Prefeitura do Rio de Janeiro permite que condomínios decidam sobre liberar uso das áreas comuns de lazer

O Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro publicou nesta quarta-feira, 13 de janeiro, o Decreto Municipal 48423 de 2021, que revoga as normas estabelecidas no Decreto 48279 do final de 2020 sobre a interdição das áreas comuns dos condomínios em virtude da pandemia de Covid-19.

Com essa alteração, se restaura o estado anterior para combate ao coronavírus, cabendo aos condomínios a decisão de liberar ou não suas áreas comuns de lazer, incluindo sauna e piscina.

Cabe ressaltar que o Secovi Rio, na posição de representante dos condomínios e das empresas do segmento de comercio e serviços imobiliários, vem atuando de forma estratégica e responsável na orientação sobre as medidas de combate à pandemia.

O Sindicato, inclusive, enviou um ofício ao prefeito Eduardo Paes solicitando essa alteração no decreto, visto que a proibição do uso das áreas de lazer dos condomínios estaria rendendo dúvidas constantes aos síndicos e intenso desconforto às atividades de administração condominial.

No ofício, o Secovi Rio reforçou que os condomínios já vinham adotando medidas restritivas ao uso desses espaços, definindo limites e impondo regras para sua utilização, razão pela qual a revisão do decreto era de suma relevância.

Outro ponto levantado pelo Sindicato é que, ao liberar o uso de academias ou áreas de lazer de clubes e estabelecer restrições apenas aos condomínios, a medida se tornou ainda mais contraditória e prejudicial para síndicos e moradores.

Os interessados em mais esclarecimentos sobre este assunto, estando em dia com as contribuições ao Secovi Rio, poderão consultar o nosso Departamento Jurídico pelo e-mail juridico@secovirio.com.br.

Benefícios do INSS acima do mínimo têm reajuste de 5,45%; teto sobe para R$ 6.433 Correção tem como base a variação do INPC de 2020. Reajuste também tem reflexo na tabela de contribuição ao INSS.

O governo oficializou nesta quarta-feira (13) o reajuste de 5,45% para aposentados e beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que recebem acima de 1 salário mínimo, de acordo com portaria do Ministério da Economia publicada no “Diário Oficial da União”.

Com o reajuste, o teto dos benefícios do INSS passa de R$ 6.101,06 para R$ 6.433,57.

Pela legislação federal, o índice de reajuste do benefício de aposentados e pensionistas que recebem valor superior ao do salário mínimo é definido pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior.

Em 2020, o INPC ficou em 5,45%, conforme divulgou na terça-feira (12) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Pela lei, aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-reclusão e pensão por morte pagas pelo INSS não podem ser inferiores a 1 salário mínimo, fixado em R$ 1.100 para 2021.

O reajuste aplicado ao salário mínimo pelo governo em 2020 (5,26%) ficou abaixo do INPC. Isso significa que, para que não haja perda de poder de compra, o valor do salário mínimo teria de ser reajustado para R$ 1.101,95 neste ano. O Ministério da Economia ainda não se posicionou sobre o assunto.

Reajuste para quem teve o benefício concedido em 2020

 Para quem teve o benefício concedido ao longo de 2020, o percentual de reajuste é diferente. Veja o percentual de reajuste, de acordo com as respectivas datas de início do benefício:

até janeiro de 2020: 5,45%

em fevereiro de 2020: 5,25%

em março de 2020: 5,07%

em abril de 2020: 4,88%

em maio de 2020: 5,12%

em junho de 2020: 5,39%

em julho de 2020: 5,07%

em agosto de 2020: 4,61%

em setembro de 2020: 4,23%

em outubro de 2020: 3,34%

em novembro de 2020: 2,42%

em dezembro de 2020: 1,46%

Alíquotas de contribuição ao INSS

 O reajuste também se reflete na cobrança da contribuição dos trabalhadores para o INSS. Para empregados com carteira assinada, domésticos e trabalhadores avulsos, a tabela de recolhimento passa a ser:

7,5% para até um salário mínimo (R$ 1.100)

9% para quem ganha entre R$ 1.100,01 e 2.203,48

12% para quem ganha entre R$ 2.203,49 e R$ 3.305,22

14% para quem ganha entre R$ 3.305,23 e R$ 6.433,57

Os recolhimentos efetuados em janeiro – relativos aos salários de dezembro passado – ainda seguem a tabela anterior.

Vale lembrar que com a reforma da previdência, essas taxas passaram a ser progressivas, ou seja, cobradas apenas sobre a parcela do salário que se enquadrar em cada faixa, o que faz com que o percentual de fato descontado do total dos ganhos (a alíquota efetiva) seja menor.

Por exemplo: um trabalhador que ganha R$ 1.500 mil pagará 7,5% sobre R$ 1.100 (R$ 82,50), mais 9% sobre os R$ 400 que excedem esse valor (R$ 36), totalizando R$ 118,50 de contribuição.

Fonte: G1

Vendas residenciais crescem em 2020, mas transações de imóveis comerciais têm pior desempenho dos últimos cinco anos

O Secovi Rio fechou um novo levantamento com o total de negociações imobiliárias na cidade do Rio de Janeiro, entre os anos de 2016 e 2020. Os dados foram apurados com a Prefeitura do Rio, de acordo com as guias de ITBI pagas.

Segundo o levantamento, as transações residenciais foram positivas em 2020, mesmo com o cenário de pandemia e as incertezas causadas pelas medidas restritivas de combate ao coronavírus. Houve uma pequena queda no número de vendas nos meses de março e abril de 2020, mas o mercado imobiliário conseguiu se reerguer, fechando o ano com o total de 33.276 negociações e superando os resultados de 2016 (30.661 negociações), 2018 (30.560 negociações) e 2019 (31.676 negociações).

Já para as transações envolvendo imóveis comerciais, o cenário não foi tão positivo e os números registrados em 2020 foram os mais baixos dos últimos cinco anos. O relatório mostra que foram 5.252 negociações concluídas em 2020, contra 6.181 fechadas no ano de 2019. O total registrado em 2016, por exemplo, chegou a 10.170. A expectativa do mercado e de especialistas do setor é que, com a chegada da vacina contra a Covid 19 nos próximos meses,  o interesse por negociações não residenciais volte a dar sinais de recuperação.

Veja o relatório completo com dados de 2016 a 2020 neste link.

Secovi Rio

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