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Condomínio

Com pouco mais de um ano, o Programa da Autorregulamentação da Atividade de Administração Condominial (Procondo) vem colhendo bons frutos. Uma recente certificação concedeu a mais de 100 mil condôminos o selo de qualidade, que garante a excelência e a segurança dos serviços prestados no setor. O objetivo é capacitar as empresas a investirem em quesitos mínimos que devem ser obrigatoriamente disponibilizados aos clientes.

Para a diretora-geral do Procondo, Deborah O’Dena Mendonça, o programa é um grande ganho para o mercado e seus clientes, uma vez que valoriza a atividade condominial e aprimora a qualidade do serviço prestado. “Com o programa, a Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi) efetiva um mercado de administração condominial mais saudável. E, como consequência, beneficia o consumidor final. Em suma, os condomínios têm a garantia de um serviço prestado com excelência”, ressalta Deborah.

Fonte: O Dia

Imóvel mais barato em áreas de UPP

Imóveis em regiões de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), que tiveram valorização no auge do projeto, estão perdendo valor de mercado. Em bairros como Copacabana, os apartamentos e casas chegaram a ter desvalorização de quase 10%, entre fevereiro de 2016 e abril deste ano, de acordo com o Sindicato da Habitação do Rio de Janeiro (Secovi Rio). O vice-presidente do Secovi Rio, Leonardo Schneider, afirmou que a insegurança contribui para a queda na valorização dos imóveis.

“A crise econômica e a alta no desemprego também afastam os consumidores que pensam em alugar ou comprar um imóvel. Mas não há dúvidas que a insegurança nas áreas que contam com UPPs é o fator determinante na baixa nos preços. Voltamos a patamares de 2012 e isso é preocupante. A previsão é de que o preço continue caindo”, avaliou.

A depreciação dos imóveis foi maior na Rua Antonio Parreiras, Ipanema, área das UPPs do Pavão-Pavãozinho, que teve desvalorização de 9,7%, de acordo com o Secovi Rio. O preço do metro quadrado, que em maio de 2016 era de R$16.429, caiu para R$ 14.836 em abril de 2017. Na Rua Teixeira de Melo, um dos acessos ao Morro do Cantagalo, também em Ipanema, a variação negativa foi de 6,4%. Em maio de 2016, o metro quadrado naquela rua era avaliado em R$ 17.913. O valor caiu para R$ 16.770.

A Tijuca é outro bairro que sofre com a desvalorização. Os imóveis na área da UPP do Salgueiro, cujo metro quadrado chegou a valer R$7.673 em junho de 2015, está sendo cotado, agora, a R$ 7.350. Na área da Tijuca, de forma geral, a queda no preço do metro quadrado caiu 1%, entre junho de 2016 (R$ 7.318) e abril de 2017 (R$ 7.246).

Baixa no Engenho de Dentro

No Engenho de Dentro, região abrangida pela UPP Camarista, a variação negativa foi de 5,2%. O metro quadrado que em outubro de 2016 era estimado em R$ 4.954, baixou para R$4.696 em abril deste ano. Na região do Morro Dona Marta, em Botafogo, local da instalação da primeira UPP do estado, em 2008, a desvalorização das residências e lojas, atingiu 7,5% somente no último ano. Em fevereiro de 2016, quem queria comprar um imóvel no bairro, teria que desembolsar R$ 12.848 no metro quadrado.

No Dona Marta, que ficou praticamente oito anos sem registrar sequer um homicídio, a partir da implantação da UPP, a rotina de mortes e tiroteio está apavorando os moradores e a vizinhança.

De acordo com moradores, os traficantes voltaram a circular armados pela comunidade e em determinados pontos, a polícia não consegue mais patrulhar sem ser alvo dos bandidos. A UPP surgiu como esperança de comunidades por dias melhores. No entanto, assim como no caso dos imóveis, a vida nessas regiões parece estar perdendo o valor.

(O Dia)

Como funcionam as Portarias Virtuais?

A portaria virtual vem se tornando tendência nos condomínios residenciais, aliando segurança, praticidade e gastos menores. Você conhece bem essa opção?! Resolvemos trazer o tema para o post de hoje, contando tudo o que você precisa saber sobre essa solução tecnológica. Confira a seguir!

Funciona assim: por uma central, são controlados, 24 horas por dia, os movimentos de entrada e saída de pessoas e veículos, por meio de câmeras e internet. Dessa forma, são necessários alguns investimentos iniciais em tecnologia, mas, em contrapartida, os vigias e porteiros se tornam desnecessários.

Depois do investimento inicial, será necessário um mensal, para a empresa que cuida da portaria remota. Mesmo assim, os custos serão muito menores do que seriam com os funcionários do prédio. E, além dos custos menores, o controle de toda a movimentação do edifício fica muito melhor.

É uma ótima opção para condomínios de pequeno e médio porte. Empreendimentos de grande porte, que têm mais portões e entradas, acabam sendo mais difíceis. O ideal é que o prédio tenha até 40 unidades, e só uma portaria. O sistema pode ser instalado, entretanto, em prédios maiores, só que os custos do investimento e manutenção serão, consequentemente, maiores.

Para que funcione da melhor forma, são necessários certos equipamentos:

  1. Biometria ou tags, para entrada e saída de moradores;
  2. Abertura e fechamento remotos dos portões, para que a central consiga operar à distância;
  3. Telefone e internet de excelente qualidade, havendo um plano B, no caso de acontecer algum problema de conexão;
  4. Bom sistema de câmeras, que permita a gravação de imagem e som (que fiquem armazenados num back-up em nuvem);
  5. Gerador ou Nobreak, para que os portões e equipamentos de segurança continuem funcionando mesmo se a energia elétrica for interrompida;
  6. Cerca elétrica por todo o condomínio;
  7. Botão de pânico, para que qualquer morador ou funcionário do prédio consiga avisar, discretamente, a empresa, que contatará a polícia, no caso de algum problema.

Com esse sistema funcionando, dispensando a necessidade de um porteiro e/ou vigia, o zelador do prédio será o responsável por receber as encomendas do correio que precisem ser assinadas, além de profissionais, como, por exemplo, corretores imobiliários e oficiais de justiça.

Já para entregas simples, como de comida, normalmente, o morador é avisado, através da central, sobre a chegada do entregador. Desce até a portaria para fazer o pagamento e pegar sua encomenda. Para evitar que o portão seja aberto e o morador fique vulnerável, é comum o uso de um passa-volumes.

Para efetivar a implantação desse sistema no condomínio, ele deve ser aprovado em assembleia. Para que isso ocorra, o número de condôminos a votar pelo “sim” varia muito, de acordo com a Convenção de cada edifício.

É importante ressaltar que o condomínio deve exigir, da empresa contratada, algumas garantias de contrato, como, por exemplo:

  • Manutenção preventiva dos equipamentos;
  • Manutenção corretiva dos equipamentos;
  • No caso de incidentes, que a empresa esteja preparada para oferecer todo o tipo de apoio.

Essa é, sem dúvidas, uma alternativa muito boa e segura para os moradores, mas precisa de um investimento inicial para ser implantada. Além disso, exige, também, um período de adaptação dos condôminos ao sistema, que é bem diferente do convencional porteiro sentado na portaria do prédio.

Com essas dicas, esperamos que tenhamos te ajudado a esclarecer as dúvidas e a conhecer um pouco mais sobre essa nova e crescente tendência, a portaria virtual/remota. 

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