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9 coisas que podemos aprender sobre o mercado imobiliário dos EUA

 

O mercado imobiliário norte-americano pode ser bem diferente do brasileiro, tendo, como todos, suas peculiaridades. Porém, podemos aprender, e muito, com ele. A seguir, listamos hábitos e curiosidades do mercado imobiliário dos Estados Unidos, para que você conheça mais sobre ele. Confira!

  1. Lá, para você ser um corretor, precisa morar nos Estados Unidos, ter mais de 18 anos, não ter ficha criminal e ser aprovado em três provas classificatórias, que testam tópicos como Avaliação de Imóveis, Financiamento Imobiliário, Aspectos Jurídicos do Imobiliário, Direito Empresarial etc.
  2. Depois de habilitado, o corretor deverá escolher a empresa Broker para a qual vai trabalhar, mesmo que trabalhe de forma independente, sem vínculo com imobiliárias. É como se fosse uma licença que, sem ela, o corretor não pode exercer sua profissão. Cada empresa cobra uma percentagem diferente sobre as vendas.
  3. Existe um site para corretores, conhecido como MLS, onde o corretor é obrigado a colocar qualquer imóvel e suas informações – a não ser que o cliente assine um termo especial para que seu imóvel não seja divulgado lá.
  4. Caso o cliente goste de algum imóvel, antes de sair para negociar, é indicado checar com o banco o quanto ele conseguirá de empréstimo, para prevenir que descubra que não terá dinheiro suficiente apenas no momento de fechar o negócio.
  5. Antes da venda ser concretizada, há várias inspeções. O comprador negocia para que algo que precise de conserto, por exemplo, seja consertado antes do imóvel ser vendido, ou para que haja um desconto no valor do imóvel por essa razão. O corretor tem que estar presente nas inspeções e fazer a sua própria. Se algo der errado e ele não estiver presente ou tiver sido negligente, será responsabilizado e penalizado.
  6. Quando a oferta é formalizada, é elaborado um documento de 16 páginas com todos os detalhes da casa, taxas e impostos incidentes.
  7. A transação final é feita por uma empresa terceirizada, que lida com o dinheiro e com as licenças que o imóvel porventura precise. O corretor não lida, de nenhuma forma, diretamente com o dinheiro.
  8. Quando o dono do imóvel assina o contrato, está ciente de que 6% do valor vão para os corretores, sendo 3% para o corretor do comprador e, 3% do vendedor.
  9. O valor do imóvel não é definido pela vontade do dono. É estabelecido por meio de um comparativo entre as propriedades vendidas naquela região que tenham tamanho próximo ao imóvel em questão e detalhes semelhantes, como piscina, número de quartos etc. No contrato pode estar especificado que, se não houver nenhuma oferta em 30 dias, o preço da venda pode ser reduzido.

E então, gostaram de conhecer alguns detalhes do mercado norte-americano? Existem algumas diferenças bem significativas, não é verdade?!

BRT terá oito ‘estações’ temporárias na Zona Sul

Oito estações provisórias para o BRT serão construídas na Zona Sul para operar durante os Jogos Olímpicos. As paradas funcionarão de madrugada para o retorno do público das competições do Centro Olímpico, na Barra da Tijuca, e também como um plano B em caso dê pane na Linha 4 do metrô ou se a obra não ficar pronta a tempo da Olimpíada.

A prefeitura publicou ontem, no Diário Oficial, o aviso da licitação para escolher a empresa responsável pela montagem, locação e desmontagem das oito plataformas. O orçamento é estimado em R$ 1,39 milhão para o serviço – cerca de R$ 174 mil por plataforma temporária – que será executado em 60 dias. A concorrência será no dia 29 de junho, por pregão presencial. Será contratada a empresa que oferecer o menor preço.

Segundo a Secretaria Municipal de Transportes (SMTR), a operação noturna de BRTs ocorrerá entre 6 e 20 de agosto, de meia-noite às 2h, para dar comodidade aos espectadores, voluntários e trabalhadores das arenas na saída das competições. As plataformas serão apenas para desembarque.

As estações temporárias ficarão em São Conrado, Leblon (Antero de Quental e Nossa Senhora da Paz), Ipanema (Posto 6), Copacabana (Postos 4e 2), Botafogo e Catete/ Largo do Machado. Haverá quatro pontos de paradas (sem plataforma) no Centro: Cinelândia, Praça 15, Candelária e Central. A conexão entre a Barra e a Zona Sul será pela Autoestrada Lagoa-Barra via Túnel Zuzu Angel. Os veículos circularão fora das canaletas do BRT da Barra ao Centro.

A SMTR ressaltou que o plano noturno de BRTs não foi elaborado pensando apenas em ser uma alternativa ao metrô, se a Linha 4 atrasar. “O plano B é necessário em qualquer realização de Jogos Olímpicos independentemente se estamos perto da entrega ou da possibilidade de atraso nas obras (do metrô)”, afirma o secretário-executivo de Coordenação de Governo, Rafael Picciani. Se a Linha 4 não estiver funcionando, Picciani prevê impacto negativo no trânsito, já que a faixa olímpica da Avenida Niemeyer seria deslocada para a Autoestrada Lagoa-Barra.

Site dá dicas de mobilidade

Para auxiliar cariocas e turistas e se locomoverem pela cidade, a prefeitura lançou ontem a nova versão do site Cidade Olímpica. A plataforma que, antes dava informações sobre o andamentos das obras para os Jogos, agora passa a apresentar as melhores rotas, meios de transporte, com os preços das passagens, e as vias interditadas. Segundo o prefeito Eduardo Paes, a ideia é voltada basicamente para os cariocas que terão o cotidiano bastante afetado por causa dos Jogos.

“Foi muito pensado para a população da cidade. É notório e inegável que todos teremos nossa vida muito alterada, mas por um motivo muito especial. Não queremos que o carioca saia da cidade durante os Jogos”, afirmou Paes, acrescentando que é “uma obrigação de todo morador do Rio, a partir de hoje (ontem), começar a se programar visando aos próximos meses e tomando como base o nosso portal.” O prefeito ressaltou que o site também é útil para quem vai presenciar as competições para ver as dicas das melhores maneiras de chegar e sair dos estádios. “Basta acessar o portal para evitar dor de cabeça.”

Metrô deve funcionar até 1h

O Governo do Rio garante que as cinco estações da Linha 4 estarão disponíveis em 1º de agosto. O estado aguarda o aval pelo governo federal de um financiamento de R$ 989 milhões para conclusão do trecho olímpico (Nossa Senhora da Paz, Jardim de Alah, Antero de Quental, São Conrado e Jardim Oceânico) e da estação Gávea, prometida para 2017.

A implantação do trecho olímpico chega a 96% de conclusão e as demais estações (Jardim de Alah, Antero de Quental e Jardim Oceânico) estão em fase final. Entre 1º e 4 de agosto, a Linha 4 vai funcionar de 6h às 23h. Na Olimpíada, a operação será das 6h à 1h, nos dias úteis e sábados, e das 7h à 1h, aos domingos e feriados. Todas as linhas funcionarão até as 2h nos dias de abertura e encerramento dos Jogos.

Para especialistas, transporte será necessário em casa de pane na Linha 4

As plataformas temporárias de desembarque do BRT terão estrutura metálica com 20 metros de comprimento, 4 metros de largura e 90 centímetros de altura, acompanhadas de escada com cerca de quatro degraus, três corrimãos intermediários, uma rampa e guarda-corpos nas laterais. Para Ronaldo Balassiano, professor de Engenharia de Transporte da Coppe/UFRJ, as estações provisórias de BRT são importantes com ou sem a Linha 4: “Será uma opção para o público dos Jogos à noite como para servir de plano B ao metrô.

O metrô vai começar a funcionar nas vésperas da Olimpíada sem ter feito teste com passageiros e, por isso, é muito pouco provável que não haja algum problema na operação.” Alexandre Rojas, professor de Engenharia de Transportes da Uerj, prevê que a capacidade de transporte sem a Linha 4 seja 50% menor com os BRTs. As faixas olímpicas que reservarão as pistas para o deslocamento de delegações, organizadores dos Jogos e para os ônibus estarão totalmente implantadas a partir de 25 de julho e quem não respeitá-las terá de pagar multa de R$ 1,5 mil.

(O Dia)

Segurança contra incêndio motiva criação de PLs no Rio

Todos os centros comerciais do estado do Rio poderão ser obrigados a adotar sistemas anti-incêndio e os que já o possuírem precisarão passar por vistoria anual. Além disso, as escadas e paredes da saída de incêndio dos prédios públicos e privados terão que ser pintadas de cores claras e os nos degraus deverá ser instalada uma faixa fotoluminescente antiderrapante. Essas regras estão contidas nos projetos de leis estaduais nº 46/2011 e nº 1.133/2015.

O primeiro, votado no plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj), teve três emendas aprovadas pela Comissão de Constituição e Justiça. Ele determina, no artigo 1º, que os centros comerciais deverão ter os seguintes itens: brigada de incêndio treinada e certificada por órgão competente ou Bombeiros Civis; planos de escape com simulações periódicas; sprinklers; sistema de detecção através de detector de câmara de ionização e detector termovelocimétrico; alarme e Centro de Controle; sistema de extinção a gás e sistema de extinção através de jatos de água, com sua pressão aferida regularmente.

Além dos edifícios comerciais, se enquadram no PL 46/2011 os seguintes tipos de estabelecimentos: shopping centers; pavilhões de exposição; ginásios poliesportivos; cinemas e teatros; casas de show/espetáculos; lonas culturais; locais fechados com grande circulação de pessoas; empresas e locais correlatos.

Para o Secovi Rio, as emendas propostas no plenário da Alerj nesta quarta-feira melhoraram o texto da proposição. A principal modificação foi a adequação da norma à legislação sobre incêndio e pânico já existente no Estado do Rio e ao Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico. A partir de agora, as emendas serão analisadas pela Comissão de Defesa Civil.

Adequação nas escadas

Já o PL nº 1.133/2015 determina, no artigo 1º, que as escadas e paredes da saída de incêndio dos prédios públicos e privados deverão ser pintadas de cores claras de modo que a cor não atrapalhe na visibilidade do ambiente. Nos degraus deverá ser instalada faixa fotoluminescente antiderrapante. Se aprovada a norma, os estabelecimentos terão o prazo de um ano a partir da publicação da mesma para se adequar. Os que não cumprirem a lei pagarão multa de 10.000 (dez mil) UFIR´s por mês.

A justificativa do autor é que “Atualmente as escadas de incêndios de muitos edifícios comerciais e até mesmo residenciais, encontram-se inadequadas para uma situação de emergência. Em alguns prédios as escadas são pintadas com tinta preta ou cinza escuro, pois é uma material mais barato e demanda pouca manutenção. Esta cor atrapalha a circulação de pessoas em momento de pânico uma vez que, a luz de emergência não se propaga”.

Outro fator importante, segundo ele, é que as escadas de incêndio não possuem faixas antiderrapantes fotoluminescente que auxiliam os usuários em caso de defeito nas luzes de emergência ou até mesmo em um ambiente com uma grande concentração de fumaça.

(Secovi Rio)

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