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Crivella sanciona lei que simplifica e moderniza código de obras e edificações

O prefeito Marcelo Crivella sancionou ontem a lei que simplifica e cria regras mais flexíveis para construções no Rio. As alterações na legislação vão permitir, por exemplo, a construção de prédios com apartamentos de 25 metros quadrados de área mínima (exceto nas regiões de Barra, Vargens e Ilha do Governador). Os primeiros projetos com base no novo Código de Obras devem começar a ser lançados no segundo semestre, segundo previsão do presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), Cláudio Hermolin.

Segundo Hermolin, uma das principais demandas do mercado será licenciar novos empreendimentos no entorno de terminais de transporte de massa (metrô, trens, BRTs e VLTs). O novo Código de Obras reduz as exigências de vagas de garagem num raio de 800 metros dessas estações. Nesses casos, o empreendedor só precisará reservar vagas para o equivalente a 25% do total de apartamentos do projeto.

— Essa flexibilização pode viabilizar economicamente para a construção civil em terrenos que hoje não são aproveitados. A tendência, no caso da Zona Sul, é que não haja muitos projetos por falta de áreas disponíveis, o que limita lançamentos. Um dos poucos terrenos disponíveis é o do 23º BPM (Leblon), mas há restrições legais para o estado se desfazer da área — disse o presidente da Ademi.

A Ademi e a Secretaria de Urbanismo ainda não têm estimativas da quantidade de projetos que podem ser licenciados ainda este semestre. Apesar da sanção, alguns pontos da lei terão que ser regulamentados. Um deles trata da delimitação de áreas no entorno de favelas de todo o Rio, onde será permitido prédios inteiros com apartamentos de apenas 25 metros quadrados.

Crivella diz que a legislação precisava ser modernizada para dar dinamismo e desburocratizar as regras de construção. Para ele, as alterações poderão, inclusive, ajudar a conter a favelização. A nova lei tem apenas 41 artigos, contra 572 da legislação anterior, sendo que algumas das regras estavam em vigor há mais de 40 anos.

— A vida moderna impôs novos ritmos. O código antigo trazia insegurança jurídica, pois havia o risco de ferir algum artigo —afirma ele”.

FONTE: O Globo, por Luiz Ernesto Magalhães

Curso – Atitudes de Prevenção para Redução de Riscos na Segurança em Condomínios

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Como fazer a transição do síndico no condomínio

O período de transições é sempre delicado, e não seria diferente ao trocar o síndico de um condomínio. Essa mudança pode acontecer em duas situações: quando termina um mandato e é realizada uma nova eleição, ou quando o síndico deixa de cumprir suas obrigações e precisa ser substituído.

Em ambas as situações, existe uma protocolo a ser seguido. Em casos de novas eleições para o cargo, a primeira medida que deve ser tomada é o repasse imediato de documentos e informações  ao sucessor, para que este fique a par de tudo o que vem acontecendo no condomínio.

Quando o antigo síndico é destituído ou não pode cumprir o processo de transição, seguir as leis é essencial para que tudo ocorra de forma planejada. Para que essa substituição seja feita de maneira correta, é necessário que provas concretas sejam reunidas, atestando que a gestão foi ruim e prejudicou o funcionamento do condomínio. Para dar andamento a este processo, são necessários, entre outros, os seguintes documentos:

  • Controle de ponto de funcionários
  • Atas de assembleias
  • Plantas do local
  • Contratos vigentes
  • Certificados
  • Notas fiscais de produtos adquiridos e serviços contratados
  • Cartão do CNPJ
  • Apólices de seguros
  • Prestações de contas

Estes documentos são essenciais, ou seja, todos os condomínios devem ter registro. Durante a transição, para garantir que não será efetuada a cobrança de nenhum documento devolvido, liste-os e garanta a assinatura comprobatória da entrega.

O ideal é que esta questão seja solucionada de forma tranquila e com menos burocracia possível. A conversa é sempre uma boa saída. Quanto antes tudo for resolvido, melhor será para os moradores e para todos os envolvidos na transição.

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