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Fique atento à mudança do vencimento da Contribuição Sindical: 27 de fevereiro

O Secovi Rio é o representante dos condomínios e do segmento imobiliário no Rio de Janeiro. E o pagamento das contribuições constitui a fonte de custeio para uma prestação de serviços cada vez mais diversificada e eficiente. O trabalho do Secovi Rio é contribuir para o crescimento e fortalecimento de seus representados.

Para que esse trabalho seja executado, é preciso ser forte para implementar as políticas necessárias à defesa dos direitos e interesses da categoria representada e, somente com o apoio de seus contribuintes e associados, que são os maiores beneficiados com as ações da entidade, é possível alcançar todos os objetivos e metas propostos.

O pagamento das contribuições ao Secovi Rio traz uma série de benefícios exclusivos para sua empresa e condomínio. São eles:

– Informações jurídicas por telefone

– Atendimento Jurídico Pessoal

– Consultas por escrito

– Revisão de convenção, regulamento interno e contratos

– Sessões de mediação

– Desconto nas Pesquisas online

– Desconto nas Pesquisas Especiais

– Descontos em cursos

Além disso, o Secovi Rio também presta serviços de interesse geral do segmento imobiliário, como por exemplo, o Acompanhamento Legislativo, que tem o objetivo de monitorar as tramitações de projetos de lei que afetam direta ou indiretamente condomínios e empresas do setor. Esse trabalho é feito diariamente por profissionais dedicados e competentes. As propostas são discutidas diretamente com representantes do poder público e são apresentados subsídios para uma análise concreta de seus impactos.

Para darmos continuidade a esse trabalho tão importante precisamos do seu apoio e especial atenção à data de vencimento da contribuição sindical em 2019: 27 de fevereiro.

A guia para pagamento será enviada normalmente pelos Correios e em breve será possível emitir diretamente aqui no site.

Fique atento à mudança na data de vencimento e fortaleça quem te representa!

 

Índice que reajusta o aluguel termina 2018 com alta de 7,54%, diz FGV

Em 2017, índice que reajuste o aluguel teve deflação de 0,52% — Foto: Felipe Lazzarotto/EPTV

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) recuou 1,08% em dezembro, ante uma queda de 0,49% em novembro, e encerrou o ano com uma alta acumulada de 7,54%, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira (28).

O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis. Em 2017, o índice teve deflação de 0,52%.

Em 2018, apesar da deflação dos últimos meses, o IGP-M vai subir acima da inflação oficial do país, medida pelo IPCA. Os analistas consultados pelo relatório Focus, do Banco Central, estimam que o IPCA vai encerrar o ano em 3,69%.

Mas com o mercado imobiliário ainda desaquecido, os especialistas apontam que há espaço para negociação com os proprietários no momento de definição do preço do aluguel.

O IGP-M sofre uma influência considerável das oscilações do dólar, além das cotações internacionais de produtos primários, como as commodities e metais.

Resultados de dezembro

 O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede os preços no atacado e que responde a 60% no cálculo do IGP-M, recuou 1,67% em dezembro. Em novembro, a queda havia sido de 0,81%.

O índice do grupo Matérias-Primas Brutas intensificou a queda para 2,45% em dezembro, após cair 1,10% em novembro.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), relativo aos preços no varejo, que responde a 30% do cálculo, variou 0,04% em dezembro, ante 0,09% em novembro.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que também é usado para calcular o IGP-M, mas com peso menor do que os outros subíndices, subiu 0,13% em dezembro, contra 0,26% em novembro.

Fonte: G1

 

Porto inseguro

A Prefeitura do Rio ameaça processar a Caixa Econômica Federal para que seja cumprido acordo de repasse de verba destinada à manutenção da Região Portuária. Alegando a crise no mercado imobiliário, o banco ainda não liberou um centavo sequer da verba prevista para aquela área, que é de R$ 147 milhões.

Após transformar a esquecida beira-mar do Centro numa nova área de lazer e atrair milhares de visitantes, o Porto Maravilha – a maior parceria público-privada do Brasil – está mais uma vez sob ameaça. A Prefeitura avalia recorrer à Justiça para que a Caixa Econômica Federal cumpra o acordo firmado em agosto, no qual se comprometia repassar recursos para a manutenção da região, suspensos sob a alegação da crise no mercado imobiliário. Até hoje, o banco não liberou um centavo sequer dos R$ 147 milhões para infraestrutura e limpeza que deveriam ser transferidos em 12 parcelas.

O problema se arrasta. Há dois anos, o município arca com as despesas para recolher lixo e cuidar de calçadas e da iluminação da área revitalizada. Mas esses custos seriam da Caixa, que é a responsável pela gestão de um fundo imobiliário do qual deveriam sair os recursos para garantir a manutenção do espaço sem a necessidade de usar dinheiro público.

– Notificamos a Caixa extrajudicialmente. O próximo passo é buscar um acordo em uma câmara de conciliação de conflitos. Se não der certo, vamos cobrar em juízo o repasse dos recursos – disse o presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Porto (Cdurp), Antonio Carlos Mendes Barbosa.

GASTO DE R$ 342,2 MILHÕES

O impasse atinge serviços urbanos de uma área de cinco milhões de metros quadrados, que abrange partes de cinco bairros do Rio: Centro, Caju, Gamboa, Saúde e Santo Cristo. Para tentar minimizar os efeitos do vazio deixado pela Caixa, a prefeitura já destinou, desde 2017, R$ 342,2 milhões para o Porto Maravilha.

Os repasses do banco estão suspensos desde junho de 2016. Com a crise financeira, o mercado imobiliário se retraiu, e o banco viu encalhar um título conhecido como Certificado do Potencial Adicional de Construção (Cepac), que permite construir na Zona Portuária acima de um gabarito mínimo. A premissa era que, desses papéis, viriam os recursos não apenas para executar as obras, mas para manter o que já foi feito.

Mas, mesmo se o acordo fosse honrado, não resolveria outro problema. Hoje, apenas 50% das intervenções em infraestrutura foram concluídas, e há dois anos nenhuma obra nova começou. O cronograma previa que os serviços terminassem em 2022, mas não há garantias de que será cumprido. Alguns projetos importantes para o setor imobiliário ainda não saíram do papel. Isso inclui a reurbanização da Avenida Francisco Bicalho, onde a legislação permite construir prédios de até 50 andares. Também não andaram intervenções como a implantação de vias de BRT no Túnel João Ricardo, para que o corredor Transbrasil chegue até a Central, bem como a urbanização no entorno da Praça da Harmonia.

– A situação é ruim para a Caixa no momento em que o mercado imobiliário reaquece. O Porto Maravilha é um ativo importante, não apenas para a cidade – disse o presidente da Cdurp, órgão da prefeitura.

A Caixa informou que “permanece em agendas periódicas com todos os agentes relacionados ao Porto Maravilha, para assegurar a continuidade do desenvolvimento da área e a valorização dos ativos que compõem sua carteira de investimentos”.

Devido a essa indefinição, em junho, a prefeitura decidiu fazer por conta própria os serviços de manutenção para reduzir custos. A concessionária Porto Novo – até então responsável por essa manutenção, que no auge do projeto chegou a ter mil funcionários – hoje só conta com 170 pessoas, que operam os túneis Marcelo Allencar e Rio 450 e estão concluindo obras iniciadas antes da crise.

Mas os serviços têm deixado a desejar. No canteiro em frente ao Armazém Utopia, o mato chega a um metro de altura. O calçadão tem pedras soltas. A grama dos arredores do parquinho, ali perto, clama por água e limpeza e há lixo espalhado por toda parte. Os brinquedos também precisam passar por conservação: o paredão de escalada tem um buraco de 20 centímetros.

– Vim conhecer o Boulevard Olímpico porque tinham me recomendado. Mas está totalmente abandonado – disse o nutricionista Felipe Marangon, de Brasília, que visitou a região ontem com a mulher e os filhos.

Na Praça Mauá, boa parte das bolinhas de metal que sinaliza o caminho para cegos nos arredores dos trilhos do VLT já foi roubada.

– Com a prefeitura, a qualidade piorou. Hoje, temos dois garis para varrer e tirar o lixo. Eles não dão conta. A Porto Novo mantinha equipes quase 24 horas por dia – disse o comerciante João Santos.

Fonte: O Globo, Luiz Ernesto Magalhães e Natália Boere, 13/12/2018

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