Author Archives: Atlantida

Expediente Atlântida – Semana Santa, Feriado de São Jorge… e Dia do Síndico!

Prezado Cliente

No dia 19 de abril, sexta-feira: Feriado – não haverá expediente.

No dia 22 de abril, segunda-feira: expediente normal

No dia 23 de abril, terça-feira: Feriado – não haverá expediente.

Demais dias, expediente normal.

Aproveite o feriadão, mas não esqueça de parabenizar também o sindico do seu condomínio no dia 23. Quem conhece o trabalho de um síndico sabe do esforço e dedicação que são necessários para garantir o bem-estar e harmonia condominial.

Atlântida Administradora

Reajustes menores nas contas de luz do Rio: na Light será de 8,8% e na Enel, de 7,3%

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, nesta terça-feira, uma revisão do reajuste nas contas de luz dos consumidores do Rio de Janeiro, anunciados há duas semanas. Os valores ficarão mais baixos. Agora, os clientes residenciais da Light terão uma alta de 8,8% nas tarifas neste ano. Já os consumidores da Enel Rio (antiga Ampla) passarão por um reajuste de 7,3% nas contas em 2019.

Há 15 dias, a Aneel havia aprovado uma alta de 11,52% para a Light e de 9,72% para a Enel. Os valores ficaram menores depois que o órgão anunciou, na semana passada, ter fechado um acordo com oito bancos públicos e privados para tentar aliviar as tarifas de energia. Os novos números começam a valer em 1º de abril.

Esse acordo permitiu antecipar para este ano o pagamento total de um empréstimo bilionário cujos custos estavam embutidos na conta de luz. Com isso, foram retirados R$ 6,4 bilhões das tarifas, com impacto direto para os consumidores.

Mesmo menor, o reajuste na conta para o consumidor fluminense ficará acima da inflação. O índice oficial, medido pelo IPCA, acumula alta de 3,89% em 12 meses, segundo o IBGE. Em uma década, a tarifa de energia do carioca mais que dobrou.

Quando a conta chega ao consumidor, ele paga pela compra da energia (custos do gerador), pela transmissão (custos da transmissora) e pela distribuição (serviços prestados pela distribuidora da localidade), além de subsídios e impostos. O empréstimo embutido era um dos componentes da tarifa.

Fim de empréstimo

O empréstimo foi feito para ajudar as distribuidoras a pagar pela compra de energia ao longo de 2014, em meio a uma baixa histórica no volume dos reservatório das hidrelétricas, e evitar um reajuste muito elevado para os consumidores de uma só vez. A intenção, naquele momento, era diluir os valores ao longo dos anos. Os financiamentos foram tomados com um consórcio de 13 bancos e somaram R$ 21 bilhões, em números da época, sem contar os juros.

Três operações foram acordadas — em abril e agosto de 2014 e fevereiro de 2015. Na época, ficou decidido que os valores necessário para quitar a dívida seriam repassados às tarifas entre novembro de 2015 a abril de 2020. A Aneel conseguiu, agora, antecipar a quitação do empréstimo e reduzir o montante a ser pago pelos consumidores. A dívida atual soma R$ 8,8 bilhões.

Fonte: Jornal Extra

CAIXA anuncia aumento no valor de imóvel a ser financiado pelo ‘Minha Casa, Minha Vida’

Como primeira mudança do ano de 2019, a Caixa Econômica Federal, órgão operador do “Minha Casa, Minha Vida”, aumentou o valor dos imóveis a serem financiados pelo programa a partir do uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

A mudança afeta diretamente famílias de municípios com até 20 mil habitantes, que antes podiam ter como subsídio para financiar imóveis da cidade o valor de R$ 95 mil. Com o anúncio da CAIXA, o subsídio se iguala ao destinado a imóveis de cidades com máximo de 50 mil habitantes.

A nova medida vale para participantes da faixa 2 e 3 do programa, que possuem renda máxima de R$ 4 mil e R$ 7 mil, respectivamente. Para quem faz parte da faixa 1,5 (renda de até R$ 2.600), os subsídios oferecidos permanecem o mesmo.

Com a mudança, os novos limites do valor do imóvel em cidades pequenas, de acordo com o estado, ficam da seguinte forma:

  • – DF, SP e RJ: R$ 145 mil para cidades de até 50 mil habitantes;
  • – Região Sul, ES e MG: R$ 140 mil para cidades de até 50 mil habitantes;
  • – Região Centro-Oeste (com exceção do DF): R$ 135 mil para cidades de até 50 mil habitantes;
  • – Regiões Norte e Nordeste: R$ 130 mil para cidades de até 50 mil habitantes.

A última mudança feita no “Minha Casa, Minha Vida” havia acontecido no dia 31 de dezembro de 2018, ainda sob a decisão do então Presidente Michel Temer, que diminuiu o valor do subsídio oferecido a famílias com renda de até R$ 1.600.

FONTE: Zap em Casa

1 191 192 193 194 195 395