Categoria: Dicas

Atenção à manutenção da rede elétrica

A Light esclarece que a rede elétrica de uma residência precisa de manutenção a cada dois anos. Para este tipo de serviço, o cliente deve procurar a orientação de profissionais qualificados e habilitados pelo Crea/RJ. A empresa não executa obras elétricas que não são de sua responsabilidade, como por exemplo, aumento de carga e reforma ou adequação de local para medidores. A empresa também não efetua nenhum tipo de credenciamento de eletricistas. Fique atento na hora de contratar profissionais do mercado.

Calçada, vamos cuidar?

Você sabia que os trechos em frente à residências, condomínios e estabelecimentos comerciais são de responsabilidade de seus proprietários?

O projeto, a conservação e a manutenção das calçadas – simples ou ajardinadas – em frente a um condomínio, por exemplo, é uma das atribuições que o síndico tem a zelar. Diante disso, a ABADI quer lançar uma campanha para todos os seus associados e parceiros: cuidar das suas calçadas.

No Rio de Janeiro, existe a Lei nº 1350, de 26 de outubro de 1988, que torna obrigatória a limpeza, conservação ou construção de calçadas diante de imóveis residenciais e/ou comerciais e terrenos baldios no município. Essa legislação determina, também, que a responsabilidade em torno das calçadas será dos condomínios, do proprietário do imóvel ou do terreno.

Mas, e se o condomínio não cuidar da sua calçada, o que acontece?

A prefeitura poderá penalizá-lo. No Rio de Janeiro, a fiscalização fica sob responsabilidade da Coordenadoria Geral de Conservação da Secretaria de Conservação e Serviços Públicos, a Seconserva, que é também quem autoriza toda e qualquer intervenção em espaço urbano, incluindo colocação de frades, jardineiras e dispositivos fixos.

O condomínio pode escolher como quer a sua calçada?

Sim! O proprietário/condomínio pode escolher o pavimento que quiser na conservação da sua calçada, desde que não ofereça qualquer risco à população, como pisos escorregadios ou com barreiras. Essa regra só não vale para trechos tombados e com projetos urbanísticos especiais.

E se a calçada apresentar problemas?

Se houver qualquer problema e o reparo não for feito, a fiscalização notificará o condomínio para que ele possa fazer reparos necessários e dará um prazo de 30 dias para isso.

Importante: no Rio de Janeiro, as orientações não estão concentradas em uma única regulamentação. O ideal é consultar as leis e decretos abaixo:

Fonte: Abadi 



 

Coleta seletiva ganha espaço nos condomínios

A coleta seletiva é uma prática ecologicamente correta e tem, cada vez mais, crescido dentro dos condomínios residenciais e comerciais. Resolvemos abordar esse assunto na matéria de hoje, aliando consciência ambiental com a possibilidade de arrecadar dinheiro para o condomínio. Saiba mais a seguir!

Tem se tornado cada vez mais frequente separar e dar um destino adequado ao lixo que produzimos, não é verdade?! As pessoas têm ficado mais conscientes e, preocupadas com o planeta e as futuras gerações, têm adotado atitudes sustentáveis em seu cotidiano.

Fazer um descarte correto do lixo reduz a pressão nos aterros sanitários, além de, reutilizando alguns dos materiais, diminuir o lixo, de forma geral. Outra boa consequência é a venda de materiais recicláveis a instituições específicas, que pode gerar lucro para o condomínio e, por conseguinte, melhoras para os moradores.

Lixeiras e contêineres dividindo o lixo seco (potencialmente reciclável), como papel, vidro, plástico e metal, do orgânico/molhado, como alimentos e dejetos, têm sido muito utilizados. Para o recolhimento do lixo, é necessário procurar na prefeitura, para saber se ela realiza a coleta seletiva, ou algumas empresas especializadas.

A preocupação ambiental é um tema importante, que deve ser debatido entre os condôminos e, com muita conversa, o síndico pode incentivar certas práticas sustentáveis, como a coleta seletiva, não só no condomínio (lucrando ou não), como também no dia-a-dia dos moradores, dentro e fora do prédio.

Se os moradores quiserem lucrar com a prática, podem vender os materiais recicláveis. Essa transação é feita de acordo com o tipo e peso dos materiais – o alumínio, por exemplo, é mais visado, seguido pelas garrafas PET. O lucro obtido na venda desses materiais pode servir para melhorar diversos aspectos do edifício.

É importante, também, atentar para o descarte de certos materiais “especiais”, como pilhas, baterias e óleos vegetais, que devem ser descartados em locais adequados – independente da coleta seletiva. É necessário fazer uma pesquisa para saber onde estão, perto de você, os locais corretos para esses tipos de materiais.

Tudo isso que trouxemos no post de hoje é importante não só para a saúde do condomínio, mas de todo o mundo, já que o equilíbrio ambiental é um assunto que diz respeito a todos e, por isso, é de cada um de nós a responsabilidade de lutar por um mundo melhor.

Por isso, faça, sempre, a sua parte, com atitudes conscientes e em prol de um bem maior, mesmo que isso demande certo tempo e esforço. E espalhe esses ideais, com amigos, vizinhos e familiares, tentando fazer de cada lugar, um espaço mais equilibrado. 😉

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