Zona Central do Rio tem crescimento nas vendas de imóveis no primeiro trimestre de 2022

 

O Secovi Rio concluiu o relatório com o total de imóveis negociados na cidade do Rio de Janeiro, entre janeiro e março de 2022. O estudo foi feito com dados da Prefeitura e analisados pelo Centro de Pesquisa e Análise da Informação do Sindicato.

Analisando os imóveis negociados no município no 1º trimestre de 2022, verificou-se uma pequena queda na comparação com o mesmo período de 2021. Para os imóveis residenciais, a queda foi 7,9% e de 5,5% para os imóveis comerciais.

Quando analisamos as vendas segmentadas por regiões, verificamos que a única região que apresentou crescimento foi a Zona Central, tanto para imóveis residenciais quanto para imóveis comerciais. Nos imóveis residenciais, o crescimento foi de 107,8%, e dos imóveis comerciais foi de 2,9%.

Veja o relatório completo aqui.

Confira o cenário imobiliário residencial do Rio até abril de 2022

 

O Secovi Rio acaba de divulgar o novo relatório sobre o cenário imobiliário residencial no Rio de Janeiro, com dados de abril de 2021 a abril de 2022.

O estudo traz indicadores do valor do m² ofertado para venda e locação na cidade e em suas regiões.

Venda Residencial

O valor geral do m² residencial ofertado para venda na cidade do Rio de Janeiro em abril de 2022 foi de R$ 9.201. Na comparação com o mês anterior (março/22), a variação foi de 0,35%.

Analisando as regiões da cidade, a que apresentou a maior variação em relação ao último mês, foi a Zona Oeste, com 1,10%, enquanto que a menor variação ocorreu na Zona Norte, com 0,62%

Locação Residencial

Em abril de 2022, o valor geral do m² residencial ofertado para locação na cidade do Rio de Janeiro foi de R$ 30,36. Na comparação com o mês anterior (março/2022), a variação foi de 0,03%.

Analisando as regiões da cidade, a que apresentou a maior variação em relação ao último mês foi Barra e Adjacências, com 1,0%. Já a menor variação ocorreu na Zona Oeste, com -0,80%.

Rentabilidade dos imóveis residenciais

A rentabilidade* na cidade do Rio de Janeiro para o mês de abril de 2022 ficou em 0,330%.

Analisando pelas regiões da cidade, a que apresentou a maior rentabilidade foi a Zona Oeste, com 0,430%. Zona Sul teve a menor rentabilidade, com 0,328%.

(*divisão do valor do m² de locação pelo valor do m² de venda)

VEJA AQUI O RELATÓRIO COMPLETO

Como um síndico deve se preparar para assumir a função?

A cada dia que passa, a função do síndico tem se tornado mais relevante no mercado condominial. Se, no passado, o normal era o síndico morador, atualmente há um grande crescimento de presença de síndicos profissionais, inclusive com o suporte de administradoras para uma gestão mais eficiente de condomínios.

Levantamento realizado em 2021 sobre o perfil de quem ocupa esta função, apontou que o número de síndicos profissionais triplicou em oito anos, passando de 6%, em 2013, para 18%, em 2021. Isso significa que, em oito anos, três vezes mais condomínios passaram a contar com a função profissional. Ademais, outros 4% dos condomínios pesquisados que não contam com síndicos profissionais, planejam contratá-los.

Com a profissionalização da função de síndico, o nível de exigência também teve o seu patamar elevado. Por isso, é exigido do síndico, tanto para condomínios comerciais quanto para residenciais, uma série de conhecimentos para garantir o melhor funcionamento do empreendimento, pois ele realiza funções como o gerenciamento de recursos, controle orçamentário, mediação de conflitos, convocação de assembleias, ouvir e atender os moradores, entre tantos outros.

“Hoje, o síndico é um verdadeiro gestor de propriedades urbanas, devendo estar preparado para assumir tão importante função. Conhecer o condomínio e receber treinamentos através de cursos ministrados por entidades especializadas são fatores básicos para que o candidato esteja minimamente preparado para assumir a gestão de um condomínio. Também é importante ter uma empresa administradora experiente e com know how para prestar uma boa assessoria”, destacou Marcelo Borges, diretor de Condomínio e Locação da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi).

Graças a essa profissionalização do trabalho do síndico, algumas exigências são feitas para o profissional, como uma rotina de trabalho com visitas ao condomínio que ele visita. Ademais, também são necessários alguns conhecimentos mais técnicos, como noções de gestão de pessoas, legislação sobre condomínios, funcionamento de tecnologias, entre outras. Segundo Borges, atualmente, sendo síndico morador ou profissional, a função exige grandes conhecimentos.

“Ter certificados de cursos em entidades do setor e referências positivas em outros condomínios. Sendo um síndico orgânico (morador/condômino), importante ter conhecimento do cotidiano do empreendimento e de suas necessidades, sendo uma pessoa ativa em assembleias e na organização jurídico-administrativa do condomínio”, afirmou.

Questionado sobre as principais dificuldades entre cada empreendimento, Borges explicou que cada um tem a sua particularidade, com diferenciações específicas entre prédios de pequeno, médio e grande porte. Por isso, antes de um síndico profissional aceitar o desafio de gerir um novo condomínio, é necessário conhecer seus condôminos, investidores e, principalmente, o DNA do empreendimento. Por fim, apontou as principais diferenças entre cuidar de um condomínio recém-inaugurado e um mais antigo.

“Começar a gestão de um condomínio recém-implantado é um grande desafio, pois requer conhecimentos amplos sobre as necessidades básicas para que sejam atendidas todas as obrigações legais e convencionais, além de dar estrutura de funcionamento para os primeiros meses de vida cotidiana. Portanto, é de suma importância que o gestor tenha um treinamento agudo de como funciona um condomínio, pois um início desorganizado poderá trazer prejuízos em médio e longo prazos. Quanto aos mais antigos, além das recomendações básicas que já consideramos, importante um conhecimento de manutenção predial, estando cercado de profissionais experientes para tal”, finalizou.

Fonte: Condonews

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