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Confira o desempenho do mercado imobiliário residencial da cidade do Rio em junho 2022

O Secovi Rio acaba de divulgar o novo relatório sobre o cenário imobiliário residencial no Rio de Janeiro, com dados de junho de 2021 a junho de 2022.

O estudo traz indicadores do valor do m² ofertado para venda e locação na cidade e em suas regiões.

Venda Residencial

O valor geral do m² residencial ofertado para venda na cidade do Rio de Janeiro em junho de 2022 foi de R$ 9.230. Na comparação com o mês anterior (maio/22), a variação foi de 1,22%.

Analisando as regiões da cidade, a que apresentou a maior variação em relação ao último mês foi a Barra da Tijuca e adjacências, com 1,74%, enquanto a menor variação ocorreu na Zona Oeste, com -1,21%

Locação Residencial

Em junho de 2022, o valor geral do m² residencial ofertado para locação na cidade do Rio de Janeiro foi de R$ R$ 30,41. Na comparação com o mês anterior (maio/2022), a variação foi de e +1,60%.

Analisando as regiões da cidade, a que apresentou a maior variação em relação ao último mês foi a Zona Oeste, com 4,50%. Já a menor variação ocorreu na Zona Norte, com -0,47%.

Rentabilidade dos imóveis residenciais

Analisando todas regiões da cidade, a que apresentou a maior rentabilidade* foi a Zona Oeste, com 0,493%. Zona Sul teve a menor rentabilidade, com 0,335%.

(*divisão do valor do m² de locação pelo valor do m² de venda)

VEJA AQUI O RELATÓRIO COMPLETO.

Escalada da Selic deixa o financiamento imobiliário 20% mais caro

As consecutivas altas da Selic já encarecem em 20% o valor do financiamento imobiliário de quem se prepara para pegar o crédito no banco. A elevação da taxa básica de juros afeta todos os novos financiamentos de imóveis.

A renda média exigida para dar entrada em um apartamento de R$ 450 mil passou de R$ 13 mil, no ano passado, para R$ 16 mil.

Utilizada pelo Banco Central para controlar a inflação, a taxa básica de juros saiu de 2% em janeiro de 2021, está em 13,25% e deve subir novamente em agosto. Além de servir de referência para a cobrança de juros e encargos no financiamento, a Selic também impacta nas faixas de renda para contratação do crédito.

Quando a Selic estava em 2% ao ano, os bancos cobravam uma taxa de juros de 7% ao ano nos financiamentos habitacionais. Esta taxa agora está entre 8% e 10%, e os bancos ainda não a reajustaram com a nova Selic.

Simulação* Financiamento de um Imóvel de R$ 450 Mil
  TAXA SELIC
  2% Atual
1ª Parcela R$3.794,36 R$4.838,36
Renda Necessária (entrada de 30%) R$12.647 R$16.128
Total do Financiamento R$909.258 R$1.097.700
*Simulação feita pela Anefac, para o prazo de 30 anos (360 meses) pelo SAC (Sistema de Amortização Constante)

5 atitudes simples que podem reduzir os custos do condomínio

Os custos do condomínio são despesas essenciais para manter o padrão de organização, segurança e conforto dos moradores. Entretanto, como os gastos são divididos igualmente pelos condôminos, o excesso de um ou outro morador pode impactar no quanto todos precisarão desembolsar por mês. 

Por isso, é interessante conhecer e adotar algumas medidas para baratear os custos do condomínio e, consequentemente, o valor que chega até você. Confira abaixo algumas soluções simples e efetivas:

Afinal, quais são os custos do condomínio?

Antes de tudo, é preciso entender o que você está pagando todo mês. Por isso, conhecer cada gasto pode ajudar a compreender o quanto é investido na estrutura e nos serviços oferecidos no empreendimento. Por isso, confira abaixo os gastos e a porcentagem de cada um deles no valor total dos custos do condomínio:

45% – salários dos funcionários;

30% – consumo de água, luz, gás encanado (quando o empreendimento possui) e telefone;

15% – manutenção de elevadores, bombas e seguros do prédio;

10% – despesas administrativas, bancárias, reserva de emergência e eventuais reparos.

Fonte: UOL

Sabendo disso, segue uma lista com itens a serem observados para poupar gastos desnecessários e, consequentemente, diminuir o valor da taxa condominial.

  1. Evite ficar inadimplente

A inadimplência é uma das principais causas do aumento nos custos do condomínio. Afinal, quanto mais inadimplentes há em um empreendimento, mais cara a taxa fica. 

Portanto, além de pagar o condomínio em dia, você precisa acompanhar a gestão dos recursos do condomínio e como andam os condôminos. 

Caso seja você o inadimplente, o custo pode ficar ainda maior por conta dos juros e, além disso, o condomínio pode entrar com um processo jurídico.

  1. Economize energia elétrica

Não só cabe aos funcionários do empreendimento se atentar ao desperdício de energia elétrica. Afinal, a participação de todos os condôminos na utilização da eletricidade é fundamental para conter gastos desnecessários. Portanto, faça sua parte chamando apenas um elevador por vez, desligando interruptores de locais onde não há sensores de movimento e solicitando a instalação, junto à administração, onde ela for necessária.

  1. Economize água

O gasto exagerado de água também pode ser evitado. Caso não haja medidores individuais no empreendimento, é importante instalar redutores de vazão e verificar a existência de vazamentos. O uso consciente de piscinas e chuveiros também fazem a diferença.

  1. Zele pelos itens das áreas comuns

Os gastos com reparos podem ser evitados caso haja manutenção preventiva dos itens de áreas comuns. Além disso, o uso consciente dos equipamentos que o condomínio dispõe também faz toda a diferença no valor que chegará na conta.

  1. Participe das assembleias

Por fim, mas não menos importante, a participação nas assembleias do condomínio são a forma mais eficiente de entender todos os gastos. Afinal, lá você pode se informar sobre o que será cobrado em cada mês e sobre as despesas extras programadas, além de apontar melhorias para diminuir gastos desnecessários.

Como você viu, o uso consciente das áreas comuns do condomínio e a participação ativa são essenciais para entender os gastos e conseguir diminuir os custos.

Fonte: Cada Minuto

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