidiano.

Ar condicionado

Em dias mais quentes, utilizar o ar condicionado para manter o ambiente climatizado é, sem dúvida, muito bom, mas é válido manter o aparelho entre 23ºC e 26ºC, pois quanto mais as temperaturas baixarem, o consumo tende a aumentar proporcionalmente.

Desligue os aparelhos

Nem todos se atentam a esse detalhe, mas deixar aparelhos eletrônicos conectados na tomada, mesmo que desligados, gera o consumo de energia elétrica, portanto lembre-se de conectá-los apenas quando for utilizá-los.

Cuidado com a geladeira

Ficar abrindo a geladeira a todo momento sem necessidade faz com que ela consuma mais energia, portanto abra-a apenas quando for pegar ou guardar algum alimento. Sempre que possível, faça o degelo do seu refrigerador, pois o gelo acumulado faz o motor trabalhar mais, consequentemente gastando mais energia. Verifique se a borracha da porta está em boas condições: uma boa forma de fazer isso é prender uma folha de papel na porta, se ela sair com facilidade é sinal que está na hora de trocar a borracha.

Viu como pode ser simples e fácil se tornar um consumidor mais consciente? Além de contribuir para o seu bolso, você também ajuda na preservação do meio ambiente, portanto faça o exercício de tentar mudar os hábitos no dia-a-dia e drible o aumento da energia.

FONTE: Tribuna Hoje – AL | Economia

Transparência na gestão condominial: qual a sua importância?

A rotina condominial pode ser bem puxada e estressante, especialmente para os responsáveis por ela, os síndicos. A pressão de manter contas em dia, cumprir com prazos de pagamentos e ainda dar atenção às demandas dos condôminos pode ser cansativa, mas algumas medidas podem ser tomadas para que esse processo se torne mais simples.

Uma das maneiras de facilitar o dia a dia na gestão é adotando a transparência com as contas, documentos e medidas tomadas no condomínio, pois, assim, o síndico terá menos conflitos para administrar. Continue lendo este post para ver nossas dicas sobre o assunto!

– A desconfiança dos moradores em relação à parte financeira pode crescer caso não tenham acesso às contas do condomínio. Por isso, deixá-las abertas para consulta pode ser um bom caminho. Assim, todos entenderão os débitos e créditos do condomínio, além de facilitar o engajamento para que todos economizem recursos e ajudem na manutenção, preservando as áreas comuns do condomínio.

– Em condomínios, recomenda-se que todas as compras de materiais ou contratações de serviços sejam feitas com base na comparação de vários orçamentos. Para que os moradores participem deste processo e entendam porque o fornecedor escolhido foi a melhor das opções, é importante que tenham acesso às demais propostas e cotações.

– A comunicação é primordial para um bom entendimento entre síndicos, moradores, visitantes, colaboradores e fornecedores. O responsável pela gestão, ao não divulgar determinadas informações, pode virar alvo de críticas e comentários maldosos, especialmente por pessoas que estão insatisfeita. Por isso, é importante que o responsável esteja disponível para sanar quaisquer dúvidas dos condôminos, além de sempre comunicar de forma clara os principais acontecimentos do condomínio, como manutenções, limpezas de caixas d’água, reformas, assembleias e etc.

Uma maneira de facilitar a comunicação e a transparência em um condomínio é utilizando a Área do Cliente. Com ela, todos terão acesso às contas, documentos, balancetes, atas de assembleias, regimento interno, convenção do condomínio e muito mais. Além disso, também é um ótimo espaço para que se crie um fórum de conversa, onde os avisos podem ser disponibilizados, estimulando a participação de todos na vida e no dia a dia condominial. 

Mercado imobiliário cresce no Brasil e no Rio de Janeiro no primeiro trimestre do ano

O mercado imobiliário está crescendo neste ano, segundo dados da pesquisa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) com 23 capitais e regiões metropolitanas de todo o país. No primeiro trimestre deste ano, houve um aumento de 9,7% na venda de imóveis e de 4,2% no número de lançamentos no Brasil.

Já o estoque de imóveis novos teve queda de 8,6% no período. O que mostra que, apesar do aumento, o número de lançamentos não foi maior do que o número de vendas.

O Rio de Janeiro também acompanhou o crescimento no país. Foram lançadas 2.090 unidades no primeiro trimestre de 2019, contra 1.480 no mesmo período de 2018 — um crescimento de 41%. O número de unidades vendidas aumentou ainda mais, crescendo 48% no período, totalizando 4.070 unidades vendidas no primeiro trimestre de 2019.

— Estamos vendo a retomada acontecendo, mesmo que aos poucos. A região Sudeste puxou o crescimento do país e teve um crescimento expressivo em relação ao ano passado. O Rio de Janeiro parece ter atingindo o seu pior momento em 2017, pois tem melhorado aos poucos desde então — afirmou José Carlos Martins, presidente da CBIC.

Outros dados também apontam o crescimento do setor na região. Segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), houve um crescimento de 36,4% no total de unidades financiadas neste primeiro trimestre, no Rio de Janeiro, em relação ao mesmo período do ano anterior. E, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), houve uma contração líquida de 2.904 empregos na construção civil no Rio de Janeiro, de janeiro a abril deste ano, enquanto no mesmo período do ano anterior houve um saldo negativo de 3.775.

O crescimento, por enquanto, tem se concentrado no setor de baixa renda, com imóveis do programa “Minha casa, minha vida”.

— O setor como um todo não está bem no Rio de Janeiro. Mas o setor de baixa renda tem crescido, e estão previstos lançamentos na Zona Oeste da capital e em São Gonçalo — afirmou Roberto Lira, consultor técnico da Sinduscon-Rio, sindicato da indústria da construção civil do Rio de Janeiro.

Fonte: Jornal Extra

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