Por que cuidar e preservar as áreas comuns dos condomínios?

 

Quando pensamos em valorizar nosso imóvel, a primeira coisa que vem à cabeça é fazer melhorias na parte interna da unidade. Pintar paredes, trocar o piso, caprichar na decoração… tudo isso pode, realmente, fazer uma grande diferença no valor da casa ou apartamento. 

Porém, não podemos esquecer que a parte externa também é de grande importância. Sendo assim, cuidar das áreas comuns do prédio ou condomínio é essencial, e deve ser um esforço coletivo de moradores e síndicos. Os gestores dos condomínios devem se preocupar com as manutenções necessárias para que tudo esteja em perfeita ordem, assim como as reformas para consertos e embelezamento das estruturas. Já os condôminos devem ter em mente quão importante é manter tudo em ordem, zelando e cuidando dos espaços comuns, não danificando-os e instruindo para que ninguém o faça.

Podemos citar várias vantagens da preservação das áreas comuns que vão além da valorização do empreendimento e, consequentemente, das unidades. A longo prazo, esse cuidado pode trazer uma grande economia para o caixa do condomínio, pois, ao se programar para realizar as manutenções periódicas, evita-se o aparecimento de problemas maiores e mais dispendiosos.

Algumas dicas básicas podem ajudar o síndico a garantir essa manutenção eficiente, como:

  • Antes de fechar qualquer orçamento, os responsáveis pela gestão devem pesquisar sobre as empresas que fornecem os serviços necessários. O preço é parte importante, mas não pode ser o único ponto elevado em consideração. Ao decidir qual empresa será escolhida para realizar o serviço, busque saber mais sobre os materiais que cada uma utiliza e sobre a qualidade do serviço.

  • Ao montar um cronograma com todas as manutenções periódicas do condomínio, o síndico pode programar melhor o seu orçamento, além de criar um fundo de reserva para possíveis imprevistos. Para isso, ele pode utilizar os anos anteriores como base de previsão.

  • Cada equipamento e cada área do condomínio devem ser monitoradas de acordo com a periodicidade da sua manutenção. Fachadas, por exemplo, devem receber cuidados a cada 5 anos. As áreas de lazer, como os parquinhos e playgrounds, dependem das recomendações de cada fabricante de brinquedos. Salões, churrasqueiras, academias e quadras devem ser verificados, pelo menos, a cada mês.

Seguindo estes cuidados, manter as áreas comuns do condomínio em bom estado ficará muito mais fácil e tranquilo, gastando menos dinheiro e valorizando os imóveis.

Bandeira tarifária continua no patamar vermelho em setembro

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou hoje (30) que a bandeira tarifária para setembro de 2019 continuará na cor vermelha no Patamar 1, a mesma de agosto. Isso significa que haverá uma cobrança extra de R$ 4 para cada 100 quilowatts-hora consumidos. Em julho vigorou a cobrança da bandeira tarifária amarela, na qual há um acréscimo de R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos.

De acordo com a Aneel, a decisão de manter a bandeira no patamar vermelho 1 foi tomada devido ao fato de uma parcela significante da energia ser fornecida por meio de usinas termelétricas, que têm custo de geração de energia mais alto. Também pesou na decisão a diminuição do volume de chuvas, com a intensificação da estação seca.

“Setembro é um mês típico do final da estação seca nas principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN). A previsão hidrológica para o mês sinaliza permanência do quadro de estiagem, com vazões abaixo da média histórica”, disse a Aneel.

Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos com fbase nas condições de geração.

O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico– GSF, na sigla em inglês, e o preço da energia (PLD). Segundo a agência, o cenário favorável reduziu o preço da energia para o patamar mínimo, o que “diminui os custos relacionados ao risco hidrológico e à geração de energia de fontes termelétricas”, possibilitando a manutenção dos níveis dos principais reservatórios próximos à referência atual.

No dia 21 de maio, a agência aprovou um reajuste no valor das bandeiras tarifárias. Com os novos valores, caso haja o acionamento, o acréscimo cobrado na conta pelo acionamento da bandeira amarela passou de R$ 1 para R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos. Já a bandeira vermelha patamar 1 passou de R$ 3 para R$ 4 a cada 100 kWh e, no patamar 2 da bandeira, passou de R$ 5 para R$ 6 por 100 kWh consumidos. A bandeira verde não tem cobrança extra.

Os recursos pagos pelos consumidores vão para uma conta específica e depois são repassados às distribuidoras de energia para compensar o custo extra da produção de energia em períodos de seca.

Fonte: Agência Brasil

Segurança concedida contra CRA-RJ

A juíza da 18ª Vara Federal do Rio de Janeiro, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, julgou procedente o pedido formulado pelo Secovi Rio, determinando que o CRA se abstenha de exigir a inscrição dos condomínios edilícios vinculados ao Secovi Rio, bem como de aplicar qualquer penalização pela ausência de inscrição.

O Mandado de Segurança foi ajuizado pelo Secovi Rio em razão de diversas notificações emitidas pelo Conselho Regional de Administração, exigindo a inscrição dos condomínios edilícios naquele Conselho.

Referida decisão, beneficia os condomínios edilícios associados ao Secovi Rio, que estejam em dia com o pagamento de suas contribuiçõesos quais não poderão ser autuados pelo CRA-RJ.

Clique aqui e veja a íntegra da decisão!

Secovi Rio

 

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