A fórmula da casa feliz

A nossa casa é o melhor lugar do mundo. Quem discorda? Ela nos transmite segurança, aconchego e bem-estar. É justamente esse sentimento que nos faz sentir saudade do lar quando estamos viajando para qualquer canto do mundo – até o mais incrível deles.

Mas a ciência comprovou que é possível tornar o nosso ninho ainda melhor e mais feliz. São nove maneiras de tornar a rotina mais leve e divertida. E o melhor: nada de reforma, quebra-quebra e trabalho. Confira!

  1. De todas as cores do arco-íris, a amarelo e a verde são as que mais provocam sentimentos de felicidade e bem-estar, segundo uma pesquisa feita pela Universidade de Vrije, em Amsterdã, na Holanda. Você pode escolher entre todos os tons de amarelos e verdes que existem e eleger apenas uma parede para usar a cor.
  2. Um estudo conduzido pela Universidade de Rutgers, em Nova Jérsei, nos Estados Unidos, mostrou que ter um belo arranjo de flores em casa só faz bem. Segundo os pesquisadores, elas causam uma sensação imediata de bem-estar e também provocam felicidade a longo prazo. Os participantes do estudo reportaram menos sentimentos depressivos após receber flores.
  3. Se você tem apenas um livro e um copo d’água em seu criado-mudo, experimente incluir também um porta-retrato com uma foto linda de sua família. Os cientistas da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra, garantem que isso fará você mais feliz. Segundo a pesquisa, olhar para fotos antigas e de pessoas queridas traz uma sensação de felicidade, conforto e calmaria.
  4. Se você é da turma que adora acender uma vela aromatizada para relaxar, vai gostar de saber dessa notícia. Uma pesquisa publicada na revista científica Chemical Senses, especialista em estudos químicos, mostrou que o aroma de baunilha é capaz de diminuir o estresse do ambiente. Se houver dúvidas na hora de escolher sua vela, fique sempre com a de cheiro mais doce!
  5. Um estudo feito pela Associação de Ciência Psicológica, nos Estados Unidos, mostrou que escrever pequenos lembretes em blocos e cadernos contribui para o bom humor, assim como fazer atividades físicas e terapia. Segundo os cientistas, redescobrir as notas após algum tempo faz com que você se sinta mais feliz. Aproveite e anote essas dicas em um bloquinho.
  6. Não é preciso de ciência para saber que ter um cão ou gato em casa torna o ambiente muito mais divertido e acolhedor. Mas uma pesquisa feita pela Associação Americana de Psicologia mostrou que animais de estimação evitam o isolamento social de seus donos e, consequentemente, os tornam muito mais felizes.
  7. “A flor é uma manipuladora de humores”, afirma a pesquisadora Patricia Wilson, da Universidade La Salle, na Filadélfia, nos Estados Unidos, após conduzir um estudo sobre aromas. Quando os participantes da pesquisa foram questionados sobre cheiros que traziam felicidade, 74% deles afirmaram flores. Você concorda?
  8. Em uma pesquisa com 68 mil pessoas, o site Hunch.com descobriu que 71% das pessoas que arrumam as camas pela manhã se declararam felizes. No grupo que não mantém esse hábito, 62% se consideram pessoas infelizes.
  9. De acordo com um estudo da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, nos Estados Unidos, há uma ligação entre altos níveis de cortisol (hormônio do estresse) e pessoas que vivem em casas com grande quantidade de objetos de decoração. Ou seja, quanto mais enfeites e acessórios se tem, maior é a chance de se sentir estressado. Segundo o estudo, isso acontece porque a quantidade exagerada de adornos está relacionada a uma casa bagunçada e isso remete ao fracasso. Segundo a pesquisa, a solução para uma vida feliz é uma boa limpeza e uma casa minimalista.

(O Globo)

IGP-M: índice que corrige o aluguel desacelera alta a 0,33% em abril

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) registrou alta de 0,33% em abril, contra avanço de 0,51% em março, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quinta-feira. A expectativa em pesquisa da Reuters junto a economistas era de que o índice subisse 0,35% na mediana das projeções. A variação acumulada em 2016, até abril, é de 3,30%. Já em12 meses, o IGP-M registrou alta de 10,63%. Em abril de 2015, a variação foi de 1,17%.

O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência e é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de energia elétrica e aluguel de imóveis.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação dos preços no atacado apresentou taxa de variação de 0,29%. No mês anterior, a taxa foi de 0,44%. O índice relativo aos Bens Finais variou 0,30%, em abril.

Em março, este grupo de produtos mostrou variação de 1,52%. Contribuiu para este recuo o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de 10,08% para 2,29%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 0,37%. Em março, a taxa foi de 0,40%.

Já o índice referente ao grupo Bens Intermediários variou -0,94%. Em março, a taxa foi de -0,93%. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa de variação passou de -1,40% para -1,69%. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou -1,03%, ante -0,77%, em março.

No estágio inicial da produção, o índice do grupo Matérias-Primas Brutas variou 1,78%, em abril. Em março, o índice registrou variação de 0,82%. Os itens que mais contribuíram para este movimento foram: soja (em grão) (-6,73% para -1,59%), milho (em grão) (3,94% para 7,59%) e minério de ferro (5,23% para 7,11%). Em sentido oposto, destacam-se: mandioca (aipim) (-3,37% para -12,71%), aves (4,34% para 0,93%) e fumo (em folha) (6,25% para -0,59%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,39%, em abril, ante 0,58%, em março. Seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Alimentação (1,12% para 0,85%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item frutas, cuja taxa passou de 8,02% para 4,99%.

Também apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Habitação (-0,06% para -0,28%), Despesas Diversas (1,90% para 0,33%), Comunicação (1,13% para 0,18%), Transportes (0,54% para 0,33%) e Educação, Leitura e Recreação (-0,01% para -0,07%). Nestas classes de despesa, os destaques foram: empregados domésticos (0,83% para 0,12%), cigarros (4,08% para 0,40%), tarifa de telefone móvel (2,30% para 0,76%), etanol (3,59% para -1,39%) e excursão e tour (-0,68% para -3,81%), respectivamente.

Em contrapartida, apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Saúde e Cuidados Pessoais (0,73% para 1,33%) e Vestuário (0,33% para 0,37%). Nestas classes de despesa, destacaram-se: medicamentos em geral (0,23% para 3,15%) e roupas masculinas (0,34% para 0,68%), respectivamente.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em abril, variação de 0,41%, abaixo do resultado de março, de 0,79%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,29%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,38%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou taxa de 0,52%. No mês anterior, este grupo variou 1,16%.

(O Globo)

 

Número de imóveis para aluguel no Rio cresceu 213% nos últimos três anos

Depois de anos de aluguéis em alta, os inquilinos do Rio estão com mais poder de negociação. O motivo é a crise econômica, que derrubou os preços dos imóveis e aumentou a oferta  para locação. De janeiro de 2012 a março deste ano, o número de apartamentos e casas para alugar na cidade subiu 213%.

No mesmo período, o preço dos aluguéis avançou 9,13% no Rio, bem abaixo da inflação medida pelo IPCA, que acumulou 32%. E mesmo assim, há imóveis vazios: são 6.449, segundo o Sindcato da Habitação do Rio. Há três anos, eram apenas 2.181 disponíveis.

A funcionária pública Iruaci Carvalho é dona de um apartamento em São Cristovão, que está vazio há um ano. As ofertas que ela recebe para locação são bem abaixo do valor pretendido:

“Acontece que a maioria das pessoas estão inadimplentes. Tem esse detalhe muito importante e eu já disse “não vou alugar meu apartamento para quem está inadimplente”. Então não adiantou abaixar o aluguel, a situação ficou a mesma coisa. Está lá o apartamento. Já recebi propostas bem menores, mas não vale a pena porque você vai alugar um apartamento que vale 1.300 reais por 500 reais? Eu prefiro ficar com ele vazio”.

Mas deixar o imóvel vazio tem o seu custo com contas e taxas de condomínio. Para evitar essa despesa, o aposentado Marcos Mendes resolveu baixar o valor do aluguel dos dois apartamentos que ele têm em Guadalupe. Para fechar negócio, o desconto para os inquilinos chegou a 15%.

“Eu acho que o melhor investimento é o imóvel. Ainda hoje, apesar da violência que estamos no Rio de Janeiro, ainda acho que é o melhor investimento. Devido ao mercado eu tive que demorar um pouquinho. Tive que reduzir um pouco o preço e alugar. E aí eu fiz muita propaganda e consegui alugar”.

De acordo com o vice-presidente do Secovi Rio, o mercado de vendas vem esfriando desde 2014 e, com isso, o aluguel é uma opção para tentar reaver o dinheiro aplicado. Leonardo Schneider diz que a negociação na hora da compra até pode existir, mas sem abrir mão da burocracia na hora de firmar a transação.

“O mercado parou para a venda e acabou entrando para a locação. O que está acontecendo hoje é que o proprietário talvez esteja mais consciente que ele precisa se flexibilizar para poder alugar aquele imóvel. Mas na documentação a gente nunca recomenda que tenha essa flexibilização. É importante que se tenha um fiador, ou seguro fiança e título de capitalização. É mais, por exemplo, em relação a preço, oferecer algo mais no imóvel, ou alguma coisa que possa se destacar da concorrência”.

A produtora cultural Lisiane Mayão aproveitou que a vantagem está com o inquilino para renegociar o seu contrato de aluguel no início do ano. Moradora do bairro de Fátima, ela conseguiu um desconto de duzentos reais na renovação de um apartamento de dois quartos.

“Como a gente sabia que o contrato iria acabar, e a gente não sabia se ela iria renovar, a gente deu uma pesquisada em outros lugares. E aí a gente começou a ver e teve essa noção de que as coisas estavam caindo. A gente até chegou a fazer uma obra aqui e não foi descontado e a gente sempre pagou em dia, então eu acho que isso fez a diferença”.

De acordo com especialistas, este cenário de desaquecimento do mercado de imóveis tende a se manter enquanto as incertezas políticas e econômicas persistirem. Com os preços em baixa, a melhor opção para os proprietários é colocar o imóvel para alugar. E para os inquilinos, com o aumento de oferta, é hora de pesquisar e negociar para garantir um bom desconto.

(CBN Rio)

 

 

 

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