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A importância da higienização da caixa d’água

Dentro de um condomínio residencial, muitos são os detalhes importantes no cotidiano coletivo e, entre eles, está a caixa d’água, que deve ser higienizada periodicamente – semestral ou anualmente. Sobre esse assunto, falaremos no post de hoje. Confira a seguir!

Mesmo não sendo algo que os moradores tendem a observar, já que fica “escondida”, a manutenção e limpeza da caixa d’água devem cumprir regras. Elas influenciam a qualidade da água que abastece os condôminos, o que é um fator muito importante na saúde de todos os moradores.

A higienização da caixa, além de garantir a pureza da água distribuída para as unidades, evita entupimentos por conta de resíduos. E a manutenção correta também garante que tudo esteja certo, prevenindo, por exemplo, furos e rachaduras, que são um convite a insetos, inclusive ao temido Aedes aegypti.

Para que a limpeza seja feita de forma correta e completa, deve-se, primeiramente, retirar toda a água da caixa, escovando bem seu interior. Vale ressaltar que não devem ser usados produtos químicos, como sabão em pó e detergente, que podem contaminar a água.

A melhor época para realizar essa tarefa são os meses de março/abril e setembro/outubro, preparando o condomínio para o uso mais frequente da água no período do verão – e, é claro, posteriormente, durante o resto do ano.

Uma correta e eficiente higienização depende de quem a faz. Por isso, o profissional responsável pelo serviço deve estar atento e ciente do que está fazendo. De forma simplificada, o passo a passo é o seguinte:

  1. Checar a situação estrutural e externa da caixa;
  2. Fechar a entrada de água;
  3. Esvaziar o reservatório;
  4. Escovar as paredes internas e tampa;
  5. Eliminar toda a sujeira;
  6. Enxaguar;
  7. Esvaziar novamente;
  8. Fechar adequadamente, impedindo a entrada de qualquer substância;
  9. Anotar a data da limpeza;
  10. Deixar o reservatório encher.

É necessário efetuar uma análise bacteriológica para verificar que a água está realmente limpa, sem nenhuma infecção. Testes de potabilidade da água (feitos em laboratórios especializados) também são importantes, que servem para identificar a presença de germes e bactérias.

Com todas essas informações que disponibilizamos hoje, a caixa d’água do seu condomínio tende a ficar realmente limpa, livre de resíduos, bichinhos e quaisquer sujeiras. Esperamos ter te ajudado nesse quesito, tão importante, mesmo que não tão falado, de um prédio.

Estudo para implementar Tijuca Presente fica pronto em até 20 dias

A Grande Tijuca pode ser a próxima região do Rio de Janeiro a ter por ruas dos bairros agentes do programa Segurança Presente. Um estudo elaborado por capitães da Polícia Militar, feito a pedido da Superintendência da Grande Tijuca, vai levantar os custos para a implementação do projeto. O levantamento deve ficar pronto em 20 dias e o valor para bancar a operação pode passar de R$ 20 milhões.

Enquanto nada é definido, a preocupação de empresários é encontrar interessados em financiar o programa. Por ora, não há instituições predispostas a investir na empreitada.

Na última terça-feira (14), uma reunião organizada pela Superintendência, que é vinculada à Prefeitura do Rio, reuniu diversos órgãos e teve como um dos objetivos avaliar de que forma tirar do papel o projeto Tijuca Presente. O superintendente José Henrique Junior explicou que o prefeito Marcelo Crivella já deu o aval para a implementação do programa e a expectativa é que com o aumento na segurança nos bairros a economia local volte a “aquecer”.

“É um pleito da antigo sociedade da Grande Tijuca. Eles sempre solicitaram uma extensão mais ativa da segurança pública e esse modelo tem dado certo em outros lugares. Um dos objetivos é voltar a aquecer a economia”, avaliou o superintendente.

Mas para deixar de ser um sonho tijucano, uma das preocupações é justamente quem irá arcar com os gastos da operação. Em outros locais onde o programa já funciona – Méier, Centro, Aterro do Flamengo e Lagoa – o aporte da Fecomércio tem garantido a atuação de policiais militares que se inscrevem para participarda ação.

Até o momento, não houve qualquer anúncio de que a Fecomércio vá participar do plano. Entusiastas do projeto buscam, então, o apoio de comerciantes e instituições bancárias do bairro. Conforme diz o presidente da Associação Comercial e Empresarial da Tijuca, Jaime Miranda, só com o projeto “debaixo do braço” será possível encontrar parceiros para o programa.

“Vamos buscar esses parceiros para chegar a alguma instituição ou empresa que banque isso”, disse.

Na avaliação de Miranda, reforçar a segurança na Praça Saens Peña, um dos pontos mais tradicionais da Tijuca, seria um bom começo para dar “novos ares” ao bairro. De acordo com ele, diariamente passam pelo local cerca de 200 mil pessoas e, ainda assim, devido a crimes, comerciantes da região têm registrado perdas de 20 a 25% no movimento.

Parceria entre o governo do Estado e a Fecomércio, as Operações Segurança Presente começaram no dia 1º de dezembro de 2015, no Méier, na Lagoa Rodrigo de Freitas e no Aterro do Flamengo. No dia 4 de julho de 2016, a Operação chegou ao Centro da cidade.

Mais de 4 mil presos

Desde o início do patrulhamento, mais de 4 mil pessoas foram presas e 429 mandados de prisão foram cumpridos nas quatro áreas.

As Operações Segurança Presente foram inspiradas na Lapa Presente, criada em 1º de janeiro de 2014, que, segundo o governo, já prendeu mais de 5,2 mil criminosos e capturou 600 foragidos da Justiça.

Moradores cobram mais segurança

O G1 esteve na Praça Saens Peña nesta segunda-feira (20) para ouvir moradores e comerciantes sobre a sensação de insegurança no local. Segundo eles, como mostra o vídeo acima, é comum ver roubos em alguns dos locais mais movimentados do bairro.

“Tem que melhorar realmente porque a ausência do poder público aqui está grande. A gente vê muita correria, muitos moradores de rua. As pessoas pegam corridas (de táxi) curtas com medo de se deslocar. Descem do metrô já correndo em direção ao carro”, contou o taxista Rafael Magarão.

A moradora do bairro Maria Terezinha também reclamou da falta de segurança: “Eu vejo, como na semana retrasada mesmo, pessoas assaltadas aqui. Precisa realmente de mais policiamento na região”.

Violência rotineira

A região da chamada Grande Tijuca foi palco recente de episódios até mais graves, com vítimas de assalto ou suspeitos baleados. No dia 16, uma tentativa de assalto terminou com a morte do policial militar Renato Cesar Jorge Cardoso na Rua São Francisco Xavier, em frente à Uerj, no Maracanã. Uma semana antes, na mesma via, outro PM reagiu quando viu uma tentativa de assalto e baleou dois suspeitos. Em novembro, um jovem foi assassinado na mesma região, durante uma tentativa de assalto.

Segundo o ISP, total de registros de roubos computados nas 19ª DP (Tijuca) e 20ª DP (Vila Isabel) foi maior em 2017 do que em 2016, comparando os meses de janeiro dos dois anos. Os casos saíram de 279 para 342, um aumento de 22%. Já os roubos a estabelecimentos comerciais caíram segundo o último balanço do instituto, de 18 para 13 casos.

Os números, entretanto, podem ser ainda maiores. O Instituto de Segurança Pública alerta que, devido à greve da Polícia Civil, pode estar acontecendo impacto nos registros, devido à subnotificação de casos.

(G1)

Rio oficializa aumento da tarifa do Metrô para R$ 4,30 a partir de 2 de abril

O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, autorizou nesta quinta-feira (16) o reajuste da tarifa do Metrô Rio. O novo valor, de R$ 4,30, foi publicado no Diário Oficial e representa um aumento de 6%.

A publicação do decreto coincide com as prisões de dois agentes públicos, nesta mesma semana, acusados de desviar dinheiro público na construção da Linha 4 do Metrô. Foram presos o diretor da Riotrilhos Heitor Lopes de Sousa Junior, e o atual subsecretário de Turismo do estado e ex-subsecretário de Transportes, Luiz Carlos Velloso.

As obras custaram cerca de R$ 10 bilhões e a inauguração foi pouco antes da Olimpíada do Rio. O trajeto liga Ipanema, na Zona Sul, à Barra da Tijuca, na Zona Oeste. O valor é cerca de 1100% maior do que o previsto pelo Governo em 1998.

A disparidade entre os números causou espanto no juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, autor do pedido de prisão da dupla.

“Chama a atenção o fato de o custo da construção do Metrô ter sido originalmente orçado em R$ 880.079.295,18 em 1998 e ter sido reajustado para R$ 9.643.697.011,65, o que por si só dá conta do enorme volume de dinheiro público que, em tese, teria sido desviado pelos agentes públicos investigados a partir da referida obra”, escreve o magistrado.

O valor original, reajustado pelo IPCA, seria de R$ 2.876.584.148. Ou seja, quase R$ 7 bilhões abaixo do valor pago pelo poder público.

(G1)

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