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Seguro Garantia Cota Condominial: por que contratá-lo?

Todos estamos sujeitos a imprevistos em nosso dia a dia. Por isso, é essencial que estejamos preparados para lidar com estas adversidades.

Neste contexto, viemos falar sobre o Seguro Garantia Cota Condominial. Este seguro é destinado aos condôminos, e tem o objetivo de garantir o pagamento da taxa condominial em situações inesperadas, como morte, invalidez ou perda de renda por desemprego involuntário.

Mas por que contratar este seguro?

É simples: por apenas R$10,80 por mês – ou apenas R$0,36 por dia, o condômino garante, por um prazo de até 6 meses a partir da ocorrência de sinistro, o pagamento de suas obrigações ordinárias e extraordinárias com o condomínio, limitadas a R$1.600,00 por mês. Estes valores serão repassados diretamente ao condomínio pela seguradora todos os meses, incluindo os eventuais reajustes.

Este seguro é renovado mensalmente e é opcional, e sua vigência se inicia no primeiro dia do mês seguinte ao pagamento do valor. Aqui, vale lembrar que, ao contratá-lo, haverá uma carência de 2 meses em caso de sinistro. Após este período, o segurado estará completamente coberto.

O Seguro Garantia Cota Condominial é de grande importância para quem estiver procurando uma forma de se proteger em momentos difíceis, especialmente no momento economicamente delicado que vivemos atualmente.

 

Para conhecer todos os detalhes deste Seguro, acesse www.atlantida-adm.com.br => Seguros => Garantia Cota Condominial. Para aderir, preencha o formulário ou entre em contato através do e-mail cobranca@atlantida-adm.com.br, informando seu condomínio, unidade e CPF.

 

4 dicas para manter a segurança na portaria do prédio ou condomínio

Os prédios e condomínios devem ter uma grande preocupação em relação à segurança de sua portaria e, consequentemente, dos profissionais que ali trabalham, os porteiros. Para garantir a tranquilidade de moradores e funcionários, é essencial que algumas medidas sejam tomadas e alguns cuidados sejam constantes.

Os profissionais responsáveis pelas portarias devem ser treinados quanto às medidas básicas de segurança, focando, principalmente, em como evitar problemas maiores. Para ajudar com a prevenção de tais acidentes e trazer mais informações para todos envolvidos no dia a dia dos condomínios, separamos, aqui, algumas dicas de segurança para portarias. Confira abaixo!

1- A autorização do morador é indispensável para a entrada de algum convidado. Mesmo que não seja a primeira vez que a pessoa visite o condomínio, os porteiros devem ser instruídos a abrirem o portão apenas mediante autorização dos moradores.

2- Os funcionários do condomínio não devem, em hipótese alguma, fornecer informações sobre os hábitos dos moradores. É comum que, no dia a dia, os colaboradores conheçam um pouco da rotina dos condôminos, como sua hora de saída e chegada. Essas informações não podem ser passadas a ninguém, evitando, assim, que ele seja exposto a riscos externos.

3- A entrada de entregadores deve ser restrita. Atualmente, é comum que os condôminos utilizem diversos serviços de entrega para os mais variados fins. Ao chegar uma encomenda, o porteiro deve pedir que o morador compareça à portaria para recebê-la, evitando a circulação de pessoas estranhas nas áreas comuns do condomínio.

4- Os porteiros não devem ficar responsáveis por chaves de moradores. Sejam elas dos imóveis ou de automóveis, por exemplo, não devem ficar sob os cuidados dos funcionários do condomínio, evitando os riscos de perda ou furto por terceiros.

A tecnologia também pode ser uma grande aliada da segurança dos condomínios. Além das dicas acima, também é possível investir em sistemas de segurança, como o circuito interno de câmeras e a portaria remota. Em tempos onde a segurança é prioridade para todos, todos os cuidados são necessários e bem-vindos para garantir o bem-estar de todos que moram ou trabalham nos condomínios.

Família que ganha até um mínimo terá custo zero para comprar sua casa

Programa Minha Casa Minha Vida será desmembrado para beneficiar pessoas de baixíssima renda

Rio – A proposta de desmembramento do programa habitacional Minha Casa Minha Vida, anunciado ontem pelo ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, vai viabilizar 100% do valor do imóvel para as famílias sem acesso ao mercado formal imobiliário. Com o projeto, as pessoas com renda de um salário mínimo (R$998) terão a chance de ter subsídio integral da União e custo zero para adquirir a moradia. Atualmente, a faixa mais baixa atende famílias com renda mensal de até R$ 1,8 mil. Além do patamar de baixíssima renda, o programa teria apenas mais um nível: de baixa e média renda. O ministro também anunciou uma ‘poupança imobiliária’, no qual as famílias moram na unidade e pagarão uma espécie de aluguel.

De acordo com Canuto, dentro das duas novas faixas apresentadas, cada programa terá subdivisões. No caso da baixíssima renda, serão atendidas pessoas sem acesso ao crédito imobiliário; afetadas por situações de emergência ou calamidade pública; e também por intervenções de obras federais. Há casos, ainda, que a família não será dona do imóvel, na modalidade de ‘Serviço de Moradia Social’. Ela poderá morar no local, mas sem direito à propriedade.

Já na faixa de baixa e média renda, a medida será adotada para as famílias com renda bruta mensal de dois (R$1.996) até  sete salários mínimos (R$ 6.986), com financiamento ou por modalidade chamada de ‘Poupança habitacional’. A primeira oferecerá subsídio e taxas de juros especiais, de forma semelhante a que ocorre atualmente nas faixas 2 e 3 do Minha Casa Minha Vida. Os detalhes das condições estão em debate com o Ministério da Economia e com a Caixa Econômica Federal.

A poupança imobiliária funcionará como aluguel. As famílias deverão fazer depósito mensal para o governo. “No fim de determinado período – ainda em estudo -, o morador poderá usar o recurso na quitação do saldo para adquirir o imóvel ou terá opção de compra em outro local, caso queira mudar”, disse Canuto.

Investimentos no setor

Para o vice-presidente do Sindicato da Habitação do Rio (Secovi-Rio), Leonardo Schneider, o financiamento de 100% para famílias de baixíssima renda trará novos investimentos para o setor.

“Com o anúncio, há expectativa de mais investimentos e de movimentação para o mercado. É claro, que, ainda, a possibilidade de reduzir o déficit habitacional no país, com oportunidades para parcela da população que não tem acesso à moradia”, afirma o presidente do Secovi.

Além disso, a divisão do programa em dois subgrupos pode trazer vantagens, segundo Schneider. “A separação possibilita maior foco das construtoras e segmentação de imóveis para cada perfil”, explica Schneider.

FONTE: O Dia

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