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Uso de máscara de proteção passa a ser obrigatório no Rio de Janeiro

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, publicou um decreto no último dia 18, tornando obrigatório o uso de máscara de proteção a partir de 23 de abril para as pessoas que forem circular nas ruas da cidade, em estabelecimentos abertos ao público ou em transporte público e privado. Segundo a medida publicada em uma edição extraordinária do Diário Oficial do Município, o uso das máscaras faciais também deve ocorrer em praias, lagoas e praças públicas.

“É importante dizer que as máscaras que estamos tornando o uso obrigatório são as comuns, feitas em casa. As profissionais, conforme o Ministério da Saúde, vamos deixar para os profissionais da saúde. Se todo mundo for usar a máscara profissional, vai faltar para dentro do hospital. As que estamos pedindo para as pessoas usarem são as caseiras”, disse Crivella em uma coletiva de imprensa.

De acordo com o decreto, as pessoas que estiverem sem as máscaras nas ruas poderão ser impedidas de usar o transporte público ou de entrar nos estabelecimentos autorizados a funcionar durante a pandemia do novo coronavírus. Quem desobedecer a medida também estará sujeito ao pagamento de multa por deixar de cumprir ou dificultar as medidas sanitárias de combate ao novo coravírus e manutenção da saúde.

Confira o decreto municipal na íntegra.

Projeto Mesa Brasil Sesc RJ leva alimentos para comunidades carentes atingidas pela pandemia

Já parou para pensar que, diariamente, toneladas de frutas, verduras, legumes e demais alimentos em perfeitas condições e não vendidos em locais como feiras, supermercados e restaurantes vão parar no lixo? É aí que começa o trabalho do Mesa Brasil Sesc RJ – programa que atua no combate à fome e ao desperdício de alimentos.

Desde o ano 2000, o Mesa Brasil é ponte entre esses alimentos e diversas instituições de assistência social cadastradas, como asilos, creches e orfanatos no Estado do Rio. O projeto recolhe as doações de produtos com baixo valor comercial, mas ainda em condições de consumo, e os distribui para quem precisa.

Só nos três primeiros meses de 2019, foram arrecadadas mais de 154 toneladas de produtos alimentícios. Um resultado que só é possível graças à parceria de 265 empresas doadoras e 100 voluntários – que ajudam na seleção, separação e etiquetagem dos alimentos, doando tempo e talento ao programa.

Mesa Brasil na pandemia de coronavírus

O programa Mesa Brasil Sesc já ultrapassou 30 toneladas de alimentos doadas desde o dia 16 de março, quando teve início o isolamento social por conta da Covid-19 no Rio de Janeiro, que impactou severamente os trabalhadores informais. Nesse período, os donativos, recebidos de 29 parceiros, complementaram mais de 180 mil refeições de 8,3 mil pessoas em 21 municípios no estado do Rio de Janeiro. Doadores podem entrar em contato pelo e-mail mesabrasil@sescrio.org.br.

Combatendo a fome e o desperdício

Além de contribuir para combater o desperdício e reduzir a condição de insegurança alimentar de crianças, jovens, adultos e idosos, o Mesa Brasil é uma referência nacional como rede de solidariedade na área de segurança alimentar e nutricional.

O projeto também realiza diversas ações educativas nas entidades, sempre privilegiando o aproveitamento integral de alimentos. A partir da utilização de cascas, sementes e talos, por exemplo, são elaboradas receitas nutritivas e saborosas.

Como ser um parceiro do Mesa Brasil?

O Mesa Brasil Sesc RJ está aberto a receber novas inscrições de entidades de assistência social com interesse em fazer parte do programa, recebendo as doações de alimentos e as ações educativas. Podem se cadastrar instituições sem fins lucrativos, como creches, asilos, orfanatos, entre outras, sediadas em todo o Estado do Rio de Janeiro. Basta que a instituição tenha CNPJ e não seja vinculada a partido político. Para mais informações, ligue para 0800-022-2026.

Acesse o site: www.sescrio.org.br/mesa-brasil

Secovi Rio entrevista: cuidados com o tapete de porta

Para esclarecer dúvidas relacionadas ao combate do novo coronavírus, o Secovi Rio entrevistou a médica Adriana Coracini, infectologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, que falou sobre os riscos dos tapetes de porta.

Veja o que diz especialista e as dicas de higiene:

1- Os tapetes de porta devem ser removidos por conta do acúmulo de sujeira, especialmente em tempos de combate ao coronavírus?

Depende. Se os sapatos são retirados antes de entrar em casa, não há necessidade de remoção dos tapetes. Agora, se os sapatos são retirados depois, deve-se limpar os tapetes. O chão da entrada ou do local onde o tapete fica tem que ser higienizado com frequência.

2- Quanto tempo o vírus do coronavírus consegue sobreviver em cima do tapete?

Dependerá do material do tapete. Se ele for de plástico, são 72 horas de sobrevida do vírus. Os demais materiais não foram testados e, desta maneira, não conseguimos saber sobre o tempo que ele consegue sobreviver.

3- Qual melhor forma de lavar os tapetes ou limpar os sapatos ao entrar em casa?

Para os tapetes e os solados dos sapatos, a melhor forma é usar água e sabão, produtos com cloro (hipoclorito) e quaternário de amônio.

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