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Dicas para comprar um imóvel sem maiores problemas

Comprar um imóvel próprio é o sonho de muita gente, e, atualmente, ficou muito mais fácil. Isso graças às condições e facilidades, como o crédito farto, prazos maiores e juros administráveis.

Tais condições, mais favoráveis, a cada dia que passa aguçam ainda mais o interesse do consumidor, agitando o mercado imobiliário. Com isso, também houve um grande aumento do volume de ofertas de imóveis novos e usados. Diante dessa grande variedade, o consumidor precisa se preparar e estar atento às informações, para que o risco de ter problemas seja o menor possível.

Por isso, separamos algumas dicas muito valiosas que vão te ajudar a evitar ter dores de cabeça na hora de escolher um imóvel para chamar de seu. Confira!

  1. O primeiro passo é definir qual o tipo de imóvel que você busca comprar. Pense no bairro, no valor, se prefere casa ou apartamento, o condomínio… são diversos fatores que podem fazer uma grande diferença no seu dia a dia e no valor do negócio.

  1. Conhecer seus limites financeiros é essencial. Imagine só: você se apaixona por um imóvel, mas, ao levar a papelada ao banco para pedir o financiamento ou empréstimo, descobre que não conseguirá o montante desejado. A situação é frustrante, certo? Para evitá-la, busque informações exatas sobre o valor que você conseguirá financiar antes de fechar a negociação.

  1. Um bom agente imobiliário pode aconselhar sobre todos os aspectos relacionados à compra do seu imóvel, como as despesas de compra e venda, custos de cartórios e o imposto de transmissão de bens imobiliários, mais conhecido como ITBI. 

  1. Após ficar de olho em imóvel, não deixe de fazer uma visita para conhecê-lo pessoalmente. Faça uma inspeção detalhada dos cômodos, para verificar que está realmente em boas condições. Nessa fase da negociação, é importante pensar, também, se o imóvel atenderá suas demandas, como, por exemplo, no caso da sua família crescer. Isso evita que você tenha que vendê-la em um curto espaço de tempo, para buscar outra que se adeque melhor à sua nova realidade. Uma dica é, ao comprar sua casa própria, pensar no que poderá acontecer ao menos nos próximos cinco anos. 

  1. Não tenha medo de perguntar o que não sabe, afinal, ninguém sabe tudo de todos os assuntos. Converse o máximo possível com quem entende do assunto, para tirar todas as dúvidas que você possa ter em relação à negociação.

  1. Saiba até onde você pode ir, afinal, não é segredo que o erro mais comum na tentativa de persuadir alguém é forçar algo. O vendedor não decidirá algo a seu favor baseado na firmeza do seu tom de voz ou na dureza da sua postura. Seja sutil.

  1. Não deixe de formalizar as decisões por e-mails ou cartas, não deixando-as no campo verbal. Isso pode evitar muita dor de cabeça e mal-entendidos sobre o que cada uma das partes disse e o que foi combinado.

 

Aprenda a implantar a Coleta Seletiva no seu condomínio

Junho é conhecido como o mês do meio-ambiente, desde 1972, quando, na Convenção das Nações Unidas, em Estocolmo, o dia 5 foi instituído como o Dia Mundial do Meio-Ambiente. Neste mês – assim como em todos os outros – é importante lembrar da importância da conservação dos recursos naturais em nosso dia a dia.

Por isso, é muito importante que a consciência ecológica esteja presente todos os dias em nossas vidas, seja em casa, no trabalho ou no condomínio. E, uma das maneiras mais simples e eficazes de participar dessa onda verde é implantando a coleta seletiva onde você mora.

O processo de implantação pode parecer complicado, mas, na verdade, é bem simples. Ter um plano de ação é fundamental para que a coleta seletiva seja bem sucedida. Caso o condomínio tenha mais de um morador interessado, pode-se montar uma comissão, que deve ser referendada em assembleia, para que se aprove a instalação da coleta seletiva. Essa comissão deve ficar responsável por decisões sobre o assunto, como se o lixo será separado por material ou na mesma lixeira, como a separação será feita, onde os resíduos serão acondicionados até serem coletados, etc.

Para começar a colocar a mão na massa, é necessário que exista um espaço e condições adequadas para a implantação, além da conscientização de moradores e funcionários. A Associação Brasileira de Condomínios, Abracond, aponta três questões que devem ser observadas ao iniciar a coleta seletiva. São elas:

  • Conferir a quantidade de material gerado e onde será armazenado até a coleta. Aqui é quando é definido quantos e quais coletores serão disponibilizados pelo condomínio, realizar orçamentos para a sua instalação ou realocar os coletores existentes, se for o caso. O ambiente deve sempre ser mantido higienizado, para evitar a proliferação de bichos e o mau-cheiro.
  • Materiais de alta combustão, como plásticos e papéis, devem receber atenção dobrada, para que não ocorram acidentes.

  • Os funcionários responsáveis pela manipulação deste tipo de material devem receber treinamento especial, além de utilizarem materiais adequados e receberem o pagamento por insalubridade, entre outras medidas, para evitar ferimentos e ocorrências mais graves.

Após a definição destes pontos e a frequência que será feita a coleta, a implantação deve ser iniciada. Cabe lembrar que a Prefeitura contempla alguns bairros com o serviço de coleta seletiva, então vale a pena entrar em contato para conferir se o seu está na lista. Caso não esteja, é possível contratar uma empresa de coleta, buscar parcerias com cooperativas que trabalham com reciclagem, ou levar o material até um PEV, Ponto de Entrega Voluntária.

Ajudar o seu condomínio a ser mais sustentável pode ser mais fácil do que parece, e quem ganha com isso são os moradores. O seu condomínio já tem coleta seletiva? Se não, o que estão esperando para implantar? As gerações futuras e o meio-ambiente agradecem! 😉

 

Servidores já podem financiar até 80% do imóvel

A Caixa Econômica Federal anunciou, ontem, o aumento da cota de financiamento de imóveis usados com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) de 70% para 80%. A mudança começou a valer a partir de ontem, para contratos novos.

O banco disse que a alteração faz parte de uma estratégia que tem o objetivo de beneficiar um segmento de clientes com baixa inadimplência e relacionamento de longo prazo com o banco. A instituição financeira possui cerca de R$ 43,2 bilhões em contratos com servidores públicos em todo o país, em todas as instâncias.

De acordo com o presidente da Caixa, Nelson Antônio de Souza, o aumento da cota de financiamento do imóvel contribui para estimular o mercado imobiliário.

– Antes reduzimos a taxa de juros dos imóveis, agora estamos oferecendo para os clientes que possuem a menor inadimplência da nossa carteira, o servidor público, condições ainda melhores para a compra do imóvel usado – disse.

Em abril deste ano, a Caixa reduziu em até 1,25 ponto percentual as taxas de juros do crédito imobiliário utilizando recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). As taxas mínimas passaram de 10,25% para 9% ao ano, no caso de imóveis dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 11,25% para 10% ao ano, para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). O banco também promoveu melhoria das condições no financiamento de imóveis para pessoa física. O limite de cota de financiamento do imóvel usado subiu de 50% para 70%. A Caixa também retomou o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos), com cota de até 70%.

Fonte: Jornal Extra

 

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