Como montar uma horta caseira

Ter uma horta em casa, além de dar um charme ao ambiente e um aroma todo especial, faz bem para a saúde, ajudando a purificar o ar, e, é claro, aproveitando as ervas, hortaliças e temperos no preparo dos alimentos. Por isso, resolvemos fazer o post de hoje com dicas de como montar uma horta caseira. Confira!

– Pra começar, vale ressaltar que ter uma horta em casa não demanda muito espaço. Mudinhas em pequenos jarros ou outros recipientes podem ser colocadas até nos parapeitos de janelas, por exemplo, ou penduradas em alguma parede.

– Jardineiras são ótimas opções para a falta de espaço, já que podem abrigar diferentes mudinhas. Porém, não são todas as espécies que podem dividir o mesmo espaço. Dentre as combinações que dão certo, estão: alecrim, tomilho e sálvia; manjericão, anis, carqueja e sálvia; manjericão, manjerona e cebolinha.

– A hortelã, por exemplo, tem raízes invasoras, que destroem as de outras espécies. Como a salsinha, deve ser plantada sozinha. Também podem ser plantadas sozinhas as plantinhas que são mais usadas.

– Dentre os cuidados mais importantes estão regar as mudas todos os dias e deixar que peguem sol cerca de quatro horas por dia, assim, podem melhor se desenvolver. Além disso, é indicado colocá-las num local protegido do vento. Também se deve atentar para a boa drenagem dos vasinhos, evitando o apodrecimento das raízes.

– Como se trata de uma horta caseira, pode-se optar pelo uso de adubos naturais. Além da torta de nim, que aduba e agasta pragas, existem o húmus de minhoca e a torta de algodão, por exemplo.

– O preparo do solo é grande parte do sucesso de uma horta. Em vasos, caixas ou canteiros, a terra precisa ter um equilíbrio. Misture duas partes de terra comum com uma parte de composto orgânico (ou húmus de minhoca) e uma parte de areia. O solo deve estar fofo para que as pequenas raízes possam crescer.

– Nas mudas de manjericão o cuidado com a poda deve ser dobrado, já que as flores da muda roubam todo o aroma das folhas.

– Se cultivar hortaliças for um problema por causa das lagartas, a solução pode estar em outra planta. A capuchinha, que produz flores comestíveis, costuma ser mais apreciada por larvas do que as hortaliças. Alterne-as com as verduras no canteiro.

– Sugestões para a horta na sua casa: tomilho, tomilho-limão, alecrim, hortelã, lavanda, capim-limão, manjericão, citronela, cebolinha, orégano, sálvia e bálsamo.

Esperamos que gostem das dicas e se animem para ter a sua própria hortinha caseira!

Mão na massa!

Obrigatoriedade de gerador em edifícios é considerada inconstitucional

O PL 1.498/2016 que “obriga a instalação de gerador de energia em prédios dotados de elevadores e dá outras providências”, foi considerado inconstitucional pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) nesta quarta-feira (6/7).

De acordo com os deputados, a matéria é de competência do município, responsável por discutir assuntos de interesse local.

Vale ressaltar que o fornecimento de energia elétrica se dá em caráter de continuidade e de eficiência, não sendo cabível a transferência de qualquer responsabilidade para o contratante no caso de falha na prestação de serviços.

Além disso, tratam-se de casos eventuais que não justificariam o alto investimento para instalação de geradores por parte dos edifícios públicos e privados.

Em termos operacionais, também há que se considerar a impossibilidade física da instalação dos geradores somada a poluição ambiental provocada na população habitante da edificação.

(Secovi Rio)

Conta de água é uma das maiores vilãs dos gastos

Conter vazamentos, fazer vistorias no prédio e evitar desperdícios são medidas para manter o orçamento do condomínio sob controle e não ficar no vermelho.

A conta de água e esgoto é uma das grandes vilãs dos custos do condomínio, perdendo apenas para a folha de pagamento, explicam especialistas do setor de habitação. Mas é possível controlar e até reduzir as despesas com providências simples. Vice-presidente de Assuntos Condominiais do Secovi (Sindicato da Habitação), Alexandre Corrêa ressalta que os cuidados diários dos moradores são aliados do orçamento.

“Fazer vistorias periódicas no prédio, verificar vazamentos em áreas comuns e não usar a mangueira como vassoura para laçar a calçada, por exemplo, são dicas para controlar e até reduzir o valor da conta de água”, explica.

Ele informa que essa despesa, seguida de luz, gás e telefone, responde por até 30% dos gastos dos condomínios, sendo superada apenas pela folha de pagamento e encargos, que chega a 50% dos gastos. Do total arrecadado, cerca de 15% vão para contratos de manutenção, elevadores, bombas e seguros. E cerca de 10% são destinados às despesas administrativas, bancárias, fundos de reserva e pequenos reparos nos prédios.

Diretor do Instituto Pró-Síndico, Carlos Sampaio aconselha os condôminos a instalar hidrômetros individuais para reduzir a conta de água. “Isso incentiva a economia no prédio e o controle individual do consumo”, diz. Se não houver condições de instalar o equipamento, ele aconselha a fazer ações de “caça vazamento”, com visitas de funcionários às unidades para trocar carrapetas ou até mesmo reparo da descarga. Instalar sistemas de reaproveitamento da água da chuva para utilização nas áreas comuns é outra medida eficaz. “A redução pode chegar a 20% na conta”, garante.

O Secovi chama atenção para a folha de pagamento e encargos, avaliando sobretudo gastos com horas extras. “O síndico pode avaliar a contratação de um outro funcionário”, diz Corrêa, citando também o combate à inadimplência como medida importante. De acordo com ele, o fundo de reserva cobre a despesa com inadimplentes. Mas é preciso evitar que esses recursos tenham essa destinação.

Manutenção preventiva evita gastos com obras de reparação nos prédios

Um ponto importante salientado pelo sindicato da habitação é a fazer a manutenção preventiva nos condomínios. “Todo prédio deve ter em sua agenda de obrigações e de manutenções preventivas que são bem mais baratas que as obras de reparação”, explica Alexandre Corrêa, vice-presidente de Assuntos Condominiais do Secovi.

Entre os serviços estão a verificação do para-raio, bomba de água, elevadores, impermeabilização, busca por vazamentos. Tudo isso evita obras de grande porte e, consequentemente, altos custos. Outro item importante, de acordo com ele, são as autovistorias. Nelas possíveis danos estruturais, reformas sem aval de engenheiros, ou obras que comprometam a estrutura da construção são identificados.

As autovistorias entraram em vigor após a publicação do decreto municipal 37.426/2013. Nele, os responsáveis por edificações existentes no Município do Rio de Janeiro, inclusive as edificações tombadas, preservadas e tuteladas, têm que fazer autovistoria periódica, com intervalo máximo de cinco anos, para verificar as condições de conservação, estabilidade e segurança e garantir, quando necessário, a execução das medidas reparadoras.

Fonte: O Dia

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