Panorama do Mercado Imobiliário 2021 é transferido para o dia 17 de março

O Panorama do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro, evento promovido anualmente pelo Secovi Rio, teve sua data transferida para o dia 17 de março de 2022, em virtude do aumento de casos de Covid-19 no país neste início de ano.

O encontro será realizado em formato presencial, no auditório da Fecomércio-RJ, seguindo todos os protocolos de saúde e segurança estabelecidos pelas autoridades competentes.

O sindicato está atento ao cenário atual e achou melhor adiar o evento para evitar novas contaminações, contribuindo, assim, para o controle da pandemia no município.

Vale lembrar que o Panorama terá uma programação completa para atualizar o público sobre os principais indicadores de 2021 relativos a condomínios, locação, venda, compra, ações condominiais e locatícias, lançamentos e financiamentos em todas as regiões da cidade.

Será uma excelente oportunidade para consumidores, empresários, investidores, jornalistas e outros profissionais conhecerem o desempenho do mercado imobiliário e as expectativas para o ano. A grade de palestras contará com especialistas do setor abordando conteúdos técnicos de grande relevância para os participantes.

Caso seja preciso adotar novas alterações no evento, no que diz respeito ao dia, horário e palestrantes, o Secovi Rio divulgará previamente em seus canais de comunicação. Continue acompanhando!

CONFIRA OS PALESTRANTES CONFIRMADOS

SERVIÇO:

Panorama do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro

Dia: 17/03/2022 (quinta-feira)

Horário: 9h

Local: Auditório da Fecomércio RJ – (Rua Marquês de Abrantes, 99 – Flamengo).

Mais informações: www.secovirio.com.br

Contribuição ao INSS muda em fevereiro: saiba quanto você vai pagar

Faixas de contribuição dos empregados com carteira assinada, domésticos e trabalhadores avulsos foram atualizadas para 2022; novos valores deverão ser recolhidos apenas em fevereiro.

O valor das contribuições dos trabalhadores ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vai mudar a partir de fevereiro. Com o reajuste do teto dos benefícios, de R$ 6.433,57 para R$ 7.087,22, foram atualizadas também as faixas de contribuição dos empregados com carteira assinada, domésticos e trabalhadores avulsos.

Com o reajuste de 10,16% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), quem ganha menos vai contribuir menos para o INSS, e quem ganha mais, vai contribuir mais.

Esses novos valores deverão ser recolhidos apenas em fevereiro, pois são relativos aos salários de janeiro. 

Os recolhimentos relativos aos salários de dezembro de 2021 e efetuados em janeiro deste ano ainda seguem a tabela anterior.

Quanto você vai pagar

Com a reforma da Previdência de 2019, as alíquotas de contribuição passaram a ser progressivas, ou seja, cobradas apenas sobre a parcela do salário que se enquadrar em cada faixa. Assim, se o trabalhador ganha mais de um salário mínimo, ele paga 7,5% de alíquota de contribuição sobre R$ 1.212 e outros percentuais no que exceder esse valor, de acordo com a tabela abaixo:

Por exemplo: um trabalhador que ganha R$ 1.500 pagará 7,5% sobre R$ 1.212 (R$ 90,90), mais 9% sobre os R$ 288 que excedem esse valor (R$ 25,90), totalizando R$ 116,82 de contribuição.

Já quem ganha R$ 4.500 terá a seguinte contribuição, seguindo as faixas de valores da tabela acima:

  • . Paga 7,5% sobre R$ 1.212: R$ 90,90 de contribuição
  • . Mais 9% sobre R$ 1.215,35, que é a diferença de R$ 2.427,35 de R$ 1.212: R$ 109,38
  • . Mais 12% sobre R$ 1.213,68, que é a diferença de R$ 3.641,03 de R$ 2.427,35: R$ 145,64
  • . Mais 14% sobre R$ 858,97, que é a diferença de R$ 4.500,00 de R$ 3.641,03: R$ 120,26
  • Total de contribuição: R$ 466,18

Simulações de contribuições

A pedido do g1, Emerson Lemes, diretor do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), calculou como fica a contribuição para pessoas com diversos salários. Quem ganha até 1 salário mínimo pagará R$ 1,68 a menos por mês em relação ao ano passado.

Já todos que recebem acima de R$ 7.087,22 pagarão a contribuição máxima de R$ 828,39 – R$ 76,40 a mais em relação ao ano passado (R$ 751,99). Isso ocorre porque a contribuição é limitada ao teto da Previdência Social.

Veja a tabela abaixo:

Mudança com reajuste de salários

De acordo com os cálculos de Lemes, somente os salários a partir de R$ 6.541,55 terão aumento no valor da contribuição em relação a 2021.

Isso ocorre, segundo ele, porque, com a tabela progressiva, momentaneamente os trabalhadores que não tiveram reajuste de salário terão a redução de contribuição. A exceção fica por conta dos trabalhadores que, em janeiro de 2022, tiverem reajustes de salários.

“A tabela foi reajustada, mas os salários das pessoas ainda não foi, então elas pagarão menos até que seus empregadores lhes deem reajuste”, explica.

Se houver reajustes dos salários durante o ano, haverá mudança nas contribuições por conta do reenquadramento nas faixas de contribuição.

“Se o trabalhador recebe R$ 2 mil e, em abril, tiver seu salário reajustado para R$ 2.200, até março ele vai pagar R$ 161,82, e a partir de abril pagará R$ 179,82”, exemplifica.

“Em resumo, quem ainda não teve reajuste de salário e recebe entre o mínimo e o teto terá redução de contribuição. No caso de salário de R$ 1,3 mil, por exemplo, vai pagar R$ 1,68 a menos do que pagava no ano passado até ter o reajuste. No caso de salário de R$ 6 mil, vai pagar R$ 15,11 a menos”, explica.

Fonte: G1

 

Pragas urbanas são mais comuns no verão

Estação aumenta incidência de Aedes aegypti, escorpiões e roedores

Marcado por altas temperaturas, o verão tem maior ocorrência de chuvas e dias mais longos. É a época ideal para que pragas urbanas proliferem rapidamente.

Durante este período a população deve estar mais atenta, principalmente, à incidência do mosquito Aedes aegypti, de roedores e de escorpiões.

Diante do aumento da proliferação de pragas urbanas, medidas para conter a propagação devem ser adotadas.

Veja quais são essas medidas em:

https://condominiosc.com.br/radar/4732-verao-aumenta-a-incidencia-de-pragas-urbanas

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