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Rua das Flores, na Tijuca, é tombada como patrimônio do Rio

A mais tradicional via de comércio segmentado da Tijuca agora é patrimônio cultural e ecológico do município. Na última quinta-feira, a Câmara dos Vereadores do Rio aprovou, em segunda votação, por unanimidade, o tombamento da Rua das Flores, como é conhecido o primeiro quarteirão da Rua Major Ávila, no trecho exclusivo para pedestres, que fica entre a Conde de Bonfim e a Santo Afonso.

No local, no meio da rua, há, desde 1993, sete quiosques que comercializam plantas e flores em geral. A área foi revitalizada por César Maia (DEM), em seu primeiro mandato como prefeito. Agora, como vereador, ele foi autor do projeto que pedia o tombamento do trecho que, no início da década de 1990, concentrava moradores de rua e usuários de drogas.

– Talvez a revitalização da Rua das Flores tenha sido a mais importante ação de ordem urbana da cidade. No início de 1993, aquilo era um local desordenado e imundo. Com a limpeza, a organização da travessa e a instalação de quiosques, a área voltou a ser utilizada normalmente, e é isto que o tombamento busca preservar – afirma.

No início de janeiro, O GLOBO-Tijuca noticiou a apresentação do projeto. Desde então, houve uma mudança na proposta, que passou a contemplar a atuação dos livreiros já fixados no local, para que não tivessem a permanência ameaçada.

(O Globo)

Estação São Conrado do metrô será inaugurada nesta quarta-feira (15), no Rio

O governo do estado vai entregar, nesta quarta-feira (15) a estação São Conrado da Linha 4 do metrô. A expectativa é que mais de 60 mil pessoas passem por lá, por dia, quando a estação for aberta aos passageiros. Depois de funcionários que trabalham na obra, os primeiros passageiros serão portadores de ingressos da Rio 2016, que começa a usar o serviço em agosto.

Por volta das 6h30, o Bom dia Rio esteve no local e operários retiravam material como tubulações de ferro do local. As obras de acabamento da estação já estão prontas. Falta instalar os sistemas e realizar os testes operacionais.

O trecho olímpico que vai da Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, na Zona Sul, até o Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste – passando pelo Jardim de Alah, Antero de Quental e São Conrado, começa a operar no dia 1º de agosto.  Na primeira fase, só os funcionários que vão trabalhar na Olimpíada vão ter acesso. Apenas no dia 5 de agosto as pessoas vão poder utilizar a Linha 4, com o cartão olímpico e com o ingresso em mãos.

A obra da Linha 4 do metrô custou R$ 9,7 bilhões. Ela começou pelo trecho oeste, em 2010, ligando a Barra da Tijuca a São Conrado. Em 2012 começou a ser feito o trecho sul, ligando Ipanema a Gávea. A expectativa é de que 300 mil pessoas passem a usar a Linha 4 depois dos Jogos Paralímpicos.

Na terça-feira (14), o presidente em exercício Michel Temer esteve no Rio e falou sobre o andamento da obra da Linha 4.

“Na Linha 4 do metrô estão sendo finalizados os estudos financeiros. Já combinei com o governador Francisco Dornelles, vamos ter uma conversa mais adiante para equacionarmos em definitivo a questão do metrô”, disse Temer.

(G1)

Você sabe como implementar a acessibilidade no seu condomínio?

O post de hoje é muito importante! Viemos ajudar você a transformar o seu condomínio num lugar mais acessível para as pessoas que têm mobilidade reduzida, como as que precisam de outros equipamentos para se movimentar (bengalas e andadores, por exemplo), cadeirantes, idosos, mães com crianças de colo, entre outros casos.

Falaremos de alguns pontos que fazem parte dessa questão, e também daremos dicas de como implantar a acessibilidade no seu condomínio. Continue lendo para saber um pouco mais sobre isso, afinal de contas, é uma questão de cidadania.

  • Legislação: a principal lei que legitima a acessibilidade é a Constituição, que garante a todo cidadão seus direitos sociais (entre eles, o de ir e vir livremente).

Além disso, a principal lei brasileira que rege esse assunto é a Lei da Acessibilidade, de 2004. Por ser federal, deve ser exercida em todos os estados do país, mas cidades e estados possuem, ainda, legislações locais próprias que tratam do tema.

Todas essas regulamentações podem servir como base para possíveis definições técnicas de um condomínio, adequando, portanto, seu regimento interno com as leis do local (além das normas brasileiras, que devem ser seguidas em todos os casos).

 

  • Obras: sendo uma questão legal, não existe a necessidade de a Assembleia aprovar a realização de obras que garantam a acessibilidade de um condomínio. Porém, a fim de explicar as necessidades sociais e legais e deixar claras questões orçamentárias, indica-se que o síndico convoque uma Assembleia e deixe todos os condôminos a par da situação.

Se houver o caso de votos contra as obras de acessibilidade, o síndico deve anotar o nome completo e o RG do morador contrário e fazer constar na ata que esse condômino é contra as obras, mesmo sabendo que existem leis determinando a obrigatoriedade delas.

 

  • Condomínios antigos x novos: todo condomínio novo deve ser construído de forma a garantir a acessibilidade de seus moradores e visitantes. Caso a construtora não realize as obras de acessibilidade durante a construção do condomínio, o síndico do prédio pode, posteriormente, entrar em contato com a construtora e exigir que as obras sejam realizadas. Caso seja negado, o condomínio pode processar a construtora, para que a mesma realize as obras.

Já nos condomínios antigos, que não possuem, em geral, instalações que garantam a acessibilidade, devem ser feitas adaptações. Mas é muito importante que seja feita uma prévia análise técnica, para que se conheçam quais obras são viáveis, de acordo com a estrutura do prédio.

 

  • Prioridades: como nem todo condomínio está preparado financeiramente para fazer obras de adaptação imediatamente, é fundamental uma avaliação das obras que são mais simples e importantes.

Um exemplo dessas obras prioritárias e que podem ser feitas de maneira mais rápida e econômica é substituir escadas por rampas (ou construir rampas) de acesso a espaços comuns do condomínio, como piscinas, salões e entrada do condomínio.

 

  • Garagem: quem usa a cadeira de rodas, por exemplo, precisa de espaço para fazer as transições da cadeira para o carro e do carro para a cadeira. Para isso, a vaga de pessoas que têm dificuldade de locomoção deve ser maior, bem como estar o mais próxima possível do elevador, facilitando a movimentação do condômino.

Bom, agora que você tem essas dicas, que tal transformar seu condomínio num lugar melhor para que todos vivam? =)

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